P0218 BMW – Sensor de Temperatura do Fluido de Transmissão ‘A’ – Condição de Superaquecimento
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Transmission Fluid Temperature Sensor ‘A’ Over Temperature Condition
Definição em Português: Sensor de Temperatura do Fluido de Transmissão ‘A’ – Condição de Superaquecimento
Definição em Português: Sensor de Temperatura do Fluido de Transmissão ‘A’ – Condição de Superaquecimento
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico da P0218 BMW: indica que o Sensor de Temperatura do Fluido de Transmissão “A” detectou valor acima do limite de operação definido na ECU, sendo interpretado como condição de superaquecimento.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1. Monitoramento contínuo do circuito de temperatura do fluido via sensor localizado no corpo de válvulas ou radiador.
2. A ECU fornece tensão de referência (Vref ≈ 5 V) ao chicote elétrico do sensor e lê o sinal de retorno em forma de tensão proporcional à resistência interna do sensor.
3. Se a tensão de sinal excede o limiar de alta temperatura (por exemplo, > 4,2 V, equivalente a ≈ 160 °C) de maneira estável por mais de 1 segundo, a ECU entende que há superaquecimento.
4. Condições de ignição ligadas, transmissão em posição D ou N, carga de transmissão acima de um determinado nível e temperatura ambiente dentro da faixa de monitoramento permitem o teste e a ativação.
5. Após reconhecimento, a DTC é registrada e o bit de erro é mantido até que, em ciclos subsequentes, o valor retorne abaixo do limite (por exemplo, < 3,8 V) por tempo definido (geralmente 3 ignições sem falha).
O que reflete essa DTC no sistema:
– Leitura de tensão muito alta no pino de sinal do sensor.
– Resistência do sensor muito baixa em relação ao valor esperado dentro da faixa de operação normal.
– Sinal estável acima do limiar por tempo suficiente para o monitor confirmar a condição.
Significado técnico da P0218 BMW: indica que o Sensor de Temperatura do Fluido de Transmissão “A” detectou valor acima do limite de operação definido na ECU, sendo interpretado como condição de superaquecimento.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1. Monitoramento contínuo do circuito de temperatura do fluido via sensor localizado no corpo de válvulas ou radiador.
2. A ECU fornece tensão de referência (Vref ≈ 5 V) ao chicote elétrico do sensor e lê o sinal de retorno em forma de tensão proporcional à resistência interna do sensor.
3. Se a tensão de sinal excede o limiar de alta temperatura (por exemplo, > 4,2 V, equivalente a ≈ 160 °C) de maneira estável por mais de 1 segundo, a ECU entende que há superaquecimento.
4. Condições de ignição ligadas, transmissão em posição D ou N, carga de transmissão acima de um determinado nível e temperatura ambiente dentro da faixa de monitoramento permitem o teste e a ativação.
5. Após reconhecimento, a DTC é registrada e o bit de erro é mantido até que, em ciclos subsequentes, o valor retorne abaixo do limite (por exemplo, < 3,8 V) por tempo definido (geralmente 3 ignições sem falha).
O que reflete essa DTC no sistema:
– Leitura de tensão muito alta no pino de sinal do sensor.
– Resistência do sensor muito baixa em relação ao valor esperado dentro da faixa de operação normal.
– Sinal estável acima do limiar por tempo suficiente para o monitor confirmar a condição.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marchas ásperas ou bruscas
– Trocas de marchas imprecisas ou demoradas
– Deslizamento (patinagem) das marchas
– Queda de desempenho ao acelerar
– Cheiro de queimado no fluido da transmissão
– Marchas ásperas ou bruscas
– Trocas de marchas imprecisas ou demoradas
– Deslizamento (patinagem) das marchas
– Queda de desempenho ao acelerar
– Cheiro de queimado no fluido da transmissão
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura do fluido de transmissão ‘A’ com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor com mau contato ou corrosão
– Nível de fluido de transmissão abaixo do recomendado
– Fluido de transmissão contaminado por água, sujeira ou carbonização
– Trocador de calor (radiador de transmissão) entupido ou com fluxo restrito
– Termostato de fluido de transmissão preso na posição aberta
– Bomba de óleo da transmissão com defeito ou baixa vazão
– Válvula de controle de temperatura travada ou obstruída
– Cooler de óleo da transmissão inoperante ou com vazamento
– Módulo de controle da transmissão (TCM) com defeito ou software corrompido
– Posição de condução com carga excessiva (reboque ou tração pesada)
– Filtro de fluido de transmissão entupido
– Rolamentos internos da transmissão superaquecendo por falta de lubrificação
– Ventoinha de refrigeração inoperante ou com fusível queimado
– Chicote elétrico do sensor danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor com mau contato ou corrosão
– Nível de fluido de transmissão abaixo do recomendado
– Fluido de transmissão contaminado por água, sujeira ou carbonização
– Trocador de calor (radiador de transmissão) entupido ou com fluxo restrito
– Termostato de fluido de transmissão preso na posição aberta
– Bomba de óleo da transmissão com defeito ou baixa vazão
– Válvula de controle de temperatura travada ou obstruída
– Cooler de óleo da transmissão inoperante ou com vazamento
– Módulo de controle da transmissão (TCM) com defeito ou software corrompido
– Posição de condução com carga excessiva (reboque ou tração pesada)
– Filtro de fluido de transmissão entupido
– Rolamentos internos da transmissão superaquecendo por falta de lubrificação
– Ventoinha de refrigeração inoperante ou com fusível queimado
By Madalozzo



