P1135 Jeep – Módulo da Vela de Incandescência – Falha no Circuito de Controle
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Glow Plug Module Control Circuit Fault
Definição em Português: Módulo da Vela de Incandescência – Falha no Circuito de Controle
Definição em Português: Módulo da Vela de Incandescência – Falha no Circuito de Controle
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. O P1135 indica que o módulo da vela de incandescência não apresenta o valor de corrente ou tensão esperado no circuito de controle. Tecnicamente, a ECU comanda a bobina de potência ou relé interno para alimentar a vela de incandescência e monitora, em tempo real, a tensão no ponto de comando e o retorno de corrente. Quando o comando é aplicado, a ECU espera um determinado nível de corrente (normalmente entre 0,9 A e 2 A por vela, dependendo do modelo) ou uma resistência equivalente num prazo definido (por exemplo, 50 ms após acionamento).
Condições para ativação do P1135
1. Ao girar a chave para posição de pré-aquecimento, a ECU envia sinal PWM ou tensão fixa ao módulo.
2. A ECU mede tensão de alimentação e tensão de retorno do circuito.
3. Se o valor medido permanecer abaixo do limite mínimo (circuito aberto ou alta resistência) ou acima do limite máximo (possível curto) por um tempo maior que o programado (ex.: 200 ms contínuos), o contador interno inicia.
4. Se esse desvio persistir em três ciclos de ignição ou dentro do espaço de diagnóstico definido, a DTC é armazenada.
O que reflete nesse código
– A ECU detecta variação de corrente/tensão incompatível ao comando aplicado.
– Qualquer descontinuidade, queda excessiva ou pico de tensão no chicote elétrico ou conector elétrico aciona o monitor.
– Falha no circuito de retorno dentro do módulo de vela faz a ECU considerar o efeito de controle como ineficaz.
– O diagnóstico interno avalia constantes elétricas (tempo, nível de tensão, nível de corrente) e, se o comportamento esperado não for observado, a falha é registrada.
Condições para ativação do P1135
1. Ao girar a chave para posição de pré-aquecimento, a ECU envia sinal PWM ou tensão fixa ao módulo.
2. A ECU mede tensão de alimentação e tensão de retorno do circuito.
3. Se o valor medido permanecer abaixo do limite mínimo (circuito aberto ou alta resistência) ou acima do limite máximo (possível curto) por um tempo maior que o programado (ex.: 200 ms contínuos), o contador interno inicia.
4. Se esse desvio persistir em três ciclos de ignição ou dentro do espaço de diagnóstico definido, a DTC é armazenada.
O que reflete nesse código
– A ECU detecta variação de corrente/tensão incompatível ao comando aplicado.
– Qualquer descontinuidade, queda excessiva ou pico de tensão no chicote elétrico ou conector elétrico aciona o monitor.
– Falha no circuito de retorno dentro do módulo de vela faz a ECU considerar o efeito de controle como ineficaz.
– O diagnóstico interno avalia constantes elétricas (tempo, nível de tensão, nível de corrente) e, se o comportamento esperado não for observado, a falha é registrada.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Partida difícil em frio
– Tempo de pré-aquecimento maior que o normal
– Fumaça branca ou azulada excessiva na partida
– Marcha lenta instável até o motor aquecer
– Aumento do consumo de diesel em partidas frias
– Falta de potência momentânea durante o aquecimento
– Partida difícil em frio
– Tempo de pré-aquecimento maior que o normal
– Fumaça branca ou azulada excessiva na partida
– Marcha lenta instável até o motor aquecer
– Aumento do consumo de diesel em partidas frias
– Falta de potência momentânea durante o aquecimento
Causas Possíveis
– Módulo da vela de incandescência com defeito
– Chicote elétrico danificado ou em curto no circuito de controle das velas
– Conector elétrico corroído ou pino solto no módulo da vela de incandescência
– Fusível do circuito das velas aberto ou com mau contato
– Terra do módulo de vela mal contato na massa do motor
– ECM com defeito na saída de controle da vela de incandescência
– Alternador com defeito gerando tensão instável
– Bateria com tensão insuficiente causando queda de alimentação
– Relê do circuito de velas de incandescência com defeito
– Velas de incandescência em curto interno afetando o módulo
– Alta resistência nos cabos de vela elevando o consumo de corrente
– Interferência eletromagnética de componentes próximos causando ruído no sinal
– Massa do bloco de fusíveis corroída comprometendo o aterramento
– Remapeamento de software no ECM alterando o sinal de controle
– Sensor de temperatura do motor com defeito influenciando o comando
– Conector de diagnóstico mal encaixado danificando pinos do circuito
– Chicote elétrico danificado ou em curto no circuito de controle das velas
– Conector elétrico corroído ou pino solto no módulo da vela de incandescência
– Fusível do circuito das velas aberto ou com mau contato
– Terra do módulo de vela mal contato na massa do motor
– ECM com defeito na saída de controle da vela de incandescência
– Alternador com defeito gerando tensão instável
– Bateria com tensão insuficiente causando queda de alimentação
– Relê do circuito de velas de incandescência com defeito
– Velas de incandescência em curto interno afetando o módulo
– Alta resistência nos cabos de vela elevando o consumo de corrente
– Interferência eletromagnética de componentes próximos causando ruído no sinal
– Massa do bloco de fusíveis corroída comprometendo o aterramento
– Remapeamento de software no ECM alterando o sinal de controle
– Sensor de temperatura do motor com defeito influenciando o comando
– Conector de diagnóstico mal encaixado danificando pinos do circuito
By Madalozzo



