B1208 Hyundai – Potenciômetro de Admissão – Circuito Aberto (Baixo)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Intake Potentiometer Open (Low)
Definição em Português: Potenciômetro de Admissão – Circuito Aberto (Baixo)
Definição em Português: Potenciômetro de Admissão – Circuito Aberto (Baixo)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
A B1208 indica que a ECU detectou o sinal do potenciômetro de admissão em nível muito baixo, como se o circuito estivesse aberto ou em curto a terra. Tecnicamente, durante a chave ligada ou no arranque, a unidade de controle monitora a tensão de retorno do sensor (normalmente entre 0,5 V e 4,5 V). Se esse valor permanecer abaixo do limiar de aproximadamente 0,1 V por tempo pré-definido (em torno de alguns milissegundos a segundos, conforme o software Hyundai), a ECU considera o circuito aberto/baixo e registra a falha.
Condições de ativação:
1. Alimentação de 5 V do sensor presente e estável.
2. Monitoramento contínuo do sinal de retorno ao módulo.
3. Valor do sinal inferior ao limite mínimo programado dentro do período de diagnóstico.
4. Falha se repetida em ciclos sucessivos de verificação.
A DTC reflete diretamente a incapacidade da ECU de receber leitura válida do potenciômetro, comprometendo o mapeamento de ar/combustível e criando alerta de circuito aberto (baixo).
A B1208 indica que a ECU detectou o sinal do potenciômetro de admissão em nível muito baixo, como se o circuito estivesse aberto ou em curto a terra. Tecnicamente, durante a chave ligada ou no arranque, a unidade de controle monitora a tensão de retorno do sensor (normalmente entre 0,5 V e 4,5 V). Se esse valor permanecer abaixo do limiar de aproximadamente 0,1 V por tempo pré-definido (em torno de alguns milissegundos a segundos, conforme o software Hyundai), a ECU considera o circuito aberto/baixo e registra a falha.
Condições de ativação:
1. Alimentação de 5 V do sensor presente e estável.
2. Monitoramento contínuo do sinal de retorno ao módulo.
3. Valor do sinal inferior ao limite mínimo programado dentro do período de diagnóstico.
4. Falha se repetida em ciclos sucessivos de verificação.
A DTC reflete diretamente a incapacidade da ECU de receber leitura válida do potenciômetro, comprometendo o mapeamento de ar/combustível e criando alerta de circuito aberto (baixo).
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Motor apaga em ponto morto
– Hesitação ou falta de resposta ao acelerar
– Redução de potência / modo de segurança
– Partida difícil ou falha na partida
– Marcha lenta irregular
– Motor apaga em ponto morto
– Hesitação ou falta de resposta ao acelerar
– Redução de potência / modo de segurança
– Partida difícil ou falha na partida
Causas Possíveis
– Sensor de posição da borboleta com defeito
– Chicote elétrico aberto ou danificado entre sensor de posição da borboleta e módulo de injeção
– Conector elétrico do sensor de posição da borboleta mal encaixado ou com pinos corroídos
– Mau aterramento do sensor de posição da borboleta ou do módulo de injeção
– Módulo de injeção com defeito no circuito de leitura do potenciômetro de admissão
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição no chicote elétrico do sensor
– Relé de alimentação do corpo de borboleta falhando e interrompendo a tensão do sensor
– Regulador de voltagem com defeito gerando tensão fora da faixa para o sensor
– Bateria fraca ou alternador com saída instável causando baixa tensão no circuito do sensor
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito afetando lógica de redundância do TPS
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão alterando o posicionamento da borboleta
– Borboleta presa por sujeira ou carbonização impedindo retorno ao ponto de referência do sensor
– Rede CAN com falha de comunicação refletindo leitura incorreta do potenciômetro
– Módulo do corpo de borboleta (TBM) com defeito reportando posição errada ao módulo de injeção
– Chicote elétrico aberto ou danificado entre sensor de posição da borboleta e módulo de injeção
– Conector elétrico do sensor de posição da borboleta mal encaixado ou com pinos corroídos
– Mau aterramento do sensor de posição da borboleta ou do módulo de injeção
– Módulo de injeção com defeito no circuito de leitura do potenciômetro de admissão
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição no chicote elétrico do sensor
– Relé de alimentação do corpo de borboleta falhando e interrompendo a tensão do sensor
– Regulador de voltagem com defeito gerando tensão fora da faixa para o sensor
– Bateria fraca ou alternador com saída instável causando baixa tensão no circuito do sensor
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito afetando lógica de redundância do TPS
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão alterando o posicionamento da borboleta
– Borboleta presa por sujeira ou carbonização impedindo retorno ao ponto de referência do sensor
– Rede CAN com falha de comunicação refletindo leitura incorreta do potenciômetro
– Módulo do corpo de borboleta (TBM) com defeito reportando posição errada ao módulo de injeção
By Madalozzo



