P0351 BMW – Bobina de Ignição ‘A’ – Circuito de Controle Primário Aberto/Defeito
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Ignition Coil ‘A’ Primary Control Circuit/Open
Definição em Português: Bobina de Ignição ‘A’ – Circuito de Controle Primário Aberto/Defeito
Definição em Português: Bobina de Ignição ‘A’ – Circuito de Controle Primário Aberto/Defeito
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O P0351 sinaliza que, ao acionar a bobina de ignição “A”, a ECU não detectou o nível de corrente esperado no circuito primário. Internamente, a ECU comanda um transistor de baixa (driver) para aterrar o terminal primário da bobina. Durante esse comando ela monitora a corrente e a tensão nesse circuito.
Condições para ativação:
1. Motor em funcionamento e comando de faísca na bobina “A”.
2. Driver tenta conduzir corrente pelo primário por um tempo definido (por exemplo, 40–60 ms).
3. Se em dois ciclos consecutivos o valor de corrente medido ficar abaixo do limiar mínimo programado (indicando circuito aberto/com defeito) ou acima do máximo permitido, a ECU entende que há falha no controle.
4. Como reflexo, a falta de pulso de drive ou a leitura fora dos parâmetros predefinidos faz com que o código seja armazenado e a luz de injeção seja acionada.
O “reflexo” dessa DTC é justamente a discrepância entre o comando de acionamento e o feedback elétrico do primário da bobina. Sempre que o sinal de retorno não corresponder ao esperado (ausência de corrente, leitura de circuito aberto ou valor de tensão fora da faixa), a ECU registra P0351.
Sua explicação:
O P0351 sinaliza que, ao acionar a bobina de ignição “A”, a ECU não detectou o nível de corrente esperado no circuito primário. Internamente, a ECU comanda um transistor de baixa (driver) para aterrar o terminal primário da bobina. Durante esse comando ela monitora a corrente e a tensão nesse circuito.
Condições para ativação:
1. Motor em funcionamento e comando de faísca na bobina “A”.
2. Driver tenta conduzir corrente pelo primário por um tempo definido (por exemplo, 40–60 ms).
3. Se em dois ciclos consecutivos o valor de corrente medido ficar abaixo do limiar mínimo programado (indicando circuito aberto/com defeito) ou acima do máximo permitido, a ECU entende que há falha no controle.
4. Como reflexo, a falta de pulso de drive ou a leitura fora dos parâmetros predefinidos faz com que o código seja armazenado e a luz de injeção seja acionada.
O “reflexo” dessa DTC é justamente a discrepância entre o comando de acionamento e o feedback elétrico do primário da bobina. Sempre que o sinal de retorno não corresponder ao esperado (ausência de corrente, leitura de circuito aberto ou valor de tensão fora da faixa), a ECU registra P0351.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Falha de ignição (trancos ou estalos)
– Perda de potência do motor
– Dificuldade de partida
– Aumento do consumo de combustível
– Vibração excessiva do motor
– Marcha lenta irregular
– Falha de ignição (trancos ou estalos)
– Perda de potência do motor
– Dificuldade de partida
– Aumento do consumo de combustível
– Vibração excessiva do motor
Causas Possíveis
– Bobina de ignição com defeito
– Chicote elétrico da bobina rompido ou danificado
– Conector elétrico da bobina solto, corroído ou com mau contato
– Fusível da ignição queimado
– Relé de ignição com defeito
– Módulo de controle do motor (ECU/DME) com defeito ou mal contato interno
– Falha de aterramento no conjunto de ignição
– Sensor de posição do virabrequim com defeito impactando o acionamento da bobina
– Sensor de posição do comando de válvulas com defeito causando sincronismo incorreto
– Alternador com defeito gerando picos ou quedas de tensão no circuito de ignição
– Cabos de vela com isolamento danificado e fuga de corrente
– Interferência eletromagnética no chicote elétrico de controle da bobina
– Módulo de ignição secundária com defeito por sobreaquecimento
– Contaminação interna na bobina (umidade/óleo) alterando a resistência
– Chicote elétrico da bobina rompido ou danificado
– Conector elétrico da bobina solto, corroído ou com mau contato
– Fusível da ignição queimado
– Relé de ignição com defeito
– Módulo de controle do motor (ECU/DME) com defeito ou mal contato interno
– Falha de aterramento no conjunto de ignição
– Sensor de posição do virabrequim com defeito impactando o acionamento da bobina
– Sensor de posição do comando de válvulas com defeito causando sincronismo incorreto
– Alternador com defeito gerando picos ou quedas de tensão no circuito de ignição
– Cabos de vela com isolamento danificado e fuga de corrente
– Interferência eletromagnética no chicote elétrico de controle da bobina
– Módulo de ignição secundária com defeito por sobreaquecimento
– Contaminação interna na bobina (umidade/óleo) alterando a resistência
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