C1406 Toyota – Sensor de Velocidade Dianteiro LH – Circuito Aberto ou em Curto
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Open or Short in Front Speed Sensor LH Circuit
Definição em Português: Sensor de Velocidade Dianteiro LH – Circuito Aberto ou em Curto
Definição em Português: Sensor de Velocidade Dianteiro LH – Circuito Aberto ou em Curto
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico: indica que o circuito do sensor de velocidade da roda dianteira esquerda (LH) apresenta leitura de circuito “aberto” (resistência muito alta ou sem sinal) ou “em curto” (resistência muito baixa ou tensão fixa fora da faixa). Trata-se de um sensor indutivo/passivo que gera pulsos de tensão alternada conforme os dentes do anel reluctor passam diante do cabeçote magnético.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1) Ao ligar a ignição e rodar acima de cerca de 4 km/h por ao menos 0,5 s, a ECU aguarda pulsos entre ~0,5 V e ~12 V numa faixa de frequência de 0,5 Hz a 150 Hz.
2) Se, por mais de 0,2 s contínuos, o sinal permanecer em 0 V (indicação de circuito aberto ou curto ao terra) ou acima de ~12 V (curto ao positivo), a ECU detecta falha de circuito.
3) Num autoteste interno com veículo parado e ignição ligada, a ECU mede a impedância elétrica do sensor. Valores fora da faixa típica (por exemplo, abaixo de 800 Ω ou acima de 2.500 Ω) contam como curto ou aberto.
4) Caso a ECU compare o sinal da roda LH com as demais rodas e identifique discrepância que indique ausência de pulsos enquanto outras estão gerando, ela valida a falha.
Condições para ativação:
– Velocidade acima de ~4 km/h.
– Ausência de pulsos dentro dos níveis de tensão e frequência esperados por tempo programado.
– Autoteste de resistência fora do padrão.
– Discrepância persistente em relação aos outros sensores de roda.
O “reflexo” nessa DTC decorre exclusivamente de medições de tensão e resistência fora das faixas definidas para o sensor de roda LH, sinalizando circuito interrompido (aberto) ou curto-circuito (terra ou positivo).
Significado técnico: indica que o circuito do sensor de velocidade da roda dianteira esquerda (LH) apresenta leitura de circuito “aberto” (resistência muito alta ou sem sinal) ou “em curto” (resistência muito baixa ou tensão fixa fora da faixa). Trata-se de um sensor indutivo/passivo que gera pulsos de tensão alternada conforme os dentes do anel reluctor passam diante do cabeçote magnético.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1) Ao ligar a ignição e rodar acima de cerca de 4 km/h por ao menos 0,5 s, a ECU aguarda pulsos entre ~0,5 V e ~12 V numa faixa de frequência de 0,5 Hz a 150 Hz.
2) Se, por mais de 0,2 s contínuos, o sinal permanecer em 0 V (indicação de circuito aberto ou curto ao terra) ou acima de ~12 V (curto ao positivo), a ECU detecta falha de circuito.
3) Num autoteste interno com veículo parado e ignição ligada, a ECU mede a impedância elétrica do sensor. Valores fora da faixa típica (por exemplo, abaixo de 800 Ω ou acima de 2.500 Ω) contam como curto ou aberto.
4) Caso a ECU compare o sinal da roda LH com as demais rodas e identifique discrepância que indique ausência de pulsos enquanto outras estão gerando, ela valida a falha.
Condições para ativação:
– Velocidade acima de ~4 km/h.
– Ausência de pulsos dentro dos níveis de tensão e frequência esperados por tempo programado.
– Autoteste de resistência fora do padrão.
– Discrepância persistente em relação aos outros sensores de roda.
O “reflexo” nessa DTC decorre exclusivamente de medições de tensão e resistência fora das faixas definidas para o sensor de roda LH, sinalizando circuito interrompido (aberto) ou curto-circuito (terra ou positivo).
Sintomas Possíveis
– Luz do ABS acesa
– Luz do VSC acesa
– Luz do TRAC acesa
– Pulso no pedal de freio
– Bloqueio de roda em frenagem de emergência
– Luz do VSC acesa
– Luz do TRAC acesa
– Pulso no pedal de freio
– Bloqueio de roda em frenagem de emergência
Causas Possíveis
– Sensor de velocidade dianteiro LH com defeito
– Chicote elétrico do sensor aberto, curto ou danificado
– Conector elétrico do sensor solto, corroído ou com pinos tortos
– Módulo ABS com defeito ou falha interna no circuito do sensor
– Anel gerador/reluctor do sensor danificado ou com dentes desgastados
– Rolamento do cubo de roda com folga excessiva afetando o sinal do sensor
– Aterramento ruim do módulo ABS ou ECU interferindo no sinal
– ECM/TCM com defeito na linha de leitura do sensor
– Entrada de umidade ou contaminantes no conector elétrico do sensor
– Interferência eletromagnética por proximidade de bobinas de ignição ou chicote de alta tensão
– Movimentação excessiva do chicote elétrico por fixação inadequada
– Impactos mecânicos anteriores provocando estresse ou rompimento parcial do chicote
– Chicote elétrico do sensor aberto, curto ou danificado
– Conector elétrico do sensor solto, corroído ou com pinos tortos
– Módulo ABS com defeito ou falha interna no circuito do sensor
– Anel gerador/reluctor do sensor danificado ou com dentes desgastados
– Rolamento do cubo de roda com folga excessiva afetando o sinal do sensor
– Aterramento ruim do módulo ABS ou ECU interferindo no sinal
– ECM/TCM com defeito na linha de leitura do sensor
– Entrada de umidade ou contaminantes no conector elétrico do sensor
– Interferência eletromagnética por proximidade de bobinas de ignição ou chicote de alta tensão
– Movimentação excessiva do chicote elétrico por fixação inadequada
– Impactos mecânicos anteriores provocando estresse ou rompimento parcial do chicote
By Madalozzo



