B1113 Ford – Dispositivo Térmico Elétrico do Passageiro – Falha de Superaquecimento no Controle
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Passenger Thermal Electric Device Control Overtemperature Fault
Definição em Português: Dispositivo Térmico Elétrico do Passageiro – Falha de Superaquecimento no Controle
Definição em Português: Dispositivo Térmico Elétrico do Passageiro – Falha de Superaquecimento no Controle
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
A B1113 indica que o circuito de controle do elemento térmico elétrico do assento do passageiro detectou uma condição de superaquecimento ou leitura fora dos limites programados. Internamente, a ECU monitora a corrente e a temperatura do PTC (Positive Temperature Coefficient) via sensor de temperatura embutido no módulo.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
1. Condição de comutação: com ignição ligada e o sistema de aquecimento de assento em funcionamento, a ECU aplica um sinal PWM ao módulo térmico.
2. Monitoramento de temperatura: simultaneamente, a ECU lê o sinal de tensão do sensor de temperatura.
3. Critério de falha: se, por N ciclos de leitura consecutivos (normalmente 3 a 5), o valor lido ultrapassar o limiar de temperatura máxima definido (ou sinalizar circuito aberto/curto), a ECU entende que houve sobreaquecimento.
4. Tempo de validação: a condição deve persistir por um tempo mínimo (geralmente 5–10 s de operação contínua) antes de gravar a DTC e acender o bit de falha na memória.
Condições para ativação
– Tensão de alimentação dentro da faixa de operação (aprox. 9–16 V).
– Comando de PWM ativo no terminal de controle do módulo.
– Sinal do sensor fora da faixa normal (acima de ~150 °C equivalente ou abaixo de ~–40 °C).
– Persistência da leitura anômala por vários ciclos de amostragem.
O que pode estar gerando reflexo nessa DTC
A ECU interpreta como “reflexo” qualquer leitura de sensor que exceda o limite programado de temperatura ou apresente falha de circuito. Exemplos de situações de leitura que levam ao registro da DTC sem necessariamente serem defeitos mecânicos diretos:
– Sinal do sensor muito alto (tensão acima da curva de temperatura esperada).
– Sinal do sensor muito baixo ou flutuante (circuito aberto/intermitente).
– Ruído elétrico excessivo no chicote elétrico ou mau contato no conector elétrico, causando variação abrupta de tensão.
– Pulsos de alimentação irregulares no circuito de aquecimento, fazendo o controle PWM perder referência de temperatura.
Em resumo, a B1113 é acionada quando a ECU detecta repetidamente, ao longo de ciclos de amostragem, leituras de temperatura ou de circuito que ultrapassam os limites definidos para proteção contra superaquecimento do módulo térmico do passageiro.
Sua explicação:
A B1113 indica que o circuito de controle do elemento térmico elétrico do assento do passageiro detectou uma condição de superaquecimento ou leitura fora dos limites programados. Internamente, a ECU monitora a corrente e a temperatura do PTC (Positive Temperature Coefficient) via sensor de temperatura embutido no módulo.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
1. Condição de comutação: com ignição ligada e o sistema de aquecimento de assento em funcionamento, a ECU aplica um sinal PWM ao módulo térmico.
2. Monitoramento de temperatura: simultaneamente, a ECU lê o sinal de tensão do sensor de temperatura.
3. Critério de falha: se, por N ciclos de leitura consecutivos (normalmente 3 a 5), o valor lido ultrapassar o limiar de temperatura máxima definido (ou sinalizar circuito aberto/curto), a ECU entende que houve sobreaquecimento.
4. Tempo de validação: a condição deve persistir por um tempo mínimo (geralmente 5–10 s de operação contínua) antes de gravar a DTC e acender o bit de falha na memória.
Condições para ativação
– Tensão de alimentação dentro da faixa de operação (aprox. 9–16 V).
– Comando de PWM ativo no terminal de controle do módulo.
– Sinal do sensor fora da faixa normal (acima de ~150 °C equivalente ou abaixo de ~–40 °C).
– Persistência da leitura anômala por vários ciclos de amostragem.
O que pode estar gerando reflexo nessa DTC
A ECU interpreta como “reflexo” qualquer leitura de sensor que exceda o limite programado de temperatura ou apresente falha de circuito. Exemplos de situações de leitura que levam ao registro da DTC sem necessariamente serem defeitos mecânicos diretos:
– Sinal do sensor muito alto (tensão acima da curva de temperatura esperada).
– Sinal do sensor muito baixo ou flutuante (circuito aberto/intermitente).
– Ruído elétrico excessivo no chicote elétrico ou mau contato no conector elétrico, causando variação abrupta de tensão.
– Pulsos de alimentação irregulares no circuito de aquecimento, fazendo o controle PWM perder referência de temperatura.
Em resumo, a B1113 é acionada quando a ECU detecta repetidamente, ao longo de ciclos de amostragem, leituras de temperatura ou de circuito que ultrapassam os limites definidos para proteção contra superaquecimento do módulo térmico do passageiro.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Fluxo de ar fraco no lado do passageiro
– Temperatura do lado do passageiro não responde ao ajuste
– Sistema de ar-condicionado entra em modo de segurança
– Clics repetidos no relé do aquecedor do passageiro
– Mensagem de falha de aquecimento no painel de clima
– Fluxo de ar fraco no lado do passageiro
– Temperatura do lado do passageiro não responde ao ajuste
– Sistema de ar-condicionado entra em modo de segurança
– Clics repetidos no relé do aquecedor do passageiro
– Mensagem de falha de aquecimento no painel de clima
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura do aquecimento do banco do passageiro com defeito
– Elemento térmico (resistência) do banco com circuito em curto
– Chicote elétrico danificado entre o banco e o módulo de controle
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado no módulo de aquecimento do banco
– Módulo de controle do aquecedor do banco com defeito
– Fusível ou disjuntor térmico do circuito de aquecimento com defeito
– Relé de aquecimento do banco com defeito
– Mau contato no cabo terra do módulo de aquecimento do banco
– BCM (módulo de controle do corpo) interpretando sinal incorreto devido a falha interna
– Falha no barramento LIN entre o módulo de climatização e o módulo de aquecimento do banco
– Tensão de alimentação instável por bateria fraca ou alternador com defeito
– Instalação de banco aquecido aftermarket sem calibração correta no circuito
– Sensor ambiente do climatizador reportando temperatura externa incorreta e causando sobrecarga indireta
– Sobreposição térmica de outros componentes (ex: sistema de ventilação obstruído) elevando a temperatura interna do módulo
– Falha intermitente no driver de potência do aquecedor do banco
– Elemento térmico (resistência) do banco com circuito em curto
– Chicote elétrico danificado entre o banco e o módulo de controle
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado no módulo de aquecimento do banco
– Módulo de controle do aquecedor do banco com defeito
– Fusível ou disjuntor térmico do circuito de aquecimento com defeito
– Relé de aquecimento do banco com defeito
– Mau contato no cabo terra do módulo de aquecimento do banco
– BCM (módulo de controle do corpo) interpretando sinal incorreto devido a falha interna
– Falha no barramento LIN entre o módulo de climatização e o módulo de aquecimento do banco
– Tensão de alimentação instável por bateria fraca ou alternador com defeito
– Instalação de banco aquecido aftermarket sem calibração correta no circuito
– Sensor ambiente do climatizador reportando temperatura externa incorreta e causando sobrecarga indireta
– Sobreposição térmica de outros componentes (ex: sistema de ventilação obstruído) elevando a temperatura interna do módulo
– Falha intermitente no driver de potência do aquecedor do banco
By Madalozzo



