C1333 Hyundai – Sensor 2 – Falha Detectada
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Sensor 2 Fault
Definição em Português: Sensor 2 – Falha Detectada
Definição em Português: Sensor 2 – Falha Detectada
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O código C1333 indica que a ECU de freios (ABS/VDC) identificou um comportamento anômalo no circuito do sensor 2 de velocidade de roda. A unidade de controle espera um sinal periódico de tensão que varia conforme a roda gira (pulso senoidal ou quadrado), dentro de uma faixa de amplitude e frequência pré-definida.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
• No autodiagnóstico de ignição ligada, a ECU faz checagem inicial de todos os sensores.
• Em condução acima de velocidade mínima (por exemplo, > 8 km/h), a ECU compara ritmo de pulsos do sensor 2 com parâmetros internos e, em alguns casos, com outros sensores.
• Se, por um determinado número de ciclos seguidos (tipicamente dezenas de milissegundos), o sinal estiver fora de especificação, a ECU entende que há “falha detectada” e registra o DTC.
Condições para ativação
1. Ausência de pulso (sinal em nível zero) por tempo superior ao pré-ajustado.
2. Tensão do pulso abaixo ou acima dos limites definidos.
3. Freqüência de pulso inconsistente ou intermitente, com sobressaltos ou “ruído” elétrico excessivo.
Reflexos que geram o disparo
• Interrupção contínua do sinal de velocidade (sem pulso).
• Pulso com amplitude fora da janela de referência (muito baixo ou muito alto).
• Variações bruscas na frequência sem correlação com a rotação da roda.
• Ruído na linha do chicote elétrico gerando leitura instável no conector elétrico da ECU.
• Falha interna de filtragem ou detecção da própria unidade de comando, levando a leituras fora do padrão.
Sua explicação:
O código C1333 indica que a ECU de freios (ABS/VDC) identificou um comportamento anômalo no circuito do sensor 2 de velocidade de roda. A unidade de controle espera um sinal periódico de tensão que varia conforme a roda gira (pulso senoidal ou quadrado), dentro de uma faixa de amplitude e frequência pré-definida.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
• No autodiagnóstico de ignição ligada, a ECU faz checagem inicial de todos os sensores.
• Em condução acima de velocidade mínima (por exemplo, > 8 km/h), a ECU compara ritmo de pulsos do sensor 2 com parâmetros internos e, em alguns casos, com outros sensores.
• Se, por um determinado número de ciclos seguidos (tipicamente dezenas de milissegundos), o sinal estiver fora de especificação, a ECU entende que há “falha detectada” e registra o DTC.
Condições para ativação
1. Ausência de pulso (sinal em nível zero) por tempo superior ao pré-ajustado.
2. Tensão do pulso abaixo ou acima dos limites definidos.
3. Freqüência de pulso inconsistente ou intermitente, com sobressaltos ou “ruído” elétrico excessivo.
Reflexos que geram o disparo
• Interrupção contínua do sinal de velocidade (sem pulso).
• Pulso com amplitude fora da janela de referência (muito baixo ou muito alto).
• Variações bruscas na frequência sem correlação com a rotação da roda.
• Ruído na linha do chicote elétrico gerando leitura instável no conector elétrico da ECU.
• Falha interna de filtragem ou detecção da própria unidade de comando, levando a leituras fora do padrão.
Sintomas Possíveis
– Luz do ABS acesa
– Luz do VDC/ESC acesa
– Luz do controle de tração acesa
– Sistema ABS inoperante
– Pedal de freio duro ou com pulsação
– Bloqueio de roda ao frear
– Indicador de velocidade irregular no painel
– Sistema de estabilidade desativado
– Luz do VDC/ESC acesa
– Luz do controle de tração acesa
– Sistema ABS inoperante
– Pedal de freio duro ou com pulsação
– Bloqueio de roda ao frear
– Indicador de velocidade irregular no painel
– Sistema de estabilidade desativado
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do sensor 2 rompido ou com emenda solta
– Conector elétrico do sensor 2 corroído ou mal encaixado
– Sensor 2 com defeito
– Anel de reluctor (disco fônico) danificado ou faltando dentes
– Folga excessiva no rolamento de roda afetando o alinhamento do sensor
– Desalinhamento do sensor por deformação do cubo de roda
– Interferência eletromagnética de componentes próximos (cabos de ignição, motor elétrico)
– Aterramento (massa) do módulo ABS com alta resistência ou mal conectado
– Módulo de controle ABS com defeito
– Tensão de alimentação instável da bateria gerando ruído no sinal
– Software da ECU de freio descalibrado ou corrompido
– Proteção do chicote elétrico rompida permitindo entrada de água
– Roda aftermarket sem anel fônico compatível
– Pinça de freio deformada atingindo o sensor ou anel de reluctor
– Rolamento de roda contaminado por água ou sujeira gerando ruído elétrico
– Módulo CAN-BUS com falha intermitente de comunicação
– Chicote elétrico próximo ao escape com isolamento derretido
– Aterramento da carroceria corroído afetando o sistema ABS
– Conector elétrico do sensor 2 corroído ou mal encaixado
– Sensor 2 com defeito
– Anel de reluctor (disco fônico) danificado ou faltando dentes
– Folga excessiva no rolamento de roda afetando o alinhamento do sensor
– Desalinhamento do sensor por deformação do cubo de roda
– Interferência eletromagnética de componentes próximos (cabos de ignição, motor elétrico)
– Aterramento (massa) do módulo ABS com alta resistência ou mal conectado
– Módulo de controle ABS com defeito
– Tensão de alimentação instável da bateria gerando ruído no sinal
– Software da ECU de freio descalibrado ou corrompido
– Proteção do chicote elétrico rompida permitindo entrada de água
– Roda aftermarket sem anel fônico compatível
– Pinça de freio deformada atingindo o sensor ou anel de reluctor
– Rolamento de roda contaminado por água ou sujeira gerando ruído elétrico
– Módulo CAN-BUS com falha intermitente de comunicação
– Chicote elétrico próximo ao escape com isolamento derretido
– Aterramento da carroceria corroído afetando o sistema ABS
By Madalozzo



