P1715 Nissan – Sensor de Velocidade de Entrada – Sensor de Velocidade Primário/Saída da TCM
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Input Speed Sensor (Primary Speed Sensor/TCM Output)
Definição em Português: Sensor de Velocidade de Entrada – Sensor de Velocidade Primário/Saída da TCM
Definição em Português: Sensor de Velocidade de Entrada – Sensor de Velocidade Primário/Saída da TCM
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Sua explicação:
A P1715 indica que a Unidade de Controle de Transmissão (TCM/ECU) detectou uma discrepância entre o sinal do sensor de velocidade primário (entrada) e o sinal de velocidade secundário (saída). A ECU monitora, em tempo real, ambos os sinais em rotações por minuto ou pulses por quilômetro e compara seus valores. Quando a diferença ultrapassa o limiar programado (por exemplo, variação súbita ou sinal fora da faixa esperada) durante condições de marcha-engrenada ou em neutro, a ECU conclui que há inconsistência e armazena a DTC P1715.
A ativação ocorre sempre que:
1. A ignição está ligada e há leitura simultânea dos dois sensores.
2. O sinal dos sensores é válido mas não casa dentro dos limites de tolerância pré-definidos pela estratégia de transmissão.
3. Essa discrepância persiste por tempo suficiente (normalmente alguns segundos ou ciclos de leitura) para descartar falhas transitórias.
O “reflexo” dessa DTC na ECU/TCM inclui a adoção de uma rotina de proteção: manutenção de marchas fixas, desativação de alguns comandos automáticos e armazenamento da condição em memória. A lógica de controle passa a agir em modo de segurança, usando valores predefinidos de velocidade de transmissão até que se zere o erro e seja feita a limpeza do código.
A P1715 indica que a Unidade de Controle de Transmissão (TCM/ECU) detectou uma discrepância entre o sinal do sensor de velocidade primário (entrada) e o sinal de velocidade secundário (saída). A ECU monitora, em tempo real, ambos os sinais em rotações por minuto ou pulses por quilômetro e compara seus valores. Quando a diferença ultrapassa o limiar programado (por exemplo, variação súbita ou sinal fora da faixa esperada) durante condições de marcha-engrenada ou em neutro, a ECU conclui que há inconsistência e armazena a DTC P1715.
A ativação ocorre sempre que:
1. A ignição está ligada e há leitura simultânea dos dois sensores.
2. O sinal dos sensores é válido mas não casa dentro dos limites de tolerância pré-definidos pela estratégia de transmissão.
3. Essa discrepância persiste por tempo suficiente (normalmente alguns segundos ou ciclos de leitura) para descartar falhas transitórias.
O “reflexo” dessa DTC na ECU/TCM inclui a adoção de uma rotina de proteção: manutenção de marchas fixas, desativação de alguns comandos automáticos e armazenamento da condição em memória. A lógica de controle passa a agir em modo de segurança, usando valores predefinidos de velocidade de transmissão até que se zere o erro e seja feita a limpeza do código.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Velocímetro oscilando ou sem indicação
– Trocas de marcha duras ou arranhando
– Câmbio entra em modo de emergência (limp home)
– Marchas pulam ou não engatam
– Aceleração irregular ou sem resposta
– Tremedeira ou vibração ao acelerar
– Velocímetro oscilando ou sem indicação
– Trocas de marcha duras ou arranhando
– Câmbio entra em modo de emergência (limp home)
– Marchas pulam ou não engatam
– Aceleração irregular ou sem resposta
– Tremedeira ou vibração ao acelerar
Causas Possíveis
– Sensor de velocidade de entrada com defeito
– Sensor de velocidade de saída com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor oxidado ou mal encaixado
– Anel fônico (reluctor) deformado, sujo ou perdido
– Falha no aterramento do TCM
– Tensão de referência do sensor instável
– Módulo TCM com defeito na leitura ou processamento do sinal
– ECU/PCM com software desatualizado ou com defeito
– Ruído eletromagnético de bobinas de ignição ou alternador
– Solenóide de pressão de óleo da transmissão travado
– Rolamentos internos da transmissão desgastados alterando a rotação do eixo
– Sensor de velocidade de saída com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor oxidado ou mal encaixado
– Anel fônico (reluctor) deformado, sujo ou perdido
– Falha no aterramento do TCM
– Tensão de referência do sensor instável
– Módulo TCM com defeito na leitura ou processamento do sinal
– ECU/PCM com software desatualizado ou com defeito
– Ruído eletromagnético de bobinas de ignição ou alternador
– Solenóide de pressão de óleo da transmissão travado
– Rolamentos internos da transmissão desgastados alterando a rotação do eixo
By Madalozzo



