B1A0D Jeep – Controle Remoto 6 – Desempenho Insatisfatório
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: RKE Fob 6 Performance
Definição em Português: Controle Remoto 6 – Desempenho Insatisfatório
Definição em Português: Controle Remoto 6 – Desempenho Insatisfatório
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico:
B1A0D indica que o canal 6 do sistema de controle remoto por rádio frequência (RKE) está com desempenho abaixo dos parâmetros de projeto. A ECU monitora, neste canal, amplitude do sinal, forma e largura de pulso, temporização entre pulsos e integridade de dados (CRC/paridade). Quando esses parâmetros não atendem às tolerâncias pré-definidas por x tentativas consecutivas, o código é registrado.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Após um número determinado de transmissões do canal 6 falharem dentro de um ciclo (por exemplo, 3 tentativas em 60 s).
– A cada recepção o módulo compara:
• Amplitude do sinal (ex.: 2,7–4,7 V)
• Largura de pulso (ex.: 250–350 µs)
• Intervalo entre pulsos (ex.: 800–1 200 µs)
• CRC/paridade correta
– Se todos esses itens estiverem fora de faixa em todas as tentativas, a DTC é confirmada e gravada na memória de falhas da ECU.
Condições para ativação:
– Amplitude do sinal repetidamente fora da faixa especificada.
– Forma de pulso (largura ou bordas) fora da tolerância.
– Intervalos entre pulsos inconsistentes com o protocolo de canal 6.
– CRC ou paridade sinalizando dados corrompidos.
– Número de ocorrências de falha atinge o limiar definido (ex.: três em sequência).
Reflexo dessa DTC:
A ECU entende que o processamento ou recepção do sinal do transmissor no canal 6 não está confiável, indicando falhas repetitivas nos parâmetros de recepção/modulação definidos para esse canal.
Significado técnico:
B1A0D indica que o canal 6 do sistema de controle remoto por rádio frequência (RKE) está com desempenho abaixo dos parâmetros de projeto. A ECU monitora, neste canal, amplitude do sinal, forma e largura de pulso, temporização entre pulsos e integridade de dados (CRC/paridade). Quando esses parâmetros não atendem às tolerâncias pré-definidas por x tentativas consecutivas, o código é registrado.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Após um número determinado de transmissões do canal 6 falharem dentro de um ciclo (por exemplo, 3 tentativas em 60 s).
– A cada recepção o módulo compara:
• Amplitude do sinal (ex.: 2,7–4,7 V)
• Largura de pulso (ex.: 250–350 µs)
• Intervalo entre pulsos (ex.: 800–1 200 µs)
• CRC/paridade correta
– Se todos esses itens estiverem fora de faixa em todas as tentativas, a DTC é confirmada e gravada na memória de falhas da ECU.
Condições para ativação:
– Amplitude do sinal repetidamente fora da faixa especificada.
– Forma de pulso (largura ou bordas) fora da tolerância.
– Intervalos entre pulsos inconsistentes com o protocolo de canal 6.
– CRC ou paridade sinalizando dados corrompidos.
– Número de ocorrências de falha atinge o limiar definido (ex.: três em sequência).
Reflexo dessa DTC:
A ECU entende que o processamento ou recepção do sinal do transmissor no canal 6 não está confiável, indicando falhas repetitivas nos parâmetros de recepção/modulação definidos para esse canal.
Sintomas Possíveis
– Falha intermitente ao travar/destravar portas com o controle remoto
– Alcance reduzido do controle remoto
– Resposta lenta ou atraso ao pressionar os botões
– Controle remoto só funciona próximo ao veículo
– Pisca de seta não ocorre ao acionar o controle
– Desconexão frequente entre chave e módulo de conforto
– Bateria do controle se esgota rapidamente
– Alcance reduzido do controle remoto
– Resposta lenta ou atraso ao pressionar os botões
– Controle remoto só funciona próximo ao veículo
– Pisca de seta não ocorre ao acionar o controle
– Desconexão frequente entre chave e módulo de conforto
– Bateria do controle se esgota rapidamente
Causas Possíveis
– Bateria do controle remoto com defeito
– Controle remoto presencial com defeito
– Antena do sistema presencial com conector elétrico solto
– Módulo de controle de carroceria (BCM) com defeito
– Chicote elétrico danificado entre antena e BCM
– Interferência eletromagnética por alarme ou som after-market
– Sensor de proximidade da maçaneta com defeito
– Programação incorreta do controle remoto no BCM
– Umidade na porta causando mau contato no conector elétrico
– Firmware do módulo de chave presencial desatualizado
– Bateria auxiliar do veículo com tensão abaixo do mínimo
– Relé de alimentação do receptor remoto com defeito
– Blindagem metálica danificada gerando ruído no sinal RF
– Estrutura da carroceria bloqueando o sinal em certas posições da porta
– Controle remoto presencial com defeito
– Antena do sistema presencial com conector elétrico solto
– Módulo de controle de carroceria (BCM) com defeito
– Chicote elétrico danificado entre antena e BCM
– Interferência eletromagnética por alarme ou som after-market
– Sensor de proximidade da maçaneta com defeito
– Programação incorreta do controle remoto no BCM
– Umidade na porta causando mau contato no conector elétrico
– Firmware do módulo de chave presencial desatualizado
– Bateria auxiliar do veículo com tensão abaixo do mínimo
– Relé de alimentação do receptor remoto com defeito
– Blindagem metálica danificada gerando ruído no sinal RF
– Estrutura da carroceria bloqueando o sinal em certas posições da porta
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