P00A0 BMW – Sensor de Temperatura do Resfriador de Ar de Carga – Circuito (Banco 2)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Charge Air Cooler Temperature Sensor Circuit (Bank 2)
Definição em Português: Sensor de Temperatura do Resfriador de Ar de Carga – Circuito (Banco 2)
Definição em Português: Sensor de Temperatura do Resfriador de Ar de Carga – Circuito (Banco 2)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Essa DTC identifica que a Unidade de Controle Eletrônico (ECU) percebeu o sinal do Sensor de Temperatura do Resfriador de Ar de Carga (Banco 2) fora dos limites esperados para o circuito de leitura. Esse sensor é um termistor que muda resistência conforme a temperatura do ar após o intercooler. A ECU monitora a tensão que vem dele via chicote elétrico e conector elétrico.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– O motor está em funcionamento e a tensão de bateria está estável.
– A temperatura do ar de carga entra em operação (por exemplo, após ligar a injeção).
– A leitura do sensor fica abaixo da faixa mínima (sinal muito baixo, indicando curto ou resistência muito alta) ou acima da faixa máxima (sinal muito alto, indicando circuito aberto ou resistência muito baixa) por tempo contínuo acima de um limiar predefinido (alguns segundos ou ciclos de leitura).
– Após confirmar a condição em dois ciclos de verificação, a ECU registra o código e armazena o valor de tensão correspondente.
Condições para ativação
– Tensão de sensor menor que cerca de 0,1 V (curto-circuito ou resistência instantaneamente ínfima).
– Tensão de sensor maior que cerca de 4,9 V (abertura de circuito ou resistência instantaneamente altíssima).
– Pulsos de leitura intermitentes fora de 0,1–4,9 V repetidos em sequência.
O que reflete essa DTC
– Leitura de temperatura de ar de carga não confiável, deixando a ECU sem referência válida para correção de mistura e avanço.
– Possível indício de interrupção de sinal, curto entre termistor e aterramento ou alimentação, ou falha intermitente de comunicação do sensor com o módulo.
– Registro de tensão inválida impede a ECU de utilizar o valor de temperatura para compensações de injeção e ignição, gerando este código até que o sinal retorne à faixa normal.
Essa DTC identifica que a Unidade de Controle Eletrônico (ECU) percebeu o sinal do Sensor de Temperatura do Resfriador de Ar de Carga (Banco 2) fora dos limites esperados para o circuito de leitura. Esse sensor é um termistor que muda resistência conforme a temperatura do ar após o intercooler. A ECU monitora a tensão que vem dele via chicote elétrico e conector elétrico.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– O motor está em funcionamento e a tensão de bateria está estável.
– A temperatura do ar de carga entra em operação (por exemplo, após ligar a injeção).
– A leitura do sensor fica abaixo da faixa mínima (sinal muito baixo, indicando curto ou resistência muito alta) ou acima da faixa máxima (sinal muito alto, indicando circuito aberto ou resistência muito baixa) por tempo contínuo acima de um limiar predefinido (alguns segundos ou ciclos de leitura).
– Após confirmar a condição em dois ciclos de verificação, a ECU registra o código e armazena o valor de tensão correspondente.
Condições para ativação
– Tensão de sensor menor que cerca de 0,1 V (curto-circuito ou resistência instantaneamente ínfima).
– Tensão de sensor maior que cerca de 4,9 V (abertura de circuito ou resistência instantaneamente altíssima).
– Pulsos de leitura intermitentes fora de 0,1–4,9 V repetidos em sequência.
O que reflete essa DTC
– Leitura de temperatura de ar de carga não confiável, deixando a ECU sem referência válida para correção de mistura e avanço.
– Possível indício de interrupção de sinal, curto entre termistor e aterramento ou alimentação, ou falha intermitente de comunicação do sensor com o módulo.
– Registro de tensão inválida impede a ECU de utilizar o valor de temperatura para compensações de injeção e ignição, gerando este código até que o sinal retorne à faixa normal.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Modo de segurança com potência reduzida
– Marcha lenta irregular
– Retardo na resposta do acelerador
– Aumento do consumo de combustível
– Dificuldade na aceleração
– Flutuação da rotação em marcha lenta
– Modo de segurança com potência reduzida
– Marcha lenta irregular
– Retardo na resposta do acelerador
– Aumento do consumo de combustível
– Dificuldade na aceleração
– Flutuação da rotação em marcha lenta
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura do resfriador de ar de carga (banco 2) com defeito
– Chicote elétrico rompido, em curto ou aberto entre sensor e módulo de comando do motor (ECU)
– Conector elétrico com pinos corroídos, folgados ou úmidos
– Mau aterramento do sensor no bloco de motor
– Fusível do circuito de alimentação do sensor queimado ou intermitente
– Módulo de comando do motor (ECU) com defeito no driver de sensor
– Interferência eletromagnética gerada por bobina de ignição com defeito inserindo ruído no circuito
– Sensor de pressão do coletor de admissão com defeito afetando referência de tensão do circuito
– Válvula solenoide do sistema EGR com defeito causando flutuações de tensão no barramento
– Intercooler entupido com defeito de fluxo de ar elevando temperatura fora da faixa do sensor
– Chicote elétrico rompido, em curto ou aberto entre sensor e módulo de comando do motor (ECU)
– Conector elétrico com pinos corroídos, folgados ou úmidos
– Mau aterramento do sensor no bloco de motor
– Fusível do circuito de alimentação do sensor queimado ou intermitente
– Módulo de comando do motor (ECU) com defeito no driver de sensor
– Interferência eletromagnética gerada por bobina de ignição com defeito inserindo ruído no circuito
– Sensor de pressão do coletor de admissão com defeito afetando referência de tensão do circuito
– Válvula solenoide do sistema EGR com defeito causando flutuações de tensão no barramento
– Intercooler entupido com defeito de fluxo de ar elevando temperatura fora da faixa do sensor
By Madalozzo



