P0264 BMW – Injetor do Cilindro 2 ‘A’ – Circuito com Baixa Tensão
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Cylinder 2 Injector ‘A’ Circuit Low
Definição em Português: Injetor do Cilindro 2 ‘A’ – Circuito com Baixa Tensão
Definição em Português: Injetor do Cilindro 2 ‘A’ – Circuito com Baixa Tensão
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico:
Indica que a unidade de comando (ECU) detectou, durante o acionamento do injetor do cilindro 2 (“banco A”), tensão abaixo do limite mínimo previsto no circuito de alimentação desse injetor.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Assim que o motor está girando e a injeção do cilindro 2 deve ocorrer, a ECU envia um sinal de comando ao driver interno que alimenta o injetor.
– Simultaneamente, ela monitora a tensão ou corrente via resistor de medição (sense resistor) na etapa de potência.
– Se a tensão medida ficar abaixo do valor de referência definido pelo fabricante (por exemplo, abaixo de 5 V ou outro limiar OEM) por um número mínimo de ciclos de injeção consecutivos e durante o intervalo em que o injetor deveria estar energizado, a ECU conclui que houve “baixa tensão no circuito”.
Condições para ativação:
1. Motor em funcionamento e RPM acima do patamar mínimo estipulado.
2. Injeção de combustível solicitada para o cilindro 2.
3. Detecção de subtensão contínua durante o tempo em que o injetor permanece ativado, repetida por X eventos de injeção (ciclos).
O que pode gerar reflexo nessa DTC:
– Aumento de resistência no chicote elétrico ou conector elétrico que reduz a tensão efetiva no injetor.
– Queda de tensão na fonte interna do driver de potência da ECU, provocando subtensão em saída de alimentação.
– Mau contato no terra ou na alimentação do driver, elevando a impedância do circuito.
– Falha no componente de saída (transistor ou MOSFET) dentro do módulo de injeção, acarretando leitura de tensão abaixo do esperado.
– Defeito no resistor de medição de corrente (sense resistor) que faz com que a tensão lida fique menor que o real, acionando o circuito de diagnóstico.
Significado técnico:
Indica que a unidade de comando (ECU) detectou, durante o acionamento do injetor do cilindro 2 (“banco A”), tensão abaixo do limite mínimo previsto no circuito de alimentação desse injetor.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Assim que o motor está girando e a injeção do cilindro 2 deve ocorrer, a ECU envia um sinal de comando ao driver interno que alimenta o injetor.
– Simultaneamente, ela monitora a tensão ou corrente via resistor de medição (sense resistor) na etapa de potência.
– Se a tensão medida ficar abaixo do valor de referência definido pelo fabricante (por exemplo, abaixo de 5 V ou outro limiar OEM) por um número mínimo de ciclos de injeção consecutivos e durante o intervalo em que o injetor deveria estar energizado, a ECU conclui que houve “baixa tensão no circuito”.
Condições para ativação:
1. Motor em funcionamento e RPM acima do patamar mínimo estipulado.
2. Injeção de combustível solicitada para o cilindro 2.
3. Detecção de subtensão contínua durante o tempo em que o injetor permanece ativado, repetida por X eventos de injeção (ciclos).
O que pode gerar reflexo nessa DTC:
– Aumento de resistência no chicote elétrico ou conector elétrico que reduz a tensão efetiva no injetor.
– Queda de tensão na fonte interna do driver de potência da ECU, provocando subtensão em saída de alimentação.
– Mau contato no terra ou na alimentação do driver, elevando a impedância do circuito.
– Falha no componente de saída (transistor ou MOSFET) dentro do módulo de injeção, acarretando leitura de tensão abaixo do esperado.
– Defeito no resistor de medição de corrente (sense resistor) que faz com que a tensão lida fique menor que o real, acionando o circuito de diagnóstico.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Vibração ou trepidação no motor
– Dificuldade na partida
– Perda de potência
– Aumento do consumo de combustível
– Fumaça preta no escapamento
– Marcha lenta irregular
– Vibração ou trepidação no motor
– Dificuldade na partida
– Perda de potência
– Aumento do consumo de combustível
– Fumaça preta no escapamento
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do injetor do cilindro 2 danificado ou com fios rompidos
– Conector elétrico do injetor do cilindro 2 com terminais corroídos ou soltos
– Injetor do cilindro 2 com defeito interno (bobina aberta ou baixa resistência)
– Módulo de controle do motor (ECU) com driver de injetores com defeito
– Fusível ou relé de alimentação do circuito de injeção com defeito ou mau contato
– Cabos de aterramento do motor ou da ECU soltos, corroídos ou com mau contato
– Bateria fraca (tensão abaixo de 12,2 V)
– Alternador com regulador de tensão defeituoso causando flutuações
– Interferência eletromagnética no chicote por falta de blindagem
– Sensor de posição do virabrequim com defeito causando dessincronização de pulso
– Módulo de potência (driver de injetores) com defeito
– Conector do módulo de comando de válvulas mal encaixado afetando alimentação
– Conector elétrico do injetor do cilindro 2 com terminais corroídos ou soltos
– Injetor do cilindro 2 com defeito interno (bobina aberta ou baixa resistência)
– Módulo de controle do motor (ECU) com driver de injetores com defeito
– Fusível ou relé de alimentação do circuito de injeção com defeito ou mau contato
– Cabos de aterramento do motor ou da ECU soltos, corroídos ou com mau contato
– Bateria fraca (tensão abaixo de 12,2 V)
– Alternador com regulador de tensão defeituoso causando flutuações
– Interferência eletromagnética no chicote por falta de blindagem
– Sensor de posição do virabrequim com defeito causando dessincronização de pulso
– Módulo de potência (driver de injetores) com defeito
– Conector do módulo de comando de válvulas mal encaixado afetando alimentação
By Madalozzo



