B1650 Hyundai – Airbag (DAB ou PAB) – Acionado
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: DAB or PAB deployed
Definição em Português: Airbag (DAB ou PAB) – Acionado
Definição em Português: Airbag (DAB ou PAB) – Acionado
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Significado técnico: a DTC B1650 indica que o módulo SRS (ECU do airbag) detectou e registrou o acionamento real de um insuflador de airbag de motorista (DAB) ou passageiro (PAB). Em outras palavras, o sistema identificou que houve liberação de carga capacitiva para os squibs e, portanto, ocorreu de fato o disparo do airbag.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
A ECU SRS monitora continuamente vários sensores de impacto e a tensão do circuito de disparo. Se, durante um evento de colisão, um ou mais sensores de desaceleração ultrapassam o limiar pré-definido, a ECU autoriza a descarga dos capacitores para o chicote elétrico do airbag. Assim que essa descarga ocorre, a ECU entende que o airbag foi efetivamente acionado e grava o código B1650 em sua memória de falhas.
Condições para ativação
1. Sensor de impacto frontal ou lateral detectando desaceleração além do limite de projeto.
2. Verificação de integridade do circuito de disparo e ausência de falhas no conector elétrico do insuflador.
3. Armazenamento do evento de disparo como falha não volátil, mesmo após desligar a ignição.
O que pode gerar reflexo nessa DTC
– Qualquer novo ciclo de ignição após o disparo mantém o código B1650 ativo até que seja usado equipamento de diagnóstico e feita a limpeza da memória SRS.
– A simples desconexão e reconexão da bateria não apaga a DTC, pois ela fica armazenada na memória não volátil do módulo SRS.
– O scanner de diagnóstico exibirá permanentemente esse código após um disparo real de airbag, indicando que o sistema já cumpriu seu propósito de proteção e agora exige substituição ou reciclagem de componentes antes de restaurar a condição de serviço.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
A ECU SRS monitora continuamente vários sensores de impacto e a tensão do circuito de disparo. Se, durante um evento de colisão, um ou mais sensores de desaceleração ultrapassam o limiar pré-definido, a ECU autoriza a descarga dos capacitores para o chicote elétrico do airbag. Assim que essa descarga ocorre, a ECU entende que o airbag foi efetivamente acionado e grava o código B1650 em sua memória de falhas.
Condições para ativação
1. Sensor de impacto frontal ou lateral detectando desaceleração além do limite de projeto.
2. Verificação de integridade do circuito de disparo e ausência de falhas no conector elétrico do insuflador.
3. Armazenamento do evento de disparo como falha não volátil, mesmo após desligar a ignição.
O que pode gerar reflexo nessa DTC
– Qualquer novo ciclo de ignição após o disparo mantém o código B1650 ativo até que seja usado equipamento de diagnóstico e feita a limpeza da memória SRS.
– A simples desconexão e reconexão da bateria não apaga a DTC, pois ela fica armazenada na memória não volátil do módulo SRS.
– O scanner de diagnóstico exibirá permanentemente esse código após um disparo real de airbag, indicando que o sistema já cumpriu seu propósito de proteção e agora exige substituição ou reciclagem de componentes antes de restaurar a condição de serviço.
Sintomas Possíveis
– Luz do airbag acesa no painel
– Scanner acusa airbag já acionado
– Módulo SRS não permite apagar o código
– Falha no teste de diagnóstico do SRS
– Airbag permanece desarmado após reset
– Scanner acusa airbag já acionado
– Módulo SRS não permite apagar o código
– Falha no teste de diagnóstico do SRS
– Airbag permanece desarmado após reset
Causas Possíveis
– Módulo SRS com defeito armazenando estado de airbag já acionado
– Airbag dianteiro (DAB) com defeito no circuito após implantação
– Sensor de impacto com defeito ou mal encaixado
– Chicote elétrico do airbag rompido, danificado ou com curto
– Conector elétrico do módulo SRS oxidado ou com mau contato
– Fusível da ignição SRS queimado, mal encaixado ou com defeito
– Terra do módulo SRS com defeito gerando leitura incorreta
– Bateria fraca ou alternador instável provocando queda de tensão no SRS
– Falha na comunicação CAN entre BCM e módulo SRS
– BCM com defeito refletindo erro no sistema de airbag
– Relé de ignição do SRS com defeito não alimentando corretamente o módulo
– Reparo de colisão anterior com reset inadequado do sistema
– Airbag dianteiro (DAB) com defeito no circuito após implantação
– Sensor de impacto com defeito ou mal encaixado
– Chicote elétrico do airbag rompido, danificado ou com curto
– Conector elétrico do módulo SRS oxidado ou com mau contato
– Fusível da ignição SRS queimado, mal encaixado ou com defeito
– Terra do módulo SRS com defeito gerando leitura incorreta
– Bateria fraca ou alternador instável provocando queda de tensão no SRS
– Falha na comunicação CAN entre BCM e módulo SRS
– BCM com defeito refletindo erro no sistema de airbag
– Relé de ignição do SRS com defeito não alimentando corretamente o módulo
– Reparo de colisão anterior com reset inadequado do sistema
By Madalozzo



