P0118 – “Sensor de Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor 1 – Circuito Alto”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sensor de Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor 1 – Circuito Alto”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora.
Significado técnico: o sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (NTC) funciona como um divisor de tensão. A ECU monitora a tensão no pino de sinal e compara com uma tabela interna de resistência versus temperatura.
Quando e por que a ECU ativa P0118:
1. Com ignição ligada ou motor em funcionamento ocioso, a ECU aplica tensão de referência (normalmente 5 V) ao sensor.
2. Se a tensão de retorno subir acima de um limiar pré-definido (cerca de 4,8–4,9 V) por tempo contínuo (tipicamente vários segundos) ou se a resistência calculada indicar temperatura extremamente baixa, a ECU entende que o circuito está “alto” e registra P0118.
3. A condição deve persistir em pelo menos duas passagens de diagnóstico interno com motor nas condições de teste (pós-aquecimento ou partida fria).
Condições que geram o reflexo DTC:
– tensão de sinal maior que o limite interno da ECU;
– leitura de resistência muito elevada (sensação de água muito fria);
– circuito aberto ou interrupção no chicote elétrico ou conector elétrico;
– falha interna do sensor gerando saída fora da faixa.
DTCS que costumam aparecer junto: P0117 (Circuito Baixo Tº ÁGUA), P0125 (Controlador de Temperatura não Atinge Temperatura de Operação), P0128 (Temperatura do Líquido de Arrefecimento Abaixo do Ponto Ótimo).
Significado técnico: o sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (NTC) funciona como um divisor de tensão. A ECU monitora a tensão no pino de sinal e compara com uma tabela interna de resistência versus temperatura.
Quando e por que a ECU ativa P0118:
1. Com ignição ligada ou motor em funcionamento ocioso, a ECU aplica tensão de referência (normalmente 5 V) ao sensor.
2. Se a tensão de retorno subir acima de um limiar pré-definido (cerca de 4,8–4,9 V) por tempo contínuo (tipicamente vários segundos) ou se a resistência calculada indicar temperatura extremamente baixa, a ECU entende que o circuito está “alto” e registra P0118.
3. A condição deve persistir em pelo menos duas passagens de diagnóstico interno com motor nas condições de teste (pós-aquecimento ou partida fria).
Condições que geram o reflexo DTC:
– tensão de sinal maior que o limite interno da ECU;
– leitura de resistência muito elevada (sensação de água muito fria);
– circuito aberto ou interrupção no chicote elétrico ou conector elétrico;
– falha interna do sensor gerando saída fora da faixa.
DTCS que costumam aparecer junto: P0117 (Circuito Baixo Tº ÁGUA), P0125 (Controlador de Temperatura não Atinge Temperatura de Operação), P0128 (Temperatura do Líquido de Arrefecimento Abaixo do Ponto Ótimo).
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Ponteiro do marcador de temperatura marcando temperatura máxima
– Ventoinha de arrefecimento acionada constantemente em alta rotação
– Motor entrando em modo de segurança com perda de potência
– Consumo de combustível elevado
– Marcha lenta irregular
– Ponteiro do marcador de temperatura marcando temperatura máxima
– Ventoinha de arrefecimento acionada constantemente em alta rotação
– Motor entrando em modo de segurança com perda de potência
– Consumo de combustível elevado
– Marcha lenta irregular
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento do motor 1 com defeito
– Curto-circuito do chicote elétrico ao positivo da bateria gerando tensão alta no sinal
– Circuito de alimentação do sensor aberto por fusível queimado ou relé com defeito
– Conector elétrico do sensor corroído, com pinos oxidados ou mal encaixados causando leitura alta
– Aterramento do sensor inadequado ou massa do bloco com defeito elevando potencial de sinal
– ECU com defeito na entrada do circuito do sensor interpretando sinal como alto
– Temperatura real elevada por falha na bomba de água, gerando leitura acima do limite
– Entupimento do radiador ou ventilador sem acionamento impedindo arrefecimento e elevando temperatura
– Presença de bolhas de vapor no circuito de arrefecimento próxima ao sensor alterando a leitura
– Mistura incorreta de aditivo de arrefecimento (relativa densidade alterada) afetando sensor
– Termostato travado fechado impedindo fluxo e provocando superaquecimento real
– Software da ECU desatualizado ou calibragem incorreta do mapa de sensores
– Ruído eletromagnético excessivo em trechos do chicote elétrico interferindo no sinal
– Sensor substituído por componente não compatível com resistência diferente ocasionando leitura alta
– Curto-circuito do chicote elétrico ao positivo da bateria gerando tensão alta no sinal
– Circuito de alimentação do sensor aberto por fusível queimado ou relé com defeito
– Conector elétrico do sensor corroído, com pinos oxidados ou mal encaixados causando leitura alta
– Aterramento do sensor inadequado ou massa do bloco com defeito elevando potencial de sinal
– ECU com defeito na entrada do circuito do sensor interpretando sinal como alto
– Temperatura real elevada por falha na bomba de água, gerando leitura acima do limite
– Entupimento do radiador ou ventilador sem acionamento impedindo arrefecimento e elevando temperatura
– Presença de bolhas de vapor no circuito de arrefecimento próxima ao sensor alterando a leitura
– Mistura incorreta de aditivo de arrefecimento (relativa densidade alterada) afetando sensor
– Termostato travado fechado impedindo fluxo e provocando superaquecimento real
– Software da ECU desatualizado ou calibragem incorreta do mapa de sensores
– Ruído eletromagnético excessivo em trechos do chicote elétrico interferindo no sinal
– Sensor substituído por componente não compatível com resistência diferente ocasionando leitura alta
By Madalozzo



