P015D BMW – Sensor de O2 – Resposta Atrasada – Pobre para Rico (Banco 2 Sensor 1)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: O2 Sensor Delayed Response – Lean to Rich (Bank 2 Sensor 1)
Definição em Português: Sensor de O2 – Resposta Atrasada – Pobre para Rico (Banco 2 Sensor 1)
Definição em Português: Sensor de O2 – Resposta Atrasada – Pobre para Rico (Banco 2 Sensor 1)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Significado técnico: sinaliza que o sensor de O2 (Lambda) do Banco 2 Sensor 1 apresenta atraso na comutação do estado “pobre” (aprox. 0,1–0,2 V) para “rico” (aprox. 0,8–0,9 V). A ECU monitora o tempo que o sensor leva para atravessar a faixa de transição (entre 0,3 V e 0,7 V) e compara com o valor de referência interno (normalmente cerca de 100–150 ms). Condições para ativar o P015D:
• Motor em temperatura de operação (suficiente para manter o sensor acima de 300 °C).
• Modo de controle em circuito fechado (injetores regulados pela sonda).
• Sensor já aquecido e estabilizado (aperiódico de aquecimento concluído).
• Ciclos repetidos de pobre para rico sem resposta dentro do tempo máximo (pelo menos 5 falhas em cerca de 1 minuto).
Quando essas condições se repetem, a ECU incrementa um contador interno e, ao ultrapassar o limite de ocorrências, grava o P015D e acende a luz MIL. O “reflexo” dessa DTC é o registro do perfil de tensão vs. tempo do sensor comparado ao padrão de referência: na prática, no gráfico de oscilação, a rampa de subida fica mais lenta que o ideal. Isso indica que o sensor não responde no timing esperado às mudanças de mistura e, por isso, a cadeia de diagnóstico detecta o desvio e dispara o código.
• Motor em temperatura de operação (suficiente para manter o sensor acima de 300 °C).
• Modo de controle em circuito fechado (injetores regulados pela sonda).
• Sensor já aquecido e estabilizado (aperiódico de aquecimento concluído).
• Ciclos repetidos de pobre para rico sem resposta dentro do tempo máximo (pelo menos 5 falhas em cerca de 1 minuto).
Quando essas condições se repetem, a ECU incrementa um contador interno e, ao ultrapassar o limite de ocorrências, grava o P015D e acende a luz MIL. O “reflexo” dessa DTC é o registro do perfil de tensão vs. tempo do sensor comparado ao padrão de referência: na prática, no gráfico de oscilação, a rampa de subida fica mais lenta que o ideal. Isso indica que o sensor não responde no timing esperado às mudanças de mistura e, por isso, a cadeia de diagnóstico detecta o desvio e dispara o código.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Funcionamento irregular da marcha lenta
– Hesitação ou engasgos na aceleração
– Aumento no consumo de combustível
– Cheiro de combustível não queimado no escapamento
– Fumaça escura saindo do escapamento
– Dificuldade de partida a frio
– Funcionamento irregular da marcha lenta
– Hesitação ou engasgos na aceleração
– Aumento no consumo de combustível
– Cheiro de combustível não queimado no escapamento
– Fumaça escura saindo do escapamento
– Dificuldade de partida a frio
Causas Possíveis
– Sensor de O2 (banco 2 sensor 1) com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou com mau contato
– Conector elétrico corroído, solto ou com mau contato
– Pressão de combustível baixa (bomba de combustível ou regulador com defeito)
– Vazamento de vácuo em mangueiras ou junta de admissão
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com defeito
– Válvula de purga do canister com defeito permitindo entrada excessiva de vapor
– Catalisador entupido ou restrito
– Bobina de ignição ou vela com defeito causando falhas de ignição
– Injetores de combustível entupidos ou com vazamento
– Módulo de comando do motor (ECU/PCM) com defeito
– Sensor de temperatura do ar de admissão (IAT) com defeito
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (CTS) com defeito
– Sistema de recirculação de gases (EGR) com defeito ou entupido
– Filtro de ar sujo causando mistura inadequada
– Chicote elétrico do sensor danificado ou com mau contato
– Conector elétrico corroído, solto ou com mau contato
– Pressão de combustível baixa (bomba de combustível ou regulador com defeito)
– Vazamento de vácuo em mangueiras ou junta de admissão
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com defeito
– Válvula de purga do canister com defeito permitindo entrada excessiva de vapor
– Catalisador entupido ou restrito
– Bobina de ignição ou vela com defeito causando falhas de ignição
– Injetores de combustível entupidos ou com vazamento
– Módulo de comando do motor (ECU/PCM) com defeito
– Sensor de temperatura do ar de admissão (IAT) com defeito
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (CTS) com defeito
– Sistema de recirculação de gases (EGR) com defeito ou entupido
– Filtro de ar sujo causando mistura inadequada
By Madalozzo



