C1136 Nissan – Sinal do motor 6 – Problema detectado no sinal do motor.
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Engine Signal 6
Definição em Português: Sinal do motor 6 – Problema detectado no sinal do motor.
Definição em Português: Sinal do motor 6 – Problema detectado no sinal do motor.
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Sua explicação:
A DTC C1136 em Nissan verifica o circuito de sinal de retorno do “motor 6” (normalmente o motor da bomba do sistema ABS). Tecnicamente, a ECU de freio ou o módulo ABS comanda essa bomba por meio de um relé e um driver interno e, ao mesmo tempo, monitora a tensão ou a forma de onda de corrente nesse mesmo circuito para confirmar que o motor está girando e consumindo corrente dentro da faixa esperada.
Quando e por que a ECU ativa a DTC
1. Comando de atuação: a ECU liga a bomba (motor 6) avaliando se existe pedido de pressão hidráulica.
2. Monitoramento de feedback: assim que energiza, ela observa a tensão no conector elétrico de retorno do motor.
3. Condição de falha: se, por um determinado tempo (geralmente > 300 ms), a tensão permanecer fora do limite programado (ex.: abaixo de 1 V ou acima de 11 V num sistema de 12 V), a ECU entende que o sinal não corresponde ao consumo normal do motor.
4. Confirmação: após duas detecções consecutivas dessa anomalia, a DTC C1136 é armazenada e a luz de avaria permanece acesa até que o sistema complete vários ciclos de ignição com leitura normal.
Condições para ativação
• Perda de comunicação do feedback durante a tentativa de girar a bomba.
• Oscilações de tensão além das margens de tolerância definidas em software.
• Tempo de resposta do sinal acima do especificado (delay na subida/descida da tensão).
O que pode gerar reflexo nessa DTC (cobertura das possibilidades de sinal)
– Aberto no chicote elétrico do motor 6, interrompendo o retorno de tensão.
– Curto-circuito ao positivo ou ao terra no conector elétrico de sinal, forçando leitura fora da faixa esperada.
– Alta resistência de contato (contato frouxo, pino oxidado), causando queda de tensão inconsistente.
– Ruído eletromagnético excessivo na linha de alimentação ou no sensor de corrente, gerando leituras instáveis.
– Falha interna do driver de potência da ECU, que não envia ou não lê corretamente o feedback.
A DTC C1136 em Nissan verifica o circuito de sinal de retorno do “motor 6” (normalmente o motor da bomba do sistema ABS). Tecnicamente, a ECU de freio ou o módulo ABS comanda essa bomba por meio de um relé e um driver interno e, ao mesmo tempo, monitora a tensão ou a forma de onda de corrente nesse mesmo circuito para confirmar que o motor está girando e consumindo corrente dentro da faixa esperada.
Quando e por que a ECU ativa a DTC
1. Comando de atuação: a ECU liga a bomba (motor 6) avaliando se existe pedido de pressão hidráulica.
2. Monitoramento de feedback: assim que energiza, ela observa a tensão no conector elétrico de retorno do motor.
3. Condição de falha: se, por um determinado tempo (geralmente > 300 ms), a tensão permanecer fora do limite programado (ex.: abaixo de 1 V ou acima de 11 V num sistema de 12 V), a ECU entende que o sinal não corresponde ao consumo normal do motor.
4. Confirmação: após duas detecções consecutivas dessa anomalia, a DTC C1136 é armazenada e a luz de avaria permanece acesa até que o sistema complete vários ciclos de ignição com leitura normal.
Condições para ativação
• Perda de comunicação do feedback durante a tentativa de girar a bomba.
• Oscilações de tensão além das margens de tolerância definidas em software.
• Tempo de resposta do sinal acima do especificado (delay na subida/descida da tensão).
O que pode gerar reflexo nessa DTC (cobertura das possibilidades de sinal)
– Aberto no chicote elétrico do motor 6, interrompendo o retorno de tensão.
– Curto-circuito ao positivo ou ao terra no conector elétrico de sinal, forçando leitura fora da faixa esperada.
– Alta resistência de contato (contato frouxo, pino oxidado), causando queda de tensão inconsistente.
– Ruído eletromagnético excessivo na linha de alimentação ou no sensor de corrente, gerando leituras instáveis.
– Falha interna do driver de potência da ECU, que não envia ou não lê corretamente o feedback.
Sintomas Possíveis
– Luz do ABS acesa
– Luz de injeção acesa
– Luz de controle de estabilidade (VDC) acesa
– Falha na frenagem com ABS
– Pedal de freio pulsando em baixa velocidade
– Sistema de estabilidade desligando intermitentemente
– Ruído alto do motor elétrico do módulo ABS
– Luz de injeção acesa
– Luz de controle de estabilidade (VDC) acesa
– Falha na frenagem com ABS
– Pedal de freio pulsando em baixa velocidade
– Sistema de estabilidade desligando intermitentemente
– Ruído alto do motor elétrico do módulo ABS
Causas Possíveis
– Sensor de posição do virabrequim (CKP) com defeito
– Sensor de posição do comando de válvulas (CMP) com defeito
– Chicote elétrico do sensor do motor 6 danificado ou rompido
– Conector elétrico do sensor do motor 6 com mau contato ou corrosão
– Aterramento (massa) do sensor do motor 6 com mau contato
– ECU com defeito no canal de leitura do sinal do motor 6
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição no chicote elétrico
– Variação de tensão na bateria por alternador com defeito provocando sinal instável
– Polia do virabrequim com desgaste ou folga excessiva alterando o sinal
– Bomba de combustível com defeito causando oscilação de rotação detectada como erro
– Bobina ou vela de ignição do cilindro 6 com defeito gerando falha de combustão e sinal anômalo
– Vazamento no coletor de admissão provocando variação de vácuo e sinal errático
– Sensor de posição do comando de válvulas (CMP) com defeito
– Chicote elétrico do sensor do motor 6 danificado ou rompido
– Conector elétrico do sensor do motor 6 com mau contato ou corrosão
– Aterramento (massa) do sensor do motor 6 com mau contato
– ECU com defeito no canal de leitura do sinal do motor 6
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição no chicote elétrico
– Variação de tensão na bateria por alternador com defeito provocando sinal instável
– Polia do virabrequim com desgaste ou folga excessiva alterando o sinal
– Bomba de combustível com defeito causando oscilação de rotação detectada como erro
– Bobina ou vela de ignição do cilindro 6 com defeito gerando falha de combustão e sinal anômalo
– Vazamento no coletor de admissão provocando variação de vácuo e sinal errático
By Madalozzo



