B1405 Hyundai – Sensor de Impacto Lateral Dianteiro do Passageiro – Circuito em Curto com a Alimentação
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Passenger Front Side Impact Sensor (FSIS) Circuit Short To Power
Definição em Português: Sensor de Impacto Lateral Dianteiro do Passageiro – Circuito em Curto com a Alimentação
Definição em Português: Sensor de Impacto Lateral Dianteiro do Passageiro – Circuito em Curto com a Alimentação
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Ela indica que a ECU do SRS identificou um curto com alimentação no circuito de sinal do sensor de impacto lateral dianteiro do passageiro.
Quando e por que a ECU ativa esta DTC
· Autoteste IG-ON: ao girar a chave para ON, a unidade mede a tensão no pino de sinal do sensor antes mesmo de ligar o motor.
· Faixa esperada: existe um nível de referência (voltagem intermédia proporcional à aceleração) definido pela Hyundai.
· Condição de disparo: se durante este teste ou em operação normal a tensão no pino subir até um valor próximo ao da bateria (logo acima da faixa máxima permitida) por um período contínuo pré-programado (ex.: >0,5 s), a ECU contabiliza uma falha.
· Confirmação: na partida seguinte, se o mesmo desvio ocorrer, a DTC é gravada em memória permanente.
Detalhamento das condições
· Monitoramento cíclico: a ECU repete a leitura várias vezes por segundo.
· Thresholds internos: existe um limite superior de tensão que, ao ser ultrapassado, sinaliza curto com alimentação.
· Tempo de sustentação: a tensão deve permanecer elevada por tempo suficiente para diferenciar um pico momentâneo de um curto real.
Reflexo na DTC
Quando a ECU percebe que a saída do sensor está saturada em nível de bateria, ela interpreta isso como defeito de curto com alimentação e registra a DTC B1405 até que o sinal retorne à faixa correta e seja confirmado estável nas próximas checagens.
Quando e por que a ECU ativa esta DTC
· Autoteste IG-ON: ao girar a chave para ON, a unidade mede a tensão no pino de sinal do sensor antes mesmo de ligar o motor.
· Faixa esperada: existe um nível de referência (voltagem intermédia proporcional à aceleração) definido pela Hyundai.
· Condição de disparo: se durante este teste ou em operação normal a tensão no pino subir até um valor próximo ao da bateria (logo acima da faixa máxima permitida) por um período contínuo pré-programado (ex.: >0,5 s), a ECU contabiliza uma falha.
· Confirmação: na partida seguinte, se o mesmo desvio ocorrer, a DTC é gravada em memória permanente.
Detalhamento das condições
· Monitoramento cíclico: a ECU repete a leitura várias vezes por segundo.
· Thresholds internos: existe um limite superior de tensão que, ao ser ultrapassado, sinaliza curto com alimentação.
· Tempo de sustentação: a tensão deve permanecer elevada por tempo suficiente para diferenciar um pico momentâneo de um curto real.
Reflexo na DTC
Quando a ECU percebe que a saída do sensor está saturada em nível de bateria, ela interpreta isso como defeito de curto com alimentação e registra a DTC B1405 até que o sinal retorne à faixa correta e seja confirmado estável nas próximas checagens.
Sintomas Possíveis
– Luz do airbag acesa após dar partida
– Alarme sonoro de airbag ao ligar a ignição
– Desativação do airbag lateral do passageiro
– Falha na autoverificação do SRS ao ligar
– Não acionamento do airbag em impacto lateral
– Alarme sonoro de airbag ao ligar a ignição
– Desativação do airbag lateral do passageiro
– Falha na autoverificação do SRS ao ligar
– Não acionamento do airbag em impacto lateral
Causas Possíveis
– Sensor de impacto lateral dianteiro do passageiro com defeito
– Chicote elétrico do sensor com curto interno
– Conector elétrico do sensor corroído ou mal encaixado
– Fusível de alimentação do airbag com defeito
– Módulo de controle do airbag (SRSCM) com defeito
– Módulo de comando de carroceria (BCM) com defeito
– Aterramento (massa) do sensor com defeito
– Instalação de acessório (alarme, som) interferindo no chicote
– Picada de roedor no chicote elétrico gerando curto
– Corrosão interna no sensor por infiltração de umidade
– Conector OBD-II com chicote danificado causando curto no barramento
– Sensor lateral do lado do motorista com defeito influenciando o circuito
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no barramento compartilhado
– Painel de instrumentos com defeito no circuito de alimentação do airbag
– Reparo anterior no airbag alterando resistência do circuito sensor
– Chicote elétrico do sensor com curto interno
– Conector elétrico do sensor corroído ou mal encaixado
– Fusível de alimentação do airbag com defeito
– Módulo de controle do airbag (SRSCM) com defeito
– Módulo de comando de carroceria (BCM) com defeito
– Aterramento (massa) do sensor com defeito
– Instalação de acessório (alarme, som) interferindo no chicote
– Picada de roedor no chicote elétrico gerando curto
– Corrosão interna no sensor por infiltração de umidade
– Conector OBD-II com chicote danificado causando curto no barramento
– Sensor lateral do lado do motorista com defeito influenciando o circuito
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no barramento compartilhado
– Painel de instrumentos com defeito no circuito de alimentação do airbag
– Reparo anterior no airbag alterando resistência do circuito sensor
By Madalozzo



