B1B04 Jeep – Airbag do Motorista – Circuito do Ignição 2 Com Baixa Tensão
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Driver Airbag Squib 2 Circuit Low
Definição em Português: Airbag do Motorista – Circuito do Ignição 2 Com Baixa Tensão
Definição em Português: Airbag do Motorista – Circuito do Ignição 2 Com Baixa Tensão
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico
B1B04 indica “Airbag do Motorista – Circuito de Ignição 2 com baixa tensão”. A ECU de airbag (Módulo SRS) monitora permanentemente a tensão no segundo circuito de disparo do airbag do motorista. Se essa tensão ficar abaixo do nível mínimo esperado, o módulo entende que não terá energia suficiente para inflar o saco em caso de colisão e registra a falha.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
1. Durante o autoteste inicial (ignição ligada), a ECU aplica tensão de referência ao circuito de ignição 2 e mede o valor real.
2. Se a leitura estiver abaixo do limiar estabelecido (tipicamente cerca de 9–10 V) por um período contínuo (por exemplo, >100 ms), a ECU conclui “baixa tensão”.
3. A DTC é armazenada após repetição do evento em até três ciclos de ignição, ou se detectada em evento de impacto.
Condições para ativação
– Ignição ligada e módulo SRS em estado pronto para autoteste.
– Falha de leitura de tensão no pino de saída do circuito de ignição 2 abaixo do limiar por tempo pré-definido.
– Repetição da condição conforme estratégia interna (ex.: 3 tentativas).
Reflexo na DTC
Qualquer irregularidade elétrica que faça a tensão cair sob o mínimo configurado (oscilação, ruído ou queda prolongada) será refletida diretamente nessa DTC, pois a ECU compara o valor medido com o esperado e, ao detectar desvio persistente, acende a lâmpada de SRS e grava B1B04.
Significado técnico
B1B04 indica “Airbag do Motorista – Circuito de Ignição 2 com baixa tensão”. A ECU de airbag (Módulo SRS) monitora permanentemente a tensão no segundo circuito de disparo do airbag do motorista. Se essa tensão ficar abaixo do nível mínimo esperado, o módulo entende que não terá energia suficiente para inflar o saco em caso de colisão e registra a falha.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
1. Durante o autoteste inicial (ignição ligada), a ECU aplica tensão de referência ao circuito de ignição 2 e mede o valor real.
2. Se a leitura estiver abaixo do limiar estabelecido (tipicamente cerca de 9–10 V) por um período contínuo (por exemplo, >100 ms), a ECU conclui “baixa tensão”.
3. A DTC é armazenada após repetição do evento em até três ciclos de ignição, ou se detectada em evento de impacto.
Condições para ativação
– Ignição ligada e módulo SRS em estado pronto para autoteste.
– Falha de leitura de tensão no pino de saída do circuito de ignição 2 abaixo do limiar por tempo pré-definido.
– Repetição da condição conforme estratégia interna (ex.: 3 tentativas).
Reflexo na DTC
Qualquer irregularidade elétrica que faça a tensão cair sob o mínimo configurado (oscilação, ruído ou queda prolongada) será refletida diretamente nessa DTC, pois a ECU compara o valor medido com o esperado e, ao detectar desvio persistente, acende a lâmpada de SRS e grava B1B04.
Sintomas Possíveis
– Luz do airbag acesa
– Luz do airbag piscando intermitente
– Bipe de advertência do airbag contínuo
– Módulo de airbag com defeito não reconhecido na ferramenta de diagnóstico
– Possível não disparo do airbag em colisão
– Luz do airbag piscando intermitente
– Bipe de advertência do airbag contínuo
– Módulo de airbag com defeito não reconhecido na ferramenta de diagnóstico
– Possível não disparo do airbag em colisão
Causas Possíveis
– Bateria com baixa tensão
– Alternador com defeito
– Fusível do circuito de airbag queimado
– Chicote elétrico do airbag do motorista danificado
– Conector elétrico do clock spring com mau contato
– Clock spring com defeito interno
– Chave de ignição com defeito
– Módulo de controle do airbag com defeito
– Mau aterramento do módulo de airbag
– Curto no circuito de ignição 2 por dispositivo aftermarket (alarme/rastreador)
– Conector elétrico de fusíveis corroído na caixa de fusíveis
– Pico de tensão gerado por inversor ou solda próximo à ECU
– Sensor de impacto ou pré-tensionador com defeito
– Passagem de umidade no chicote gerando fuga de corrente
– Alternador com defeito
– Fusível do circuito de airbag queimado
– Chicote elétrico do airbag do motorista danificado
– Conector elétrico do clock spring com mau contato
– Clock spring com defeito interno
– Chave de ignição com defeito
– Módulo de controle do airbag com defeito
– Mau aterramento do módulo de airbag
– Curto no circuito de ignição 2 por dispositivo aftermarket (alarme/rastreador)
– Conector elétrico de fusíveis corroído na caixa de fusíveis
– Pico de tensão gerado por inversor ou solda próximo à ECU
– Sensor de impacto ou pré-tensionador com defeito
– Passagem de umidade no chicote gerando fuga de corrente
By Madalozzo



