B1973 Jeep – Direção de Abertura do Porta-malas Elétrico – Desempenho do Interruptor Secundário de Trava.
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Power Liftgate Open Direction – Ratchet Secondary Switch Performance
Definição em Português: Direção de Abertura do Porta-malas Elétrico – Desempenho do Interruptor Secundário de Trava.
Definição em Português: Direção de Abertura do Porta-malas Elétrico – Desempenho do Interruptor Secundário de Trava.
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
A ECU de carroceria (BCM) supervisiona o sinal proveniente do interruptor secundário de trava do porta-malas elétrico. Esse interruptor envia um nível de tensão específico (tipicamente transição entre ~0 V e ~12 V) quando a lingueta secundária se move entre posição travada e destravada. A DTC B1973 é registrada sempre que o desempenho desse sinal foge dos parâmetros de tempo e amplitude definidos:
1. Condição de vigilância
– Ignição em ON ou ACC e circuito do porta-malas energizado.
– Comando de abertura/fechamento do porta-malas acionado pelo usuário ou por controle remoto.
2. Parâmetros analisados
– Tempo de resposta: intervalo entre o comando elétrico e a mudança de tensão no conector elétrico do interruptor.
– Faixa de tensão: valores mínimo e máximo esperados em repouso e acionamento.
3. Critério de ativação
– Se, durante vários ciclos de abertura/fechamento, o sinal não atingir a tensão mínima ou máxima dentro do tempo-limite pré-configurado, a BCM interpreta falha de desempenho.
– Quando o número de eventos fora de spec ultrapassa o limite de tolerância, grava a DTC e aciona bit de falha correspondente na memória.
4. “Reflexo” na DTC
– Refere-se ao feedback do sensor secundário de trava, cuja ausência de transição limpa ou nível fora de faixa faz a ECU presumir inconsistência no monitoramento, gerando o código.
Sua explicação:
A ECU de carroceria (BCM) supervisiona o sinal proveniente do interruptor secundário de trava do porta-malas elétrico. Esse interruptor envia um nível de tensão específico (tipicamente transição entre ~0 V e ~12 V) quando a lingueta secundária se move entre posição travada e destravada. A DTC B1973 é registrada sempre que o desempenho desse sinal foge dos parâmetros de tempo e amplitude definidos:
1. Condição de vigilância
– Ignição em ON ou ACC e circuito do porta-malas energizado.
– Comando de abertura/fechamento do porta-malas acionado pelo usuário ou por controle remoto.
2. Parâmetros analisados
– Tempo de resposta: intervalo entre o comando elétrico e a mudança de tensão no conector elétrico do interruptor.
– Faixa de tensão: valores mínimo e máximo esperados em repouso e acionamento.
3. Critério de ativação
– Se, durante vários ciclos de abertura/fechamento, o sinal não atingir a tensão mínima ou máxima dentro do tempo-limite pré-configurado, a BCM interpreta falha de desempenho.
– Quando o número de eventos fora de spec ultrapassa o limite de tolerância, grava a DTC e aciona bit de falha correspondente na memória.
4. “Reflexo” na DTC
– Refere-se ao feedback do sensor secundário de trava, cuja ausência de transição limpa ou nível fora de faixa faz a ECU presumir inconsistência no monitoramento, gerando o código.
Sintomas Possíveis
– Porta-malas não destrava ao pressionar o botão interno ou externo
– Botão de abertura do porta-malas sem resposta
– Som de click no módulo de trava sem destravar
– Travamento e destravamento intermitentes
– Porta-malas destrava sozinho aleatoriamente
– Luz de injeção acesa no painel
– Botão de abertura do porta-malas sem resposta
– Som de click no módulo de trava sem destravar
– Travamento e destravamento intermitentes
– Porta-malas destrava sozinho aleatoriamente
– Luz de injeção acesa no painel
Causas Possíveis
– Interruptor secundário de trava com defeito
– Chicote elétrico danificado entre interruptor e módulo de controle
– Conector elétrico corroído no plugue do interruptor
– Atuador da trava do porta-malas com defeito
– Módulo de controle de carroceria (BCM) com defeito
– Bateria com baixa tensão gerando sinal instável
– Curto ou fuga de massa no chicote elétrico do interruptor
– Aterramento ruim no chassi causando ruído no sinal
– Dobradiças do porta-malas desalinhadas exercendo esforço no interruptor
– Engrenagem interna do motor de abertura travada
– Capacitor de supressão de ruído do motor com defeito
– Placa de circuito do interruptor danificada por umidade
– Sistema de travamento remoto com interferência RF no sinal
– Módulo de sensor de posição do porta-malas com defeito
– Parafusos folgados no suporte do interruptor causando mau contato
– Software da ECU desatualizado afetando diagnóstico
– Emendas mal feitas no chicote elétrico do porta-malas
– Relé de trava geral com defeito influenciando circuito do interruptor
– Fusível oscilante abrindo sob carga e gerando leitura errônea
– Chicote elétrico danificado entre interruptor e módulo de controle
– Conector elétrico corroído no plugue do interruptor
– Atuador da trava do porta-malas com defeito
– Módulo de controle de carroceria (BCM) com defeito
– Bateria com baixa tensão gerando sinal instável
– Curto ou fuga de massa no chicote elétrico do interruptor
– Aterramento ruim no chassi causando ruído no sinal
– Dobradiças do porta-malas desalinhadas exercendo esforço no interruptor
– Engrenagem interna do motor de abertura travada
– Capacitor de supressão de ruído do motor com defeito
– Placa de circuito do interruptor danificada por umidade
– Sistema de travamento remoto com interferência RF no sinal
– Módulo de sensor de posição do porta-malas com defeito
– Parafusos folgados no suporte do interruptor causando mau contato
– Software da ECU desatualizado afetando diagnóstico
– Emendas mal feitas no chicote elétrico do porta-malas
– Relé de trava geral com defeito influenciando circuito do interruptor
– Fusível oscilante abrindo sob carga e gerando leitura errônea
By Madalozzo



