P0122 – “Sensor/Interruptor de Posição do Acelerador/Pedal ‘A’ – Circuito Baixo”

Descrição da falha

“Sensor/Interruptor de Posição do Acelerador/Pedal ‘A’ – Circuito Baixo”

O que significa?

Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora. DTC P0122 indica que o circuito de sinal do sensor de posição do acelerador/pedal A apresenta tensão abaixo do valor mínimo esperado.

Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Monitor ativo após motor em marcha lenta estável, temperatura do motor acima de 20 °C e rotação dentro da faixa pré-definida.
– A ECU fornece 5 V de referência ao TPS/A e mede o sinal de retorno em relação ao terra para validar posição de borboleta.
– Se a tensão do sinal ficar permanentemente abaixo de aproximadamente 0,2 – 0,5 V por mais de 0,5 s nessas condições, o erro é armazenado.
– A curva de rampa de aceleração também é monitorada; variação brusca com ponto inicial abaixo do limiar ativa o código.
– A redundância entre TPS A e TPS B permite validar dados; leitura de TPS A muito baixa enquanto TPS B indica valor compatível reforça o diagnóstico P0122.

Condições de detecção (reflexos na ECU):
– Circuito de tensão abaixo do mínimo na posição fechada do corpo de borboleta.
– Inconsistência entre valor real de tensão e o esperado pelo software de controle.
– Modo de monitor de bordo (OBD-II) requer ciclos de ignição e operação sem falha para apagar o DTC.

DTCS que costumam surgir junto:
– P0123 (circuito alto TPS A)
– P0222/P0223 (circuito baixo/alto TPS B)
– P2135 (inconsistência comparativa entre TPS A e B)

Sintomas Possíveis

– Luz de injeção acesa
– Resposta do acelerador lenta ou errática
– Marcha-lenta irregular ou alta
– Motor em modo de emergência (limp mode)
– Aceleração reduzida ou limitada
– Rotação do motor instável

Causas Possíveis

– Sensor de posição do acelerador com defeito
– Chicote elétrico do sensor com curto ao terra
– Chicote elétrico do sensor com circuito aberto
– Conector elétrico do sensor com pinos corroídos ou mal encaixados
– Alimentação de referência 5V do PCM com tensão abaixo do especificado
– Aterramento do PCM com mau contato ou corroído
– PCM com defeito na entrada do sensor
– Fusível ou relé de ignição da alimentação do sensor queimado ou com mau contato
– Interferência eletromagnética por chicote próximo a bobinas de ignição
– Instalação de equipamento aftermarket gerando ruído no circuito do sensor
– Bateria com tensão extremamente baixa causando instabilidade na referência
– Corpo de borboleta com defeito interno afetando o sinal do sensor

By Madalozzo

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