B1737 Hyundai – Circuito de resistência do pré-tensionador do cinto dianteiro do passageiro – Curto para a bateria.
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Anchor Pretensioner front-Passenger resistance circuit short to Battery
Definição em Português: Circuito de resistência do pré-tensionador do cinto dianteiro do passageiro – Curto para a bateria.
Definição em Português: Circuito de resistência do pré-tensionador do cinto dianteiro do passageiro – Curto para a bateria.
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
1. Significado técnico
– Refere-se ao circuito de resistência interna do pré-tensionador do cinto dianteiro do passageiro.
– “Curto para a bateria” indica que a ECU detecta resistência muito baixa nesse circuito, como se estivesse diretamente ligado ao polo positivo.
2. Como a ECU monitora
– No modo key-ON, ela aplica corrente controlada sobre a linha do pré-tensionador e mede a queda de tensão.
– Calcula a resistência (R = V/I) e compara ao valor de referência programado.
3. Condições para ativação
– Se o valor medido ficar abaixo do limite mínimo (ex.: abaixo de 2 Ω) por um período de monitoramento contínuo (geralmente alguns segundos) ou em duas verificações consecutivas, a DTC B1737 é registrada.
– O monitor de resistência funciona com a ignição ligada, antes de qualquer acionamento do airbag, garantindo teste seguro.
4. Por que a ECU lança esse DTC
– Baja resistência indica curto interno ao sistema de disparo do pré-tensionador, impedindo leitura estável.
– Para evitar disparos incontrolados, a central desativa o circuito e guarda o código.
5. Reflexo na DTC
– Qualquer medição que gere resistência aparente abaixo do valor de referência mantém o DTC ativo, mesmo que a origem esteja em variação de tensão da bateria ou mudanças bruscas de temperatura.
– Interferências elétricas na linha de disparo ou flutuações de alimentação podem causar leituras de resistência baixa e sustentar o alerta.
Sua explicação:
1. Significado técnico
– Refere-se ao circuito de resistência interna do pré-tensionador do cinto dianteiro do passageiro.
– “Curto para a bateria” indica que a ECU detecta resistência muito baixa nesse circuito, como se estivesse diretamente ligado ao polo positivo.
2. Como a ECU monitora
– No modo key-ON, ela aplica corrente controlada sobre a linha do pré-tensionador e mede a queda de tensão.
– Calcula a resistência (R = V/I) e compara ao valor de referência programado.
3. Condições para ativação
– Se o valor medido ficar abaixo do limite mínimo (ex.: abaixo de 2 Ω) por um período de monitoramento contínuo (geralmente alguns segundos) ou em duas verificações consecutivas, a DTC B1737 é registrada.
– O monitor de resistência funciona com a ignição ligada, antes de qualquer acionamento do airbag, garantindo teste seguro.
4. Por que a ECU lança esse DTC
– Baja resistência indica curto interno ao sistema de disparo do pré-tensionador, impedindo leitura estável.
– Para evitar disparos incontrolados, a central desativa o circuito e guarda o código.
5. Reflexo na DTC
– Qualquer medição que gere resistência aparente abaixo do valor de referência mantém o DTC ativo, mesmo que a origem esteja em variação de tensão da bateria ou mudanças bruscas de temperatura.
– Interferências elétricas na linha de disparo ou flutuações de alimentação podem causar leituras de resistência baixa e sustentar o alerta.
Sintomas Possíveis
– Luz do airbag acesa no painel
– Sistema SRS indica falha no pré-tensionador do passageiro
– Pré-tensionador do cinto dianteiro do passageiro não dispara em colisão
– Sistema SRS indica falha no pré-tensionador do passageiro
– Pré-tensionador do cinto dianteiro do passageiro não dispara em colisão
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do pré-tensionador dianteiro do passageiro com curto para a bateria
– Conector elétrico do módulo SRS corroído ou com defeito causando contato indesejado no positivo
– Módulo de controle do airbag (SRS) com defeito registrando fuga de corrente no circuito
– Pré-tensionador do cinto dianteiro do passageiro com defeito interno provocando curto
– Sensor de ocupação do banco com defeito gerando tensão errática no circuito SRS
– Fusível do circuito do pré-tensionador derretido parcialmente provocando curto intermitente
– Interruptor da ignição com defeito alimentando o circuito de pré-tensionador fora de hora
– Massa da carroceria corroída ou solta fazendo retorno de corrente pelo circuito positivo
– Módulo de memória do airbag (SMK) corrompido enviando sinais de tensão excessiva
– Chicote de aterramento geral do compartimento do airbag com defeito forçando sobrecarga na alimentação
– Sensor de colisão lateral com defeito induzindo tensão no circuito do pré-tensionador
– Unidade de controle Body Control Module (BCM) com falha provocando alimentação cruzada no barramento SRS
– Conector elétrico do módulo SRS corroído ou com defeito causando contato indesejado no positivo
– Módulo de controle do airbag (SRS) com defeito registrando fuga de corrente no circuito
– Pré-tensionador do cinto dianteiro do passageiro com defeito interno provocando curto
– Sensor de ocupação do banco com defeito gerando tensão errática no circuito SRS
– Fusível do circuito do pré-tensionador derretido parcialmente provocando curto intermitente
– Interruptor da ignição com defeito alimentando o circuito de pré-tensionador fora de hora
– Massa da carroceria corroída ou solta fazendo retorno de corrente pelo circuito positivo
– Módulo de memória do airbag (SMK) corrompido enviando sinais de tensão excessiva
– Chicote de aterramento geral do compartimento do airbag com defeito forçando sobrecarga na alimentação
– Sensor de colisão lateral com defeito induzindo tensão no circuito do pré-tensionador
– Unidade de controle Body Control Module (BCM) com falha provocando alimentação cruzada no barramento SRS
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