P0137 – “Sonda Lambda – Circuito com Baixa Tensão (Banco 1 Sensor 2)”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sonda Lambda – Circuito com Baixa Tensão (Banco 1 Sensor 2)”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora.
Significado técnico
O P0137 indica que a tensão gerada pela sonda lambda do banco 1, segundo sensor (após o catalisador) está consistentemente abaixo do limiar esperado para funcionamento normal. Esse sensor (Sensor 2) monitora a eficiência do catalisador e informa à ECU se há oxigênio residual demais no escapamento.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Motor em temperatura de operação, emissor de oxigênio aquecido (geralmente acima de 600 °C).
– Sistema em modo “loop fechado” (ECU regulando mistura via sensores).
– Após tempo definido de funcionamento em malha fechada (cerca de 10–20 s).
– Tensão do Sensor 2 permanece abaixo de aproximadamente 0,1 V por um período contínuo (geralmente alguns segundos) dentro de várias tentativas de diagnóstico.
Condições para ativação
1. Sensor ligado e aquecedor alimentado, mas sem variação de tensão acima do limiar mínimo.
2. Sinal de referência (cinza/branco) ao módulo correto, sem perda imediata de comunicação.
3. Não é necessário falha simultânea de banco oposto para setar o código.
Reflexos na DTC
– Indica mistura muito magra ou sensor não gerando sinal usual de oxigênio residual.
– Mostra falha no monitoramento pós-catalisador: não há variação típica de tensão entre 0,1 V e 0,9 V.
– Sinal constante baixo impede a ECU de confirmar a eficiência do catalisador.
DTCS que costumam aparecer junto
– P0138 (Circuito Sonda Lambda Banco 1 Sensor 2 – Alta Tensão)
– P0141 (Aquecedor Sonda Banco 1 Sensor 2 – Circuito)
– P0157 (Banco 2 Sensor 2 – Circuito Baixa Tensão)
– P0420 (Eficiência Catalisador Banco 1 Abaixo do Limite)
Significado técnico
O P0137 indica que a tensão gerada pela sonda lambda do banco 1, segundo sensor (após o catalisador) está consistentemente abaixo do limiar esperado para funcionamento normal. Esse sensor (Sensor 2) monitora a eficiência do catalisador e informa à ECU se há oxigênio residual demais no escapamento.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Motor em temperatura de operação, emissor de oxigênio aquecido (geralmente acima de 600 °C).
– Sistema em modo “loop fechado” (ECU regulando mistura via sensores).
– Após tempo definido de funcionamento em malha fechada (cerca de 10–20 s).
– Tensão do Sensor 2 permanece abaixo de aproximadamente 0,1 V por um período contínuo (geralmente alguns segundos) dentro de várias tentativas de diagnóstico.
Condições para ativação
1. Sensor ligado e aquecedor alimentado, mas sem variação de tensão acima do limiar mínimo.
2. Sinal de referência (cinza/branco) ao módulo correto, sem perda imediata de comunicação.
3. Não é necessário falha simultânea de banco oposto para setar o código.
Reflexos na DTC
– Indica mistura muito magra ou sensor não gerando sinal usual de oxigênio residual.
– Mostra falha no monitoramento pós-catalisador: não há variação típica de tensão entre 0,1 V e 0,9 V.
– Sinal constante baixo impede a ECU de confirmar a eficiência do catalisador.
DTCS que costumam aparecer junto
– P0138 (Circuito Sonda Lambda Banco 1 Sensor 2 – Alta Tensão)
– P0141 (Aquecedor Sonda Banco 1 Sensor 2 – Circuito)
– P0157 (Banco 2 Sensor 2 – Circuito Baixa Tensão)
– P0420 (Eficiência Catalisador Banco 1 Abaixo do Limite)
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Falha no teste de emissões
– Aumento na emissão de gases poluentes
– Função do catalisador reduzida
– Potência reduzida em modo de segurança
– Emissão de cheiro forte de combustível
– Falha no teste de emissões
– Aumento na emissão de gases poluentes
– Função do catalisador reduzida
– Potência reduzida em modo de segurança
– Emissão de cheiro forte de combustível
Causas Possíveis
– Sensor de oxigênio (sonda lambda) do banco 1 sensor 2 com defeito
– Chicote elétrico do sensor de oxigênio com curto ou circuito aberto
– Conector elétrico do sensor corroído ou mal encaixado
– Elemento aquecedor da sonda lambda com defeito
– Aterramento do sensor de oxigênio com mau contato
– Fusível ou relé de alimentação do sensor queimada com defeito
– Catalisador entupido gerando sinal de baixa voltagem no pós-sensor
– ECU (módulo de controle do motor) com defeito no circuito de leitura da sonda
– Vazamento de vácuo ou escape alterando a mistura e o sinal do sensor
– Contaminação do sensor por óleo, combustível ou aditivos
– Válvula EGR com defeito influenciando a composição dos gases
– Purge valve (válvula canister) com defeito afetando a combustão e o pós-catalisador
– Chicote elétrico do sensor de oxigênio com curto ou circuito aberto
– Conector elétrico do sensor corroído ou mal encaixado
– Elemento aquecedor da sonda lambda com defeito
– Aterramento do sensor de oxigênio com mau contato
– Fusível ou relé de alimentação do sensor queimada com defeito
– Catalisador entupido gerando sinal de baixa voltagem no pós-sensor
– ECU (módulo de controle do motor) com defeito no circuito de leitura da sonda
– Vazamento de vácuo ou escape alterando a mistura e o sinal do sensor
– Contaminação do sensor por óleo, combustível ou aditivos
– Válvula EGR com defeito influenciando a composição dos gases
– Purge valve (válvula canister) com defeito afetando a combustão e o pós-catalisador
By Madalozzo



