P013C BMW – Sensor de O2 – Resposta Lenta de Rico para Pobre (Banco 2 Sensor 2)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: O2 Sensor Slow Response – Rich to Lean (Bank 2 Sensor 2)
Definição em Português: Sensor de O2 – Resposta Lenta de Rico para Pobre (Banco 2 Sensor 2)
Definição em Português: Sensor de O2 – Resposta Lenta de Rico para Pobre (Banco 2 Sensor 2)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O código P013C indica que o sensor de oxigênio pós-catalisador do banco 2 (sensor 2) demora mais do que o programado para mudar a tensão de indicador “rico” (alto) para “pobre” (baixo). A ECU monitora esse sensor em malha fechada, mede o tempo que ele leva para cruzar um limiar de voltagem (geralmente perto de 0,45 V) depois de uma condição de combustível rico e espera uma comutação rápida.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
· Motor em operação normal, temperatura de trabalho atingida e malha fechada ativada.
· Sensor aquecido (resistência de aquecimento funcionando) e sem modo de emergência.
· A ECU conta o número de cruzamentos rico-pobre em um período fixo; se o intervalo ou a frequência de cruzamento for maior (resposta mais lenta) que o parâmetro interno, o P013C é setado.
Condições para ativação:
· Tensão do sensor acima do limiar “rico” por tempo além do máximo.
· Queda de tensão para “pobre” mais lenta que o programado.
· Número de comutações dentro de um ciclo de diagnóstico abaixo do mínimo estabelecido.
O que gera reflexo nessa DTC:
· Resposta de voltagem com baixa amplitude entre pico rico e pico pobre.
· Contagem de cruzamentos insuficiente por ciclo de verificação.
· Tempo de latência do elemento cerâmico elevado, mostrando baixa reatividade ao oxigênio residual.
· Sinal de voltagem “travado” em faixa intermediária, sem oscilar rápido o suficiente.
Tudo isso faz a ECU entender que o sensor não está acompanhando bem as mudanças de mistura rica para pobre e, por isso, acusa a DTC P013C.
Sua explicação:
O código P013C indica que o sensor de oxigênio pós-catalisador do banco 2 (sensor 2) demora mais do que o programado para mudar a tensão de indicador “rico” (alto) para “pobre” (baixo). A ECU monitora esse sensor em malha fechada, mede o tempo que ele leva para cruzar um limiar de voltagem (geralmente perto de 0,45 V) depois de uma condição de combustível rico e espera uma comutação rápida.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
· Motor em operação normal, temperatura de trabalho atingida e malha fechada ativada.
· Sensor aquecido (resistência de aquecimento funcionando) e sem modo de emergência.
· A ECU conta o número de cruzamentos rico-pobre em um período fixo; se o intervalo ou a frequência de cruzamento for maior (resposta mais lenta) que o parâmetro interno, o P013C é setado.
Condições para ativação:
· Tensão do sensor acima do limiar “rico” por tempo além do máximo.
· Queda de tensão para “pobre” mais lenta que o programado.
· Número de comutações dentro de um ciclo de diagnóstico abaixo do mínimo estabelecido.
O que gera reflexo nessa DTC:
· Resposta de voltagem com baixa amplitude entre pico rico e pico pobre.
· Contagem de cruzamentos insuficiente por ciclo de verificação.
· Tempo de latência do elemento cerâmico elevado, mostrando baixa reatividade ao oxigênio residual.
· Sinal de voltagem “travado” em faixa intermediária, sem oscilar rápido o suficiente.
Tudo isso faz a ECU entender que o sensor não está acompanhando bem as mudanças de mistura rica para pobre e, por isso, acusa a DTC P013C.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Aceleração lenta ou hesitante
– Consumo de combustível elevado
– Falha no teste de emissões
– Cheiro de combustível não queimado no escapamento
– Marcha lenta irregular
– Aceleração lenta ou hesitante
– Consumo de combustível elevado
– Falha no teste de emissões
– Cheiro de combustível não queimado no escapamento
Causas Possíveis
– Sensor de O2 com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou com curto
– Conector elétrico corroído ou com mau contato
– Sonda lambda aquecida com defeito
– Catalisador entupido ou com fluxo restrito
– Vazamento de exaustão antes do sensor
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão
– Injetores de combustível com defeito
– Bomba de combustível com pressão baixa
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com defeito
– Sistema EVAP com vazamento ou solenóide de purga com defeito
– Válvula PCV com defeito
– Válvula EGR travada ou com defeito
– Bobina de ignição com falha causando misfire
– Tubo de escape danificado influenciando a leitura do sensor
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito
– Contaminação do sensor por óleo ou resíduos de combustível
– Chicote elétrico do sensor danificado ou com curto
– Conector elétrico corroído ou com mau contato
– Sonda lambda aquecida com defeito
– Catalisador entupido ou com fluxo restrito
– Vazamento de exaustão antes do sensor
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão
– Injetores de combustível com defeito
– Bomba de combustível com pressão baixa
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com defeito
– Sistema EVAP com vazamento ou solenóide de purga com defeito
– Válvula PCV com defeito
– Válvula EGR travada ou com defeito
– Bobina de ignição com falha causando misfire
– Tubo de escape danificado influenciando a leitura do sensor
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito
– Contaminação do sensor por óleo ou resíduos de combustível
By Madalozzo



