P0338 – “Sensor de Posição do Virabrequim ‘A’ – Circuito Alto”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sensor de Posição do Virabrequim ‘A’ – Circuito Alto”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora. P0338 indica que o circuito do sensor de posição do virabrequim ‘A’ está em nível de tensão alto (circuito alto).
Significado técnico direto
– O sensor Hall ou de efeito magnético do virabrequim envia um sinal PWM ou tensão oscilante à ECU.
– A ECU espera um padrão de queda e subida de tensão (0–5 V) sincronizado com dentes da roda fônica.
– Se o sinal permanecer acima de um limiar alto (próximo ao 5 V) por tempo excessivo, a ECU interpreta como “circuito alto”.
Quando e por que a ECU ativa P0338
– Durante a partida e funcionamento (após ignição ligada): a ECU monitora o sinal de referência do virabrequim.
– Se, por exemplo, ao girar o motor o sinal não oscila, ficando em nível alto por mais de 0,5 s contínuos, e isso se repete em condições de teste interna, a DTC é armazenada e a luz de injeção acende.
Condições típicas de ativação
– Tensão de sinal acima de ~4,5 V por tempo definido (>0,3–1 s) sem alternância.
– Falta de detecção de dentes ou bloqueio total do pulso.
– Teste válido somente com ignição ligada e velocidade do motor acima de cranking.
O que gera esse “reflexo” na DTC
– Sinal elétrico mantido em nível alto na entrada da ECU;
– Falha de referência no sensor (sinal sem queda);
– Interferência magnética ou ruído elevando o nível de tensão percebido.
DTCS que costumam aparecer junto
P0335 (Sensor de posição do virabrequim ‘A’ – circuito intermitente),
P0325 (Sensor de detonação – circuito alto),
P0016/P0017 (Sincronismo árvore e virabrequim fora de fase).
Significado técnico direto
– O sensor Hall ou de efeito magnético do virabrequim envia um sinal PWM ou tensão oscilante à ECU.
– A ECU espera um padrão de queda e subida de tensão (0–5 V) sincronizado com dentes da roda fônica.
– Se o sinal permanecer acima de um limiar alto (próximo ao 5 V) por tempo excessivo, a ECU interpreta como “circuito alto”.
Quando e por que a ECU ativa P0338
– Durante a partida e funcionamento (após ignição ligada): a ECU monitora o sinal de referência do virabrequim.
– Se, por exemplo, ao girar o motor o sinal não oscila, ficando em nível alto por mais de 0,5 s contínuos, e isso se repete em condições de teste interna, a DTC é armazenada e a luz de injeção acende.
Condições típicas de ativação
– Tensão de sinal acima de ~4,5 V por tempo definido (>0,3–1 s) sem alternância.
– Falta de detecção de dentes ou bloqueio total do pulso.
– Teste válido somente com ignição ligada e velocidade do motor acima de cranking.
O que gera esse “reflexo” na DTC
– Sinal elétrico mantido em nível alto na entrada da ECU;
– Falha de referência no sensor (sinal sem queda);
– Interferência magnética ou ruído elevando o nível de tensão percebido.
DTCS que costumam aparecer junto
P0335 (Sensor de posição do virabrequim ‘A’ – circuito intermitente),
P0325 (Sensor de detonação – circuito alto),
P0016/P0017 (Sincronismo árvore e virabrequim fora de fase).
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Partida difícil ou não dá partida
– Motor falhando ou morrendo
– Funcionamento irregular em marcha lenta
– Aceleração fraca ou irregular
– Vibração excessiva do motor
– Partida difícil ou não dá partida
– Motor falhando ou morrendo
– Funcionamento irregular em marcha lenta
– Aceleração fraca ou irregular
– Vibração excessiva do motor
Causas Possíveis
– Sensor de posição do virabrequim com defeito
– Chicote elétrico do sensor rompido, interrompido ou em curto
– Conector elétrico do sensor solto, corroído ou com pinos danificados
– Anel fônico (reluctor) com defeito (trincado, deformado ou com dentes faltando)
– Distância excessiva entre sensor e anel fônico (gap incorreto)
– Falha no aterramento do bloco motor ou da ECU
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito interno no circuito do sensor
– Regulador de tensão interno da ECU com defeito provocando alimentação instável
– Ruído eletromagnético de bobinas de ignição ou cabos de vela adjacentes
– Solenóide do VVT com defeito e induzindo interferência na linha do sensor
– Dispositivo aftermarket (alarme, rastreador) ligado indevidamente ao chicote do sensor
– Chicote elétrico do alternador gerando picos de tensão no circuito do sensor
– Chicote elétrico do sensor rompido, interrompido ou em curto
– Conector elétrico do sensor solto, corroído ou com pinos danificados
– Anel fônico (reluctor) com defeito (trincado, deformado ou com dentes faltando)
– Distância excessiva entre sensor e anel fônico (gap incorreto)
– Falha no aterramento do bloco motor ou da ECU
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito interno no circuito do sensor
– Regulador de tensão interno da ECU com defeito provocando alimentação instável
– Ruído eletromagnético de bobinas de ignição ou cabos de vela adjacentes
– Solenóide do VVT com defeito e induzindo interferência na linha do sensor
– Dispositivo aftermarket (alarme, rastreador) ligado indevidamente ao chicote do sensor
– Chicote elétrico do alternador gerando picos de tensão no circuito do sensor
By Madalozzo



