P0355 BMW – Circuito Primário da Bobina de Ignição ‘E’ – Circuito Aberto/Controle Primário
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Ignition Coil ‘E’ Primary Control Circuit/Open
Definição em Português: Circuito Primário da Bobina de Ignição ‘E’ – Circuito Aberto/Controle Primário
Definição em Português: Circuito Primário da Bobina de Ignição ‘E’ – Circuito Aberto/Controle Primário
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O P0355 indica que a unidade de comando (ECU) percebeu anomalia no circuito primário da bobina de ignição “E” durante a fase de controle primário. Em termos técnicos, o circuito primário é a parte elétrica que leva corrente da bateria até a bobina, passando pelo driver interno da ECU. A ECU só aciona o circuito primário quando precisa gerar a faísca; nesse momento ela comanda o transistor de potência para permitir fluxo de corrente pelo chicote elétrico até a bobina.
Quando a ECU envia o sinal de ativação, ela monitora a resposta no barramento interno de detecção (por exemplo, tensão de feedback ou queda de tensão em resistor de baixa resistência). Se esse sinal de retorno permanecer abaixo do patamar mínimo esperado, ou se não houver variação na corrente dentro de um intervalo de tempo pré-definido (normalmente alguns milissegundos), a ECU considera que o controle primário falhou. Após checar essa falha por várias tentativas consecutivas e confirmar que não houve recuperação do sinal, o código P0355 é memorizado.
Condições típicas de ativação da DTC:
1. Chave de ignição ligada e motor girando acima de rotações mínimas determinadas pela ECU.
2. Acionamento de comando de ignição para o cilindro “E” durante ciclo de combustão correspondente.
3. Ausência ou valor fora de faixa do feedback de corrente/tensão na linha de detecção da bobina primária.
4. Repetição da condição por número mínimo de ciclos definidos no software de gestão.
Esse monitoramento protege o sistema de ignição e o catalisador, interrompendo tentativas contínuas de ativação em caso de anormalidade persistente.
Sua explicação:
O P0355 indica que a unidade de comando (ECU) percebeu anomalia no circuito primário da bobina de ignição “E” durante a fase de controle primário. Em termos técnicos, o circuito primário é a parte elétrica que leva corrente da bateria até a bobina, passando pelo driver interno da ECU. A ECU só aciona o circuito primário quando precisa gerar a faísca; nesse momento ela comanda o transistor de potência para permitir fluxo de corrente pelo chicote elétrico até a bobina.
Quando a ECU envia o sinal de ativação, ela monitora a resposta no barramento interno de detecção (por exemplo, tensão de feedback ou queda de tensão em resistor de baixa resistência). Se esse sinal de retorno permanecer abaixo do patamar mínimo esperado, ou se não houver variação na corrente dentro de um intervalo de tempo pré-definido (normalmente alguns milissegundos), a ECU considera que o controle primário falhou. Após checar essa falha por várias tentativas consecutivas e confirmar que não houve recuperação do sinal, o código P0355 é memorizado.
Condições típicas de ativação da DTC:
1. Chave de ignição ligada e motor girando acima de rotações mínimas determinadas pela ECU.
2. Acionamento de comando de ignição para o cilindro “E” durante ciclo de combustão correspondente.
3. Ausência ou valor fora de faixa do feedback de corrente/tensão na linha de detecção da bobina primária.
4. Repetição da condição por número mínimo de ciclos definidos no software de gestão.
Esse monitoramento protege o sistema de ignição e o catalisador, interrompendo tentativas contínuas de ativação em caso de anormalidade persistente.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa no painel
– Falha de ignição no cilindro 5 (P0305)
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Motor engasgando em aceleração
– Vibração/tremores no motor em marcha lenta
– Perda de potência ao acelerar
– Dificuldade na partida do motor
– Aumento no consumo de combustível
– Falha de ignição no cilindro 5 (P0305)
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Motor engasgando em aceleração
– Vibração/tremores no motor em marcha lenta
– Perda de potência ao acelerar
– Dificuldade na partida do motor
– Aumento no consumo de combustível
Causas Possíveis
– Bobina de ignição ‘E’ com defeito
– Chicote elétrico da bobina ‘E’ danificado, cortado ou com curto
– Conector elétrico da bobina ‘E’ com mau contato ou pinos corroídos
– Módulo de controle do motor (ECM) com saída de piloto da bobina ‘E’ com defeito
– Fusível da ignição primária queimado, derretido ou com contato intermitente
– Relé de alimentação do módulo de ignição com contatos oxidados ou soltos
– Aterramento do motor ou do módulo de controle oxidado, solto ou em mau contato
– Bateria com baixa tensão crônica ou cabos soltos afetando o circuito primário
– Sensor de posição do virabrequim com defeito gerando sincronismo incorreto no driver da bobina
– Sensor de posição do comando de válvulas (VANOS) com defeito alterando o pulso de comando da bobina
– Unidade VANOS ou solenoide de comando variável com fugas hidráulicas gerando falha no driver
– Reparo prévio malfeito no chicote elétrico com emendas sem isolamento adequado
– Contaminação por óleo, umidade ou sujeira no conjunto da bobina ‘E’ provocando mau contato interno
– Desgaste ou falha da isolação interna da bobina gerando fuga de corrente no primário
– Fuga de alta tensão na vela ou no cabo de vela gerando sobrecorrente no circuito primário
– Software da ECU com mapeamento incorreto ou bug afetando o disparo da bobina ‘E’
– Temperatura excessiva no compartimento do motor por falha no arrefecimento sobrecarregando a bobina
– Montagem incorreta do suporte da bobina provocando vibrações excessivas e quebra interna
– Coroa fônica do virabrequim danificada afetando o cálculo de sincronismo para a bobina ‘E’
– Chicote elétrico da bobina ‘E’ danificado, cortado ou com curto
– Conector elétrico da bobina ‘E’ com mau contato ou pinos corroídos
– Módulo de controle do motor (ECM) com saída de piloto da bobina ‘E’ com defeito
– Fusível da ignição primária queimado, derretido ou com contato intermitente
– Relé de alimentação do módulo de ignição com contatos oxidados ou soltos
– Aterramento do motor ou do módulo de controle oxidado, solto ou em mau contato
– Bateria com baixa tensão crônica ou cabos soltos afetando o circuito primário
– Sensor de posição do virabrequim com defeito gerando sincronismo incorreto no driver da bobina
– Sensor de posição do comando de válvulas (VANOS) com defeito alterando o pulso de comando da bobina
– Unidade VANOS ou solenoide de comando variável com fugas hidráulicas gerando falha no driver
– Reparo prévio malfeito no chicote elétrico com emendas sem isolamento adequado
– Contaminação por óleo, umidade ou sujeira no conjunto da bobina ‘E’ provocando mau contato interno
– Desgaste ou falha da isolação interna da bobina gerando fuga de corrente no primário
– Fuga de alta tensão na vela ou no cabo de vela gerando sobrecorrente no circuito primário
– Software da ECU com mapeamento incorreto ou bug afetando o disparo da bobina ‘E’
– Temperatura excessiva no compartimento do motor por falha no arrefecimento sobrecarregando a bobina
– Montagem incorreta do suporte da bobina provocando vibrações excessivas e quebra interna
– Coroa fônica do virabrequim danificada afetando o cálculo de sincronismo para a bobina ‘E’
By Madalozzo



