B1412 Hyundai – Sensor de Impacto Lateral (SIS) Traseiro do Lado do Motorista – Erro de Comunicação
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: SIS (Side Impact Sensor) Rear-Driver Communication error
Definição em Português: Sensor de Impacto Lateral (SIS) Traseiro do Lado do Motorista – Erro de Comunicação
Definição em Português: Sensor de Impacto Lateral (SIS) Traseiro do Lado do Motorista – Erro de Comunicação
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico: o módulo de Airbag (ECU SRS) não recebe ou detecta dados válidos do Sensor de Impacto Lateral (SIS) traseiro do lado do motorista dentro do prazo previsto. Esses sensores enviam informação periódica sobre impactos via barramento (LIN ou CAN), incluindo códigos de verificação (CRC) e sinais de sincronismo.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Na partida ou em autotéste, a ECU SRS faz varredura de todos os sensores SIS.
– Ela espera respostas em intervalos definidos (por exemplo, a cada 100 ms).
– Se o sensor não responde, envia mensagem com CRC incorreto ou apresenta dados fora do protocolo, a ECU interpreta como “sem comunicação”.
– Após exceder o tempo-limite de resposta (timeout) ou número de falhas consecutivas, o código B1412 é gravado e a luz de airbag acende.
Condições para disparo da DTC:
– Não recepção de pacotes de dados dentro do período de vigilância.
– Recepção de mensagens com checksum/CRC inválido.
– Falha de sincronismo no barramento dedicado ao SIS.
Reflexo no sistema:
A ECU SRS trava o monitoramento daquele sensor e considera o circuito de impacto lateral não confiável, mantendo o código ativo até que a comunicação seja restabelecida e validada em novo autodiagnóstico.
Significado técnico: o módulo de Airbag (ECU SRS) não recebe ou detecta dados válidos do Sensor de Impacto Lateral (SIS) traseiro do lado do motorista dentro do prazo previsto. Esses sensores enviam informação periódica sobre impactos via barramento (LIN ou CAN), incluindo códigos de verificação (CRC) e sinais de sincronismo.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Na partida ou em autotéste, a ECU SRS faz varredura de todos os sensores SIS.
– Ela espera respostas em intervalos definidos (por exemplo, a cada 100 ms).
– Se o sensor não responde, envia mensagem com CRC incorreto ou apresenta dados fora do protocolo, a ECU interpreta como “sem comunicação”.
– Após exceder o tempo-limite de resposta (timeout) ou número de falhas consecutivas, o código B1412 é gravado e a luz de airbag acende.
Condições para disparo da DTC:
– Não recepção de pacotes de dados dentro do período de vigilância.
– Recepção de mensagens com checksum/CRC inválido.
– Falha de sincronismo no barramento dedicado ao SIS.
Reflexo no sistema:
A ECU SRS trava o monitoramento daquele sensor e considera o circuito de impacto lateral não confiável, mantendo o código ativo até que a comunicação seja restabelecida e validada em novo autodiagnóstico.
Sintomas Possíveis
– Luz do airbag acesa
– Aviso sonoro intermitente ao dar ignição
– Airbag lateral traseiro do motorista desativado
– Falha intermitente na leitura do sensor lateral traseiro
– Aviso sonoro intermitente ao dar ignição
– Airbag lateral traseiro do motorista desativado
– Falha intermitente na leitura do sensor lateral traseiro
Causas Possíveis
– Chicote elétrico danificado entre sensor e módulo SRS
– Conector elétrico do sensor com pinos corroídos ou folgados
– Sensor de impacto lateral traseiro do motorista com defeito
– Módulo de airbag (SRS) com defeito
– Fusível ou relé do circuito SRS intermitente ou queimado
– Mau contato de massa no módulo SRS
– Bateria fraca ou mal aterrada gerando oscilação de tensão
– Acúmulo de umidade no conector elétrico do sensor
– Danos no chicote elétrico do teto após reparos ou colisões
– Interferência eletromagnética por som, alarme ou rastreador instalado
– Central eletrônica da carroceria (BCM) com defeito afetando rede CAN
– Software do módulo SRS desatualizado ou corrompido
– Danos estruturais internos após colisão alterando resistência do chicote elétrico
– Conector elétrico do sensor com pinos corroídos ou folgados
– Sensor de impacto lateral traseiro do motorista com defeito
– Módulo de airbag (SRS) com defeito
– Fusível ou relé do circuito SRS intermitente ou queimado
– Mau contato de massa no módulo SRS
– Bateria fraca ou mal aterrada gerando oscilação de tensão
– Acúmulo de umidade no conector elétrico do sensor
– Danos no chicote elétrico do teto após reparos ou colisões
– Interferência eletromagnética por som, alarme ou rastreador instalado
– Central eletrônica da carroceria (BCM) com defeito afetando rede CAN
– Software do módulo SRS desatualizado ou corrompido
– Danos estruturais internos após colisão alterando resistência do chicote elétrico
By Madalozzo



