P0136 BMW – Circuito do Sensor O2 – Problema detectado (Banco 1 Sensor 2)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: O2 Sensor Circuit (Bank 1 Sensor 2)
Definição em Português: Circuito do Sensor O2 – Problema detectado (Banco 1 Sensor 2)
Definição em Português: Circuito do Sensor O2 – Problema detectado (Banco 1 Sensor 2)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
Código P0136 em BMW indica que o circuito do sensor de oxigênio pós-catalisador (Banco 1, Sensor 2) não apresenta a atividade elétrica esperada. A ECU compara a saída desse sensor com limites internos de tensão e tempo de resposta enquanto o motor opera em modo fechado (após aquecimento e estabilização).
Quando e por que a ECU ativa P0136:
1. Condições iniciais
– Motor em temperatura de operação (acima de 60 °C no coletor)
– Regime de marcha lenta ou cruzeiro estável, permitindo modo fechado
2. Monitoramento do sinal
– Sensor 2 deve oscilar tipicamente entre ~0,1 V e ~0,9 V, indicando controle de eficiência do catalisador
– Frequência de alternância esperada em torno de 0,5 Hz
3. Critérios de disparo
– Ausência de variação de tensão (sinal mantém valor fixo dentro ou fora dos limites)
– Tensão do sensor permanece abaixo de 0,1 V ou acima de 0,9 V por tempo além do tolerado (normalmente >5 s)
– Monitor interno de corrente de aquecimento fora dos parâmetros programados
O “reflexo” dessa DTC ocorre quando a ECU registra sinal estático ou fora da janela de operação repetidamente, ou identifica anomalia na alimentação do circuito de aquecimento, culminando na ativação de P0136 para indicar que o sensor pós-catalisador não está entregando o comportamento dinâmico esperado.
Sua explicação:
Código P0136 em BMW indica que o circuito do sensor de oxigênio pós-catalisador (Banco 1, Sensor 2) não apresenta a atividade elétrica esperada. A ECU compara a saída desse sensor com limites internos de tensão e tempo de resposta enquanto o motor opera em modo fechado (após aquecimento e estabilização).
Quando e por que a ECU ativa P0136:
1. Condições iniciais
– Motor em temperatura de operação (acima de 60 °C no coletor)
– Regime de marcha lenta ou cruzeiro estável, permitindo modo fechado
2. Monitoramento do sinal
– Sensor 2 deve oscilar tipicamente entre ~0,1 V e ~0,9 V, indicando controle de eficiência do catalisador
– Frequência de alternância esperada em torno de 0,5 Hz
3. Critérios de disparo
– Ausência de variação de tensão (sinal mantém valor fixo dentro ou fora dos limites)
– Tensão do sensor permanece abaixo de 0,1 V ou acima de 0,9 V por tempo além do tolerado (normalmente >5 s)
– Monitor interno de corrente de aquecimento fora dos parâmetros programados
O “reflexo” dessa DTC ocorre quando a ECU registra sinal estático ou fora da janela de operação repetidamente, ou identifica anomalia na alimentação do circuito de aquecimento, culminando na ativação de P0136 para indicar que o sensor pós-catalisador não está entregando o comportamento dinâmico esperado.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa no painel
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Aceleração lenta ou hesitante
– Consumo de combustível elevado
– Emissão de fumaça preta ou aumento de poluentes
– Falha em teste de emissões
– Conta-giros tremendo ou instável
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Aceleração lenta ou hesitante
– Consumo de combustível elevado
– Emissão de fumaça preta ou aumento de poluentes
– Falha em teste de emissões
– Conta-giros tremendo ou instável
Causas Possíveis
– Sonda lambda Banco 1 Sensor 2 com defeito
– Chicote elétrico da sonda danificado, curto ou aberto
– Conector elétrico da sonda com mau contato, corrosão ou umidade
– Massa (terra) do sensor no coletor de escape com falha
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito ou software corrompido
– Vazamento no escapamento entre coletor e sensor
– Catalisador entupido ou com restrição excessiva
– Vazamento de vácuo no sistema de admissão
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) enviando valor incorreto
– Sensor de temperatura de escapamento (EGTS) com defeito
– Injetores com vazamento provocando resíduo de combustível no escapamento
– Bobina de ignição causando falhas de chama (misfire)
– Pressão de combustível instável por bomba ou regulador com defeito
– Alternador ou bateria fracos gerando tensão elétrica irregular
– Sensor de pressão de diferencial do catalisador com defeito
– Software da ECU desatualizado ou com mapa de mistura incorreto
– Válvula de recirculação de gases (EGR) travada ou com defeito
– Cristalização de catalisador sobreaquecido afetando leitura de O2
– Acúmulo de fuligem no escapamento pós-turbo (se equipado)
– Entrada de água no chicote elétrico do sensor após lavagem ou infiltração
– Chicote elétrico da sonda danificado, curto ou aberto
– Conector elétrico da sonda com mau contato, corrosão ou umidade
– Massa (terra) do sensor no coletor de escape com falha
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito ou software corrompido
– Vazamento no escapamento entre coletor e sensor
– Catalisador entupido ou com restrição excessiva
– Vazamento de vácuo no sistema de admissão
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) enviando valor incorreto
– Sensor de temperatura de escapamento (EGTS) com defeito
– Injetores com vazamento provocando resíduo de combustível no escapamento
– Bobina de ignição causando falhas de chama (misfire)
– Pressão de combustível instável por bomba ou regulador com defeito
– Alternador ou bateria fracos gerando tensão elétrica irregular
– Sensor de pressão de diferencial do catalisador com defeito
– Software da ECU desatualizado ou com mapa de mistura incorreto
– Válvula de recirculação de gases (EGR) travada ou com defeito
– Cristalização de catalisador sobreaquecido afetando leitura de O2
– Acúmulo de fuligem no escapamento pós-turbo (se equipado)
– Entrada de água no chicote elétrico do sensor após lavagem ou infiltração
By Madalozzo



