P0368 – “Sensor de Posição do Comando de Válvulas ‘B’ – Circuito Alto (Banco 1)”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sensor de Posição do Comando de Válvulas ‘B’ – Circuito Alto (Banco 1)”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora.
Significado técnico
P0368 aponta que a tensão medida no circuito do sensor de posição do comando de válvulas “B” (segunda árvore de cames, geralmente exaustão) do Banco 1 ficou acima do limite programado pela ECU.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Com ignição ligada e motor girando (acima de um determinado número de rotações), a ECU aguarda pulsos de tensão do sensor em faixa nominal (geralmente entre ~0,5 V e ~4,5 V).
– Se a tensão ultrapassar o limiar alto (por exemplo, >4,8 V) de forma contínua por um número mínimo de amostras ou tempo pré-definido, a ECU interpreta que o circuito está “alto” e armazena P0368.
– A lógica de detecção envolve comparação interna com referência fixa; tensão acima dela indica falha de leitura válida.
Condições exatas de teste
1. Sensor energizado e sincronizado com a árvore.
2. Rede de dados e alimentação da ECU funcional.
3. Sinal permanece acima do limiar por tempo T (auditoria interna de estabilidade do sinal).
4. Código fixado após duas rodadas de verificação; apaga se sinal voltar ao normal e condições forem satisfeitas em rodadas seguintes.
DTCS que podem surgir junto
– P0340 (Sensor de Posição do Comando, Banco 1 – Circuito)
– P0367 (Sensor de Posição do Comando “B” – Circuito Baixo)
– P0341 (Sensor de Posição do Comando, Fora de Faixa de Deslocamento)
Significado técnico
P0368 aponta que a tensão medida no circuito do sensor de posição do comando de válvulas “B” (segunda árvore de cames, geralmente exaustão) do Banco 1 ficou acima do limite programado pela ECU.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Com ignição ligada e motor girando (acima de um determinado número de rotações), a ECU aguarda pulsos de tensão do sensor em faixa nominal (geralmente entre ~0,5 V e ~4,5 V).
– Se a tensão ultrapassar o limiar alto (por exemplo, >4,8 V) de forma contínua por um número mínimo de amostras ou tempo pré-definido, a ECU interpreta que o circuito está “alto” e armazena P0368.
– A lógica de detecção envolve comparação interna com referência fixa; tensão acima dela indica falha de leitura válida.
Condições exatas de teste
1. Sensor energizado e sincronizado com a árvore.
2. Rede de dados e alimentação da ECU funcional.
3. Sinal permanece acima do limiar por tempo T (auditoria interna de estabilidade do sinal).
4. Código fixado após duas rodadas de verificação; apaga se sinal voltar ao normal e condições forem satisfeitas em rodadas seguintes.
DTCS que podem surgir junto
– P0340 (Sensor de Posição do Comando, Banco 1 – Circuito)
– P0367 (Sensor de Posição do Comando “B” – Circuito Baixo)
– P0341 (Sensor de Posição do Comando, Fora de Faixa de Deslocamento)
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Partida difícil
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência
– Aceleração fraca
– Consumo elevado de combustível
– Parada inesperada do motor
– Partida difícil
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência
– Aceleração fraca
– Consumo elevado de combustível
– Parada inesperada do motor
Causas Possíveis
– Sensor de posição do comando de válvulas B com defeito
– Chicote elétrico do sensor com curto, rompido ou isolação danificada
– Conector elétrico do sensor solto, corroído ou com pinos tortos
– Solenóide de VVT-B com defeito travando o movimento do comando
– ECU (módulo de comando do motor) com defeito na saída do circuito
– Fusível queimado ou relé de alimentação do sensor com mau contato
– Aterramento do sensor ou da ECU com defeito por contato ruim
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição ou linhas de alta tensão
– Alternador com defeito gerando pico ou queda de tensão no sistema
– Bateria com baixa tensão afetando sinal do sensor
– Válvula de vácuo do VVT travada ou com vazamento brusco de vácuo
– Acúmulo de sujeira ou óleo no sensor obstruindo o sinal
– Chicote elétrico em atrito com bordas metálicas causando falhas intermitentes
– Conector principal do chicote da ECU com terminais ressecados ou oxidados
– Substituição de componentes sem adaptação da ECU (reprogramação)
– Sensor de rotação do virabrequim com defeito influenciando sincronia de leitura
– Chicote elétrico do sensor com curto, rompido ou isolação danificada
– Conector elétrico do sensor solto, corroído ou com pinos tortos
– Solenóide de VVT-B com defeito travando o movimento do comando
– ECU (módulo de comando do motor) com defeito na saída do circuito
– Fusível queimado ou relé de alimentação do sensor com mau contato
– Aterramento do sensor ou da ECU com defeito por contato ruim
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição ou linhas de alta tensão
– Alternador com defeito gerando pico ou queda de tensão no sistema
– Bateria com baixa tensão afetando sinal do sensor
– Válvula de vácuo do VVT travada ou com vazamento brusco de vácuo
– Acúmulo de sujeira ou óleo no sensor obstruindo o sinal
– Chicote elétrico em atrito com bordas metálicas causando falhas intermitentes
– Conector principal do chicote da ECU com terminais ressecados ou oxidados
– Substituição de componentes sem adaptação da ECU (reprogramação)
– Sensor de rotação do virabrequim com defeito influenciando sincronia de leitura
By Madalozzo



