B106B Jeep – Circuito do Desembaçador Traseiro – Baixa Tensão Detectada
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Rear Defrost Control Circuit Low
Definição em Português: Circuito do Desembaçador Traseiro – Baixa Tensão Detectada
Definição em Português: Circuito do Desembaçador Traseiro – Baixa Tensão Detectada
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Sua explicação:
A DTC B106B indica que a unidade de controle (ECU) do Cluster de Instrumentos está detectando, no circuito do desembaçador traseiro, uma tensão de alimentação abaixo do nível mínimo programado quando o sistema está ativado.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1. Com ignição ON e comando do desembaçador traseiro ligado, a ECU energiza o chicote elétrico que alimenta a malha resistiva do vidro.
2. Um conector elétrico de monitoramento envia à ECU o valor real da tensão no ponto de carga.
3. Se a tensão medida cair abaixo do limiar interno (ex.: 10,5 V) por mais de dois segundos contínuos, a ECU interpreta como “baixa tensão detectada”.
4. A leitura se repete em cada ciclo de varredura do sistema; somente após confirmação em ciclos sucessivos (tipicamente dois ciclos) a DTC é registrada.
5. A DTC permanece armazenada até que, em ciclos subsequentes, a tensão retorne acima do limite e a condição de “falha” seja eliminada por três ciclos consecutivos.
Condições para ativação:
– Comando elétrico de desembaçador traseiro ativo.
– Tensão de alimentação do chicote elétrico abaixo do valor de referência interno.
– Tempo mínimo de permanência da condição (aprox. 2 s).
– Confirmação em ciclos múltiplos de leitura.
Esse monitoramento protege o sistema contra operações em voltagem insuficiente, garantindo integridade do circuito de aquecimento do vidro traseiro.
A DTC B106B indica que a unidade de controle (ECU) do Cluster de Instrumentos está detectando, no circuito do desembaçador traseiro, uma tensão de alimentação abaixo do nível mínimo programado quando o sistema está ativado.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1. Com ignição ON e comando do desembaçador traseiro ligado, a ECU energiza o chicote elétrico que alimenta a malha resistiva do vidro.
2. Um conector elétrico de monitoramento envia à ECU o valor real da tensão no ponto de carga.
3. Se a tensão medida cair abaixo do limiar interno (ex.: 10,5 V) por mais de dois segundos contínuos, a ECU interpreta como “baixa tensão detectada”.
4. A leitura se repete em cada ciclo de varredura do sistema; somente após confirmação em ciclos sucessivos (tipicamente dois ciclos) a DTC é registrada.
5. A DTC permanece armazenada até que, em ciclos subsequentes, a tensão retorne acima do limite e a condição de “falha” seja eliminada por três ciclos consecutivos.
Condições para ativação:
– Comando elétrico de desembaçador traseiro ativo.
– Tensão de alimentação do chicote elétrico abaixo do valor de referência interno.
– Tempo mínimo de permanência da condição (aprox. 2 s).
– Confirmação em ciclos múltiplos de leitura.
Esse monitoramento protege o sistema contra operações em voltagem insuficiente, garantindo integridade do circuito de aquecimento do vidro traseiro.
Sintomas Possíveis
– Vidro traseiro sem aquecimento
– Aquecimento do desembaçador muito lento
– Funcionamento intermitente do desembaçador traseiro
– Luz de injeção acesa
– Relé do desembaçador traseiro não dispara
– Fusível do desembaçador traseiro queimado
– Aquecimento do desembaçador muito lento
– Funcionamento intermitente do desembaçador traseiro
– Luz de injeção acesa
– Relé do desembaçador traseiro não dispara
– Fusível do desembaçador traseiro queimado
Causas Possíveis
– Chicote elétrico com emenda que causa queda de tensão no desembaçador traseiro
– Conector elétrico do desembaçador traseiro oxidado ou solto
– Fusível do desembaçador traseiro com defeito ou mal contato
– Relé do desembaçador traseiro com defeito ou atuando de forma intermitente
– Bateria com baixa carga ou envelhecida
– Alternador com saída reduzida ou regulador de voltagem com defeito
– Cabo negativo da bateria com mau contato ou corrosão
– Módulo de conforto (BCM) com saída de comando do desembaçador com defeito
– Interruptor do desembaçador traseiro com contato intermitente
– Temporizador interno do desembaçador com defeito
– Grade resistiva do vidro traseiro danificada ou interrompida
– Massa deficiente no suporte do vidro traseiro causando alta resistência
– Curto intermitente a massa no chicote com perda de tensão
– Chicote elétrico esmagado ou amassado próximo à porta traseira
– Interferência ou falha de comunicação no módulo de rede CAN causando leitura errônea de tensão
– Conector elétrico do desembaçador traseiro oxidado ou solto
– Fusível do desembaçador traseiro com defeito ou mal contato
– Relé do desembaçador traseiro com defeito ou atuando de forma intermitente
– Bateria com baixa carga ou envelhecida
– Alternador com saída reduzida ou regulador de voltagem com defeito
– Cabo negativo da bateria com mau contato ou corrosão
– Módulo de conforto (BCM) com saída de comando do desembaçador com defeito
– Interruptor do desembaçador traseiro com contato intermitente
– Temporizador interno do desembaçador com defeito
– Grade resistiva do vidro traseiro danificada ou interrompida
– Massa deficiente no suporte do vidro traseiro causando alta resistência
– Curto intermitente a massa no chicote com perda de tensão
– Chicote elétrico esmagado ou amassado próximo à porta traseira
– Interferência ou falha de comunicação no módulo de rede CAN causando leitura errônea de tensão
By Madalozzo



