P1716 Nissan – Circuito do Sensor de Rotação da Turbina da Transmissão Automática – Mau funcionamento
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: A/T Turbine Revolution Sensor Circuit Malfunction:
Definição em Português: Circuito do Sensor de Rotação da Turbina da Transmissão Automática – Mau funcionamento
Definição em Português: Circuito do Sensor de Rotação da Turbina da Transmissão Automática – Mau funcionamento
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O P1716 sinaliza falha no circuito do sensor de rotação da turbina da transmissão automática. Esse sensor (geralmente de efeito Hall ou indutivo) gera pulsos elétricos cuja frequência e amplitude informam à ECU a velocidade do eixo da turbina dentro do conversor de torque. A ECU usa esse dado para gerir travamento do conversor, trocas de marcha e controle de torque aplicado.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condição de disparo: veículo em marcha à frente ou ré, câmbio engatado em ponto alto (acima de 30 km/h e em 3ª/4ª marcha), motor funcionando.
– Monitoramento: a ECU observa a tensão do sensor (faixa típica ~0,5 V a 12 V) e a contagem de pulsos por segundo (frequência).
– Critérios de acionamento: ausência de pulsos por mais de 0,2 s; variação abrupta além do limiar definido (ex.: flutuações >3 V/ms); nível de tensão fora do envelope programado (<0,2 V ou >14 V); ou leitura fora da frequência esperada para a rotação real do motor. Se essas anomalias perduram por um número mínimo de ciclos (normalmente 3 a 5 amostragens consecutivas), a ECU grava o P1716.
Condições para ativar a DTC
1. Sensor energizado pela ECU via Vref (circa 5 V ou 12 V, dependendo do projeto).
2. Retorno do sinal ao módulo através do terminal de sinal.
3. Monitoramento contínuo durante condições estáveis de rotação e carga.
4. Desvio sistemático do sinal em relação ao valor de referência interno.
O que reflete essa DTC
O aparecimento do P1716 reflete inconsistências no circuito de medição da rotação da turbina. Essa inconsistência pode aparecer como:
• Pulsos irregulares ou intermitentes.
• Nível de tensão de sinal fora da faixa programada.
• Ruído ou interferência no barramento de sinal.
• Instabilidade na alimentação de Vref ou no aterramento do sensor.
Tudo isso interfere diretamente na estratégia de comando do conversor de torque pela ECU, forçando o registro da DTC até que o sinal retorne aos parâmetros previstos.
Sua explicação:
O P1716 sinaliza falha no circuito do sensor de rotação da turbina da transmissão automática. Esse sensor (geralmente de efeito Hall ou indutivo) gera pulsos elétricos cuja frequência e amplitude informam à ECU a velocidade do eixo da turbina dentro do conversor de torque. A ECU usa esse dado para gerir travamento do conversor, trocas de marcha e controle de torque aplicado.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condição de disparo: veículo em marcha à frente ou ré, câmbio engatado em ponto alto (acima de 30 km/h e em 3ª/4ª marcha), motor funcionando.
– Monitoramento: a ECU observa a tensão do sensor (faixa típica ~0,5 V a 12 V) e a contagem de pulsos por segundo (frequência).
– Critérios de acionamento: ausência de pulsos por mais de 0,2 s; variação abrupta além do limiar definido (ex.: flutuações >3 V/ms); nível de tensão fora do envelope programado (<0,2 V ou >14 V); ou leitura fora da frequência esperada para a rotação real do motor. Se essas anomalias perduram por um número mínimo de ciclos (normalmente 3 a 5 amostragens consecutivas), a ECU grava o P1716.
Condições para ativar a DTC
1. Sensor energizado pela ECU via Vref (circa 5 V ou 12 V, dependendo do projeto).
2. Retorno do sinal ao módulo através do terminal de sinal.
3. Monitoramento contínuo durante condições estáveis de rotação e carga.
4. Desvio sistemático do sinal em relação ao valor de referência interno.
O que reflete essa DTC
O aparecimento do P1716 reflete inconsistências no circuito de medição da rotação da turbina. Essa inconsistência pode aparecer como:
• Pulsos irregulares ou intermitentes.
• Nível de tensão de sinal fora da faixa programada.
• Ruído ou interferência no barramento de sinal.
• Instabilidade na alimentação de Vref ou no aterramento do sensor.
Tudo isso interfere diretamente na estratégia de comando do conversor de torque pela ECU, forçando o registro da DTC até que o sinal retorne aos parâmetros previstos.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Trocas de marcha bruscas
– Demora na troca de marchas
– Transmissão presa em uma só marcha
– Perda de desempenho ao acelerar
– Ativação do modo de segurança (limp mode)
– Marcha lenta irregular
– Ruídos estranhos na transmissão
– Trocas de marcha bruscas
– Demora na troca de marchas
– Transmissão presa em uma só marcha
– Perda de desempenho ao acelerar
– Ativação do modo de segurança (limp mode)
– Marcha lenta irregular
– Ruídos estranhos na transmissão
Causas Possíveis
– Chicote elétrico danificado entre sensor de rotação da turbina e TCM
– Conector elétrico com pinos corroídos ou frouxos no sensor
– Sensor de rotação da turbina com defeito
– TCM (módulo de controle de transmissão) com defeito
– Aterramento do sensor de rotação oxidado ou mal instalado
– Curto-circuito no circuito de alimentação de 5 V do sensor
– Fusível do circuito de transmissão aberto
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito afetando o sinal
– Válvula solenóide de pressão interna com defeito
– Filtro de fluido de transmissão entupido causando variações na rotação
– Nível de fluido de transmissão abaixo do recomendado
– Contaminação do fluido de transmissão gerando leitura instável
– Sensor de velocidade do veículo (VSS) com defeito alterando cálculo de rotação
– Sensor de temperatura do fluido de transmissão com defeito influenciando parâmetros
– Regulador de tensão interno da ECU com defeito gerando voltagem instável
– Conector elétrico com pinos corroídos ou frouxos no sensor
– Sensor de rotação da turbina com defeito
– TCM (módulo de controle de transmissão) com defeito
– Aterramento do sensor de rotação oxidado ou mal instalado
– Curto-circuito no circuito de alimentação de 5 V do sensor
– Fusível do circuito de transmissão aberto
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito afetando o sinal
– Válvula solenóide de pressão interna com defeito
– Filtro de fluido de transmissão entupido causando variações na rotação
– Nível de fluido de transmissão abaixo do recomendado
– Contaminação do fluido de transmissão gerando leitura instável
– Sensor de velocidade do veículo (VSS) com defeito alterando cálculo de rotação
– Sensor de temperatura do fluido de transmissão com defeito influenciando parâmetros
– Regulador de tensão interno da ECU com defeito gerando voltagem instável
By Madalozzo



