P1DA8 Jeep – Relação de Marcha Incorreta – Embreagem A, B ou D com Defeito
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Incorrect Gear Ratio Clutch A B Or D Defective
Definição em Português: Relação de Marcha Incorreta – Embreagem A, B ou D com Defeito
Definição em Português: Relação de Marcha Incorreta – Embreagem A, B ou D com Defeito
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. A P1DA8 indica que a unidade de controle (ECU) detectou uma discrepância entre a relação de transmissão calculada internamente e a relação efetiva medida durante o engate das embreagens A, B ou D na caixa automática.
A ECU compara a velocidade do eixo de entrada (turbina) e do eixo de saída (planetário) medida pelos sensores de rotação com a relação de marcha teoricamente estabelecida a partir do sinal de corrente enviado aos solenóides de embreagem A, B ou D. Quando essa diferença ultrapassa um limite pré-definido por tempo suficiente, a ECU registra a P1DA8.
Condições de ativação da DTC:
1. Motor em funcionamento acima da rotação mínima definida.
2. Caixa em processo de troca de marcha (engate de A, B ou D).
3. Temperatura de fluido de transmissão dentro da faixa operacional.
4. Discrepância da relação medida versus esperada além do limiar por tempo contínuo.
O reflexo dessa DTC é a sinalização de inconsistência entre o valor de rotação registrado pelos sensores e o nível de pressão aplicado nos circuitos de embreagem A, B ou D. Em outras palavras, a ECU entende que, apesar de comandar determinado valor de pressão para fechar uma embreagem, a relação de marchas obtida não confere com o desejado. Isso leva ao registro do código e à estratégia de proteção da transmissão.
A ECU compara a velocidade do eixo de entrada (turbina) e do eixo de saída (planetário) medida pelos sensores de rotação com a relação de marcha teoricamente estabelecida a partir do sinal de corrente enviado aos solenóides de embreagem A, B ou D. Quando essa diferença ultrapassa um limite pré-definido por tempo suficiente, a ECU registra a P1DA8.
Condições de ativação da DTC:
1. Motor em funcionamento acima da rotação mínima definida.
2. Caixa em processo de troca de marcha (engate de A, B ou D).
3. Temperatura de fluido de transmissão dentro da faixa operacional.
4. Discrepância da relação medida versus esperada além do limiar por tempo contínuo.
O reflexo dessa DTC é a sinalização de inconsistência entre o valor de rotação registrado pelos sensores e o nível de pressão aplicado nos circuitos de embreagem A, B ou D. Em outras palavras, a ECU entende que, apesar de comandar determinado valor de pressão para fechar uma embreagem, a relação de marchas obtida não confere com o desejado. Isso leva ao registro do código e à estratégia de proteção da transmissão.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Trocas de marcha ásperas
– Marchas escorregando
– Atraso ao engatar marchas
– Veículo em modo de emergência (limp)
– Ruído na transmissão
– Perda de tração em marchas específicas
– Aceleração irregular
– Trocas de marcha ásperas
– Marchas escorregando
– Atraso ao engatar marchas
– Veículo em modo de emergência (limp)
– Ruído na transmissão
– Perda de tração em marchas específicas
– Aceleração irregular
Causas Possíveis
– Nível baixo de fluido da transmissão
– Fluido de transmissão contaminado ou com viscosidade fora da especificação
– Solenóide da embreagem A com defeito
– Solenóide da embreagem B com defeito
– Solenóide da embreagem D com defeito
– Chicote elétrico danificado nos solenóides da transmissão
– Conector elétrico corroído ou solto no solenóide da embreagem
– Sensor de pressão de fluido da transmissão com defeito
– Bomba de óleo da transmissão com vazão reduzida
– Filtro de fluido da transmissão entupido
– Atuador hidráulico da embreagem preso ou desgastado
– Vazamento interno de fluido entre circuitos de embreagem
– Desgaste excessivo dos discos de embreagem A, B ou D
– Conversor de torque com rolamento interno danificado
– Aterramento da caixa de transmissão com mau contato
– Unidade de comando da transmissão (TCM) com defeito
– Software do TCM desatualizado ou corrompido
– Placa de separação interna da transmissão danificada
– Fluido de transmissão contaminado ou com viscosidade fora da especificação
– Solenóide da embreagem A com defeito
– Solenóide da embreagem B com defeito
– Solenóide da embreagem D com defeito
– Chicote elétrico danificado nos solenóides da transmissão
– Conector elétrico corroído ou solto no solenóide da embreagem
– Sensor de pressão de fluido da transmissão com defeito
– Bomba de óleo da transmissão com vazão reduzida
– Filtro de fluido da transmissão entupido
– Atuador hidráulico da embreagem preso ou desgastado
– Vazamento interno de fluido entre circuitos de embreagem
– Desgaste excessivo dos discos de embreagem A, B ou D
– Conversor de torque com rolamento interno danificado
– Aterramento da caixa de transmissão com mau contato
– Unidade de comando da transmissão (TCM) com defeito
– Software do TCM desatualizado ou corrompido
– Placa de separação interna da transmissão danificada
By Madalozzo



