B2338 Jeep – Circuito de Controle da Buzina – Circuito Aberto
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Horn Control Circuit Open
Definição em Português: Circuito de Controle da Buzina – Circuito Aberto
Definição em Português: Circuito de Controle da Buzina – Circuito Aberto
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Essa DTC indica que, quando a ECU de carroceria (BCM) comanda a buzina, ela não detecta a corrente elétrica esperada no chicote elétrico de comando da buzina, apontando para um circuito aberto no ponto de acionamento.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– A ECU executa um autoteste sempre que a ignição é ligada e a buzina não está em uso, e também durante o acionamento da buzina.
– Durante o teste, a BCM aplica 12 V no pino de comando da buzina e monitora a corrente que retorna.
– Se a corrente ficar abaixo de um limiar pré-definido (por exemplo, < 100 mA) por um período que normalmente varia entre 50 ms e 200 ms, ela conclui que o circuito está aberto e grava B2338.
– Em alguns projetos, a BCM também monitora se a tensão no pino de saída ultrapassa um nível alto (por ex. > 16 V) indicando que não há carga na saída, reforçando a detecção de circuito aberto.
Condições para ativação da DTC
1. Ignição em ON ou RUN.
2. Autoteste interno concluído sem detecção de carga na linha de buzina.
3. Comando para buzinar (seja via botão ou módulo de volante) sem retorno de corrente adequada.
4. Falha repetida em dois ciclos de verificação consecutivos para confirmar a anomalia.
O que gera reflexo dessa DTC
Ao gravar B2338, a ECU de carroceria sinaliza ao módulo de informações do painel que há falha no circuito de buzina. Isso faz com que o sistema bloqueie novas tentativas de acionamento da buzina até que o erro seja apagado e o circuito seja restabelecido dentro dos parâmetros de corrente e tensão definidos pelo fabricante.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– A ECU executa um autoteste sempre que a ignição é ligada e a buzina não está em uso, e também durante o acionamento da buzina.
– Durante o teste, a BCM aplica 12 V no pino de comando da buzina e monitora a corrente que retorna.
– Se a corrente ficar abaixo de um limiar pré-definido (por exemplo, < 100 mA) por um período que normalmente varia entre 50 ms e 200 ms, ela conclui que o circuito está aberto e grava B2338.
– Em alguns projetos, a BCM também monitora se a tensão no pino de saída ultrapassa um nível alto (por ex. > 16 V) indicando que não há carga na saída, reforçando a detecção de circuito aberto.
Condições para ativação da DTC
1. Ignição em ON ou RUN.
2. Autoteste interno concluído sem detecção de carga na linha de buzina.
3. Comando para buzinar (seja via botão ou módulo de volante) sem retorno de corrente adequada.
4. Falha repetida em dois ciclos de verificação consecutivos para confirmar a anomalia.
O que gera reflexo dessa DTC
Ao gravar B2338, a ECU de carroceria sinaliza ao módulo de informações do painel que há falha no circuito de buzina. Isso faz com que o sistema bloqueie novas tentativas de acionamento da buzina até que o erro seja apagado e o circuito seja restabelecido dentro dos parâmetros de corrente e tensão definidos pelo fabricante.
Sintomas Possíveis
– Buzina não toca ao pressionar o botão
– Buzina soa intermitente ou irregular
– Som da buzina fraco ou distorcido
– Nenhum clique do relé ao acionar a buzina
– Luz de injeção acesa (em alguns casos)
– Buzina soa intermitente ou irregular
– Som da buzina fraco ou distorcido
– Nenhum clique do relé ao acionar a buzina
– Luz de injeção acesa (em alguns casos)
Causas Possíveis
– Chicote elétrico interrompido entre módulo BCM e botão da buzina
– Botão da buzina com defeito
– Conector elétrico do botão da buzina corroído ou solto
– Mola espiral do volante com defeito
– Módulo BCM com defeito
– Fusível da buzina queimado
– Relé da buzina com defeito
– Mau contato no aterramento da buzina
– Buzina com defeito interrompendo o circuito
– Instalação de alarme/antifurto alterando o chicote elétrico
– Pinos do conector do BCM oxidados
– Danos ao chicote elétrico por roedores
– Interferência de rádio não original no chicote elétrico da buzina
– Botão da buzina com defeito
– Conector elétrico do botão da buzina corroído ou solto
– Mola espiral do volante com defeito
– Módulo BCM com defeito
– Fusível da buzina queimado
– Relé da buzina com defeito
– Mau contato no aterramento da buzina
– Buzina com defeito interrompendo o circuito
– Instalação de alarme/antifurto alterando o chicote elétrico
– Pinos do conector do BCM oxidados
– Danos ao chicote elétrico por roedores
– Interferência de rádio não original no chicote elétrico da buzina
By Madalozzo



