P0267 BMW – Circuito do injetor ‘A’ do cilindro 3 – Tensão baixa.
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Cylinder 3 Injector ‘A’ Circuit Low
Definição em Português: Circuito do injetor ‘A’ do cilindro 3 – Tensão baixa.
Definição em Português: Circuito do injetor ‘A’ do cilindro 3 – Tensão baixa.
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Ela indica que a ECU detectou tensão abaixo do limiar no circuito do injetor A do cilindro 3 durante o pulso de injeção. A unidade de controle monitora, a cada pulso, a tensão no driver de saída daquele injetor e compara com o valor de referência programado.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Motor ligado e em rotação alta o suficiente para diagnósticos de injeção.
– Temperatura do motor dentro da faixa que habilita o monitoramento.
– Durante o comando de injeção do cilindro 3, a tensão medida no driver cai abaixo do nível mínimo definido (por exemplo, menos de X volts) por um número determinado de ciclos consecutivos.
– Confirmação de falha repetida para evitar ativação por picos de ruído ou leitura isolada.
Condições para registrá-la
– Pulso de injeção ativo e velocidade de rotação estável.
– Driver interno da ECU fecha o circuito e faz a medição de tensão.
– Leitura repetidamente fora da faixa aceitável conforme parâmetros de fábrica.
Reflexo na DTC
Baixa tensão no circuito reflete desequilíbrio elétrico entre a alimentação de 12 V, o driver interno da ECU e a resistência do injetor. Esse sinal de feedback alerta a ECU de que o comando não está sendo entregue com a corrente esperada. Ao detectar esse reflexo, a ECU grava a falha na memória de defeitos e mantém o registro dos níveis de tensão, tempo de pulso e condições de motor para posterior análise.
Ela indica que a ECU detectou tensão abaixo do limiar no circuito do injetor A do cilindro 3 durante o pulso de injeção. A unidade de controle monitora, a cada pulso, a tensão no driver de saída daquele injetor e compara com o valor de referência programado.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Motor ligado e em rotação alta o suficiente para diagnósticos de injeção.
– Temperatura do motor dentro da faixa que habilita o monitoramento.
– Durante o comando de injeção do cilindro 3, a tensão medida no driver cai abaixo do nível mínimo definido (por exemplo, menos de X volts) por um número determinado de ciclos consecutivos.
– Confirmação de falha repetida para evitar ativação por picos de ruído ou leitura isolada.
Condições para registrá-la
– Pulso de injeção ativo e velocidade de rotação estável.
– Driver interno da ECU fecha o circuito e faz a medição de tensão.
– Leitura repetidamente fora da faixa aceitável conforme parâmetros de fábrica.
Reflexo na DTC
Baixa tensão no circuito reflete desequilíbrio elétrico entre a alimentação de 12 V, o driver interno da ECU e a resistência do injetor. Esse sinal de feedback alerta a ECU de que o comando não está sendo entregue com a corrente esperada. Ao detectar esse reflexo, a ECU grava a falha na memória de defeitos e mantém o registro dos níveis de tensão, tempo de pulso e condições de motor para posterior análise.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Falha de ignição no cilindro 3
– Marcha lenta irregular
– Vibração do motor em marcha lenta
– Perda de potência ao acelerar
– Aumento do consumo de combustível
– Solavancos ou engasgos durante a aceleração
– Dificuldade na partida
– Falha de ignição no cilindro 3
– Marcha lenta irregular
– Vibração do motor em marcha lenta
– Perda de potência ao acelerar
– Aumento do consumo de combustível
– Solavancos ou engasgos durante a aceleração
– Dificuldade na partida
Causas Possíveis
– Chicote elétrico danificado ou com mau contato no injetor do cilindro 3
– Conector elétrico do injetor do cilindro 3 com pino solto, corroído ou oxidado
– Injetor do cilindro 3 com defeito interno alterando a resistência elétrica
– Módulo de controle do motor (DME) com saída de comando do injetor do cilindro 3 com defeito
– Relé da injeção com contatos desgastados ou com defeito
– Fusível do circuito de injeção do cilindro 3 com mau contato
– Aterramento do chicote do injetor do cilindro 3 com contato imperfeito
– Bateria fraca ou alternador com tensão instável afetando o circuito de injeção
– Sensor de temperatura do motor com sinal errático influenciando o ciclo de injeção
– Sensor de posição do virabrequim com falha de sinal alterando o tempo de injeção
– Bobina de ignição do cilindro 3 com defeito gerando ruído no chicote do injetor
– Interferência eletromagnética de componentes próximos afetando o comando do injetor
– Cabos de alimentação do DME com violação de isolamento no chicote
– Conector elétrico do injetor do cilindro 3 com pino solto, corroído ou oxidado
– Injetor do cilindro 3 com defeito interno alterando a resistência elétrica
– Módulo de controle do motor (DME) com saída de comando do injetor do cilindro 3 com defeito
– Relé da injeção com contatos desgastados ou com defeito
– Fusível do circuito de injeção do cilindro 3 com mau contato
– Aterramento do chicote do injetor do cilindro 3 com contato imperfeito
– Bateria fraca ou alternador com tensão instável afetando o circuito de injeção
– Sensor de temperatura do motor com sinal errático influenciando o ciclo de injeção
– Sensor de posição do virabrequim com falha de sinal alterando o tempo de injeção
– Bobina de ignição do cilindro 3 com defeito gerando ruído no chicote do injetor
– Interferência eletromagnética de componentes próximos afetando o comando do injetor
– Cabos de alimentação do DME com violação de isolamento no chicote
By Madalozzo



