P0391 BMW – Sensor de Posição do Eixo de Comando ‘B’ – Faixa/Desempenho do Circuito (Banco 2)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Camshaft Position Sensor ‘B’ Circuit Range/Performance (Bank 2)
Definição em Português: Sensor de Posição do Eixo de Comando ‘B’ – Faixa/Desempenho do Circuito (Banco 2)
Definição em Português: Sensor de Posição do Eixo de Comando ‘B’ – Faixa/Desempenho do Circuito (Banco 2)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Essa DTC indica que o sinal do sensor de posição do eixo de comando “B” do banco 2 está fora da faixa elétrica ou apresenta desempenho inadequado para o perfil esperado. A ECU monitora esse sensor durante condições de operação estáveis — normalmente acima de 600 rpm e com temperatura do líquido de arrefecimento dentro da faixa de funcionamento — e compara seu padrão de pulsos com o sinal de referência do sensor de virabrequim e do sensor de comando “A”.
A ativação de P0391 ocorre quando qualquer um desses critérios de verificação falha por tempo suficiente para descarte de leituras esporádicas:
– Amplitude de tensão do sinal fora do nível mínimo e máximo pré-programados (ex.: abaixo de 0,3 V ou acima de 4,7 V).
– Frequência ou número de pulsos em um ciclo de manivela diferente do esperado (contagem ou tempo de pulso de abertura e fechamento do comando B inviable).
– Diferença angular real medida entre o comando B e o virabrequim acima da tolerância interna por dois ciclos consecutivos.
Quando esses desvios persistem por mais de dois processos de diagnóstico (geralmente dois ciclos de ignição), a ECU grava o DTC e acende a luz de injeção. O reflexo nessa DTC acontece sempre que o circuito de sinal apresentar ruído elétrico excessivo, queda ou pico de tensão prolongado, pulsos ausentes ou distorção da forma de onda que impeça a ECU de ler corretamente a posição do eixo de comando B no banco 2. Essa verificação garante que o controle de tempo variável de válvulas (VVT) funcione dentro das especificações originais de fábrica.
A ativação de P0391 ocorre quando qualquer um desses critérios de verificação falha por tempo suficiente para descarte de leituras esporádicas:
– Amplitude de tensão do sinal fora do nível mínimo e máximo pré-programados (ex.: abaixo de 0,3 V ou acima de 4,7 V).
– Frequência ou número de pulsos em um ciclo de manivela diferente do esperado (contagem ou tempo de pulso de abertura e fechamento do comando B inviable).
– Diferença angular real medida entre o comando B e o virabrequim acima da tolerância interna por dois ciclos consecutivos.
Quando esses desvios persistem por mais de dois processos de diagnóstico (geralmente dois ciclos de ignição), a ECU grava o DTC e acende a luz de injeção. O reflexo nessa DTC acontece sempre que o circuito de sinal apresentar ruído elétrico excessivo, queda ou pico de tensão prolongado, pulsos ausentes ou distorção da forma de onda que impeça a ECU de ler corretamente a posição do eixo de comando B no banco 2. Essa verificação garante que o controle de tempo variável de válvulas (VVT) funcione dentro das especificações originais de fábrica.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Funcionamento irregular do motor em marcha lenta
– Falhas de ignição
– Dificuldade de dar partida
– Perda de potência ao acelerar
– Aceleração irregular
– Aumento do consumo de combustível
– Vibração excessiva do motor
– Funcionamento irregular do motor em marcha lenta
– Falhas de ignição
– Dificuldade de dar partida
– Perda de potência ao acelerar
– Aceleração irregular
– Aumento do consumo de combustível
– Vibração excessiva do motor
Causas Possíveis
– Sensor de posição do eixo de comando ‘B’ do banco 2 com defeito
– Chicote elétrico do sensor com fios abertos, em curto ou danificados
– Conector elétrico do sensor com pinos corroídos, soltos ou mal encaixados
– Atuador de comando variável de válvulas (VVT) do banco 2 com defeito
– Disco fônico (roda fônica) da árvore de comando do banco 2 danificado ou faltando dentes
– Tensão de alimentação do sensor instável por falha em fusível, relé ou regulador
– Massa do sensor com defeito no ponto de aterramento do cabeçote
– Módulo de controle do motor (ECM) com saída de sinal com defeito
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição ou módulos próximos
– Vazamento de óleo na tampa de válvulas contaminando o sensor
– Pressão de óleo baixa comprometendo a atuação do variador de fase
– Corrente de comando desgastada ou esticada causando avanço irregular
– Cabeçote com trinca ou montagem incorreta alterando o posicionamento do comando
– Solenoide de VVT entupido ou com defeito provocando sinal oscilante
– Ruptura interna do sensor por vibração excessiva ou impacto
– Conector elétrico do ECM corroído ou pinos tortos
– Ruído no barramento CAN afetando leitura do sinal de posição
– Fusível térmico ou sensor de temperatura do cabeçote com defeito gerando falso diagnóstico
– Bobina de ignição com fuga de campo gerando ruído no chicote elétrico
– Módulo sensor de ângulo de virabrequim com defeito afetando correlação de sinais
– Chicote elétrico do sensor com fios abertos, em curto ou danificados
– Conector elétrico do sensor com pinos corroídos, soltos ou mal encaixados
– Atuador de comando variável de válvulas (VVT) do banco 2 com defeito
– Disco fônico (roda fônica) da árvore de comando do banco 2 danificado ou faltando dentes
– Tensão de alimentação do sensor instável por falha em fusível, relé ou regulador
– Massa do sensor com defeito no ponto de aterramento do cabeçote
– Módulo de controle do motor (ECM) com saída de sinal com defeito
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição ou módulos próximos
– Vazamento de óleo na tampa de válvulas contaminando o sensor
– Pressão de óleo baixa comprometendo a atuação do variador de fase
– Corrente de comando desgastada ou esticada causando avanço irregular
– Cabeçote com trinca ou montagem incorreta alterando o posicionamento do comando
– Solenoide de VVT entupido ou com defeito provocando sinal oscilante
– Ruptura interna do sensor por vibração excessiva ou impacto
– Conector elétrico do ECM corroído ou pinos tortos
– Ruído no barramento CAN afetando leitura do sinal de posição
– Fusível térmico ou sensor de temperatura do cabeçote com defeito gerando falso diagnóstico
– Bobina de ignição com fuga de campo gerando ruído no chicote elétrico
– Módulo sensor de ângulo de virabrequim com defeito afetando correlação de sinais
By Madalozzo



