P019D BMW – Sensor O2 – Resposta atrasada de mistura pobre para rica (Banco 2 Sensor 3)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: O2 Sensor Delayed Response – Lean to Rich (Bank 2 Sensor 3)
Definição em Português: Sensor O2 – Resposta atrasada de mistura pobre para rica (Banco 2 Sensor 3)
Definição em Português: Sensor O2 – Resposta atrasada de mistura pobre para rica (Banco 2 Sensor 3)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O código P019D em BMW indica que o sensor de oxigênio instalado após o catalisador do banco 2 (sensor 3) demora mais do que o esperado para detectar a transição de mistura pobre (baixo teor de combustível) para mistura rica (alto teor de combustível). A ECU monitora esse sensor para avaliar a eficiência do catalisador e o controle de emissões.
Quando a ECU ativa essa DTC
– Motor em temperatura normal de operação (acima de faixa mínima de aquecimento).
– Modo de controle fechado ativo, com ciclo de mistura alternando entre pobre e rico.
– Sensor de oxigênio 3 do banco 2 com tensão estável dentro da faixa e aquecimento ligado.
– ECU mede o tempo que leva do sinal de baixa tensão (mistura pobre) para alta tensão (mistura rica).
– Se esse tempo exceder limite pré-definido (período de resposta mais lento que o programado pela BMW) em várias tentativas consecutivas, a ECU gera código P019D.
Condições para ativação
1. Ciclo de mistura conduzido pela ECU: comando de ciclo pobre/rico sem falhas em outros sensores.
2. Aquecimento interno do sensor em funcionamento, garantindo temperatura ideal.
3. Leituras de tensão do sensor registradas em transições definidas pelo software de gestão.
4. Tempo de resposta medido comparado com valores de referência (montadora).
5. Falha de resposta lenta em número mínimo de ciclos (geralmente duas a três transições consecutivas).
Reflexos que geram a DTC
A DTC reflete que, mesmo com mistura alternada corretamente pelo sistema, o sensor pos-catalisador não indica a mudança de forma rápida o suficiente. Isso sinaliza à ECU possível alteração na capacidade de detecção do sensor ou no fluxo dos gases após o catalisador, comprometendo o monitoramento de emissões e a adaptação do controle de mistura.
Sua explicação:
O código P019D em BMW indica que o sensor de oxigênio instalado após o catalisador do banco 2 (sensor 3) demora mais do que o esperado para detectar a transição de mistura pobre (baixo teor de combustível) para mistura rica (alto teor de combustível). A ECU monitora esse sensor para avaliar a eficiência do catalisador e o controle de emissões.
Quando a ECU ativa essa DTC
– Motor em temperatura normal de operação (acima de faixa mínima de aquecimento).
– Modo de controle fechado ativo, com ciclo de mistura alternando entre pobre e rico.
– Sensor de oxigênio 3 do banco 2 com tensão estável dentro da faixa e aquecimento ligado.
– ECU mede o tempo que leva do sinal de baixa tensão (mistura pobre) para alta tensão (mistura rica).
– Se esse tempo exceder limite pré-definido (período de resposta mais lento que o programado pela BMW) em várias tentativas consecutivas, a ECU gera código P019D.
Condições para ativação
1. Ciclo de mistura conduzido pela ECU: comando de ciclo pobre/rico sem falhas em outros sensores.
2. Aquecimento interno do sensor em funcionamento, garantindo temperatura ideal.
3. Leituras de tensão do sensor registradas em transições definidas pelo software de gestão.
4. Tempo de resposta medido comparado com valores de referência (montadora).
5. Falha de resposta lenta em número mínimo de ciclos (geralmente duas a três transições consecutivas).
Reflexos que geram a DTC
A DTC reflete que, mesmo com mistura alternada corretamente pelo sistema, o sensor pos-catalisador não indica a mudança de forma rápida o suficiente. Isso sinaliza à ECU possível alteração na capacidade de detecção do sensor ou no fluxo dos gases após o catalisador, comprometendo o monitoramento de emissões e a adaptação do controle de mistura.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência em aceleração
– Consumo de combustível elevado
– Fumaça preta no escapamento
– Cheiro de combustível não queimado
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência em aceleração
– Consumo de combustível elevado
– Fumaça preta no escapamento
– Cheiro de combustível não queimado
Causas Possíveis
– Sensor O2 do banco 2 sensor 3 com defeito
– Chicote elétrico danificado ou com curto no sensor
– Conector elétrico corroído ou solto no sensor
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão do banco 2
– Injetores de combustível sujos ou com defeito no banco 2
– Bomba ou regulador de combustível com defeito gerando variação de pressão
– Catalisador entupido ou ineficiente no banco 2
– Vazamento de escape a montante do sensor O2
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito ou software desatualizado
– Sensor de temperatura do motor com defeito influenciando ajuste de mistura
– Válvula PCV ou EVAP com defeito causando mistura errada
– Tubulação de admissão com obstrução ou vazamento no banco 2
– Chicote elétrico danificado ou com curto no sensor
– Conector elétrico corroído ou solto no sensor
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão do banco 2
– Injetores de combustível sujos ou com defeito no banco 2
– Bomba ou regulador de combustível com defeito gerando variação de pressão
– Catalisador entupido ou ineficiente no banco 2
– Vazamento de escape a montante do sensor O2
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito ou software desatualizado
– Sensor de temperatura do motor com defeito influenciando ajuste de mistura
– Válvula PCV ou EVAP com defeito causando mistura errada
– Tubulação de admissão com obstrução ou vazamento no banco 2
By Madalozzo



