B1658 Hyundai – SRSCM – Acidente registrado
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Crash Is Recorded In SRSCM
Definição em Português: SRSCM – Acidente registrado
Definição em Português: SRSCM – Acidente registrado
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico da B1658 Hyundai: o Módulo de Controle do Sistema de Airbag (SRSCM) detectou que um evento de colisão foi reconhecido e registrou esse “acidente” na sua memória interna.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Ao receber sinal dos sensores de impacto (acelerômetros ou sensores de choque) que excede o limiar programado para colisão.
– Se, após o impacto, o SRSCM constata que a desaceleração supera níveis pré-definidos para disparo de airbag/pré-tensionador.
– Quando a lógica interna do módulo compara entradas dos sensores frontais, laterais e cortina e identifica padrão compatível com acidente.
Condições para ativação
– Sensor de impacto emissor de pulso elétrico acima do valor de limiar configurado.
– Persistência desse pulso por tempo igual ou superior ao programado (tempo mínimo de detecção).
– Validação cruzada entre dois ou mais canais de sensor para evitar gatilhos falsos.
O que gera esse registro na ECU
– Qualquer aceleração brusca compatível com colisão frontal, lateral ou traseira que ultrapasse parâmetros de threshold e tempo.
– Processamento interno que valida a sequência de sinais (ex.: pulso rápido seguido de queda abrupta de voltagem no sensor).
– Memória de eventos do SRSCM que, uma vez acionada, mantém a DTC até ser apagada via scanner.
Significado técnico da B1658 Hyundai: o Módulo de Controle do Sistema de Airbag (SRSCM) detectou que um evento de colisão foi reconhecido e registrou esse “acidente” na sua memória interna.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Ao receber sinal dos sensores de impacto (acelerômetros ou sensores de choque) que excede o limiar programado para colisão.
– Se, após o impacto, o SRSCM constata que a desaceleração supera níveis pré-definidos para disparo de airbag/pré-tensionador.
– Quando a lógica interna do módulo compara entradas dos sensores frontais, laterais e cortina e identifica padrão compatível com acidente.
Condições para ativação
– Sensor de impacto emissor de pulso elétrico acima do valor de limiar configurado.
– Persistência desse pulso por tempo igual ou superior ao programado (tempo mínimo de detecção).
– Validação cruzada entre dois ou mais canais de sensor para evitar gatilhos falsos.
O que gera esse registro na ECU
– Qualquer aceleração brusca compatível com colisão frontal, lateral ou traseira que ultrapasse parâmetros de threshold e tempo.
– Processamento interno que valida a sequência de sinais (ex.: pulso rápido seguido de queda abrupta de voltagem no sensor).
– Memória de eventos do SRSCM que, uma vez acionada, mantém a DTC até ser apagada via scanner.
Sintomas Possíveis
– Luz do airbag (SRS) acesa no painel
– Luz SRS piscando ou fixa ao ligar a ignição
– Buzzer de advertência do airbag ao ligar a ignição
– Sistema de pré-tensionador do cinto inoperante
– Airbag não dispara em teste de diagnóstico
– Código B1658 permanece após reset no scanner
– Luz SRS piscando ou fixa ao ligar a ignição
– Buzzer de advertência do airbag ao ligar a ignição
– Sistema de pré-tensionador do cinto inoperante
– Airbag não dispara em teste de diagnóstico
– Código B1658 permanece após reset no scanner
Causas Possíveis
– Módulo SRSCM com defeito
– Chicote elétrico danificado entre sensores de impacto e SRSCM
– Sensor de impacto frontal com defeito
– Sensor de impacto lateral com defeito
– Conector elétrico corroído ou solto no módulo SRSCM
– Curto-circuito no chicote elétrico do sensor de aceleração
– Fusível do sistema SRS queimado
– Bateria com tensão insuficiente durante auto-teste
– Software da SRSCM corrompido ou desatualizado
– Aterramento do módulo SRSCM mal conectado
– Pretensionador de cinto com defeito gerando sinal irregular
– Interferência eletromagnética no chicote elétrico do SRS
– Chicote elétrico danificado entre sensores de impacto e SRSCM
– Sensor de impacto frontal com defeito
– Sensor de impacto lateral com defeito
– Conector elétrico corroído ou solto no módulo SRSCM
– Curto-circuito no chicote elétrico do sensor de aceleração
– Fusível do sistema SRS queimado
– Bateria com tensão insuficiente durante auto-teste
– Software da SRSCM corrompido ou desatualizado
– Aterramento do módulo SRSCM mal conectado
– Pretensionador de cinto com defeito gerando sinal irregular
– Interferência eletromagnética no chicote elétrico do SRS
By Madalozzo



