P1552 Nissan – Sensor de Corrente da Bateria – Entrada Alta
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Battery Current Sensor Circuit High Input
Definição em Português: Sensor de Corrente da Bateria – Entrada Alta
Definição em Português: Sensor de Corrente da Bateria – Entrada Alta
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico: o P1552 indica que a tensão de saída do sensor de corrente da bateria ultrapassou o limite máximo reconhecido pela ECU. Esse sensor é do tipo Hall–effect e gera uma tensão proporcional à corrente que passa pelo cabo principal da bateria.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1. Com ignição ligada e alternador em operação, a ECU alimenta o sensor com uma referência de 5 V.
2. O sinal analógico do sensor é lido pelo modulo de controle via conversor A/D.
3. Se a tensão de sinal ficar acima de aproximadamente 4,85 V por um tempo pré-definido (normalmente alguns segundos ou ciclos de verificação), a ECU entende que o valor está fora da faixa normal.
4. Ao confirmar essa condição por número mínimo de ciclos, a ECU seta o P1552 e armazena dados de snapshot.
Condições de ativação:
• Alimentação do sensor estável (5 V)
• Circuito de referência e terra da ECU dentro dos parâmetros
• Leitura do sinal acima do limiar superior por tempo definido
• Modo de operação autorizado (motor em marcha lenta, rodando ou carga de bateria em monitorização)
Reflexos na DTC:
Esse ‘entrada alta’ reflete na ECU como um sinal fora de faixa, fazendo com que o sistema de gerenciamento de carga considere impossível avaliar corretamente a corrente da bateria. A leitura anormal inibe ajustes automáticos de tensão de carga, fica registrada a falha do circuito de monitoramento e pode alterar a estratégia de controle de alternador até que o sinal retorne à faixa válida.
Significado técnico: o P1552 indica que a tensão de saída do sensor de corrente da bateria ultrapassou o limite máximo reconhecido pela ECU. Esse sensor é do tipo Hall–effect e gera uma tensão proporcional à corrente que passa pelo cabo principal da bateria.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1. Com ignição ligada e alternador em operação, a ECU alimenta o sensor com uma referência de 5 V.
2. O sinal analógico do sensor é lido pelo modulo de controle via conversor A/D.
3. Se a tensão de sinal ficar acima de aproximadamente 4,85 V por um tempo pré-definido (normalmente alguns segundos ou ciclos de verificação), a ECU entende que o valor está fora da faixa normal.
4. Ao confirmar essa condição por número mínimo de ciclos, a ECU seta o P1552 e armazena dados de snapshot.
Condições de ativação:
• Alimentação do sensor estável (5 V)
• Circuito de referência e terra da ECU dentro dos parâmetros
• Leitura do sinal acima do limiar superior por tempo definido
• Modo de operação autorizado (motor em marcha lenta, rodando ou carga de bateria em monitorização)
Reflexos na DTC:
Esse ‘entrada alta’ reflete na ECU como um sinal fora de faixa, fazendo com que o sistema de gerenciamento de carga considere impossível avaliar corretamente a corrente da bateria. A leitura anormal inibe ajustes automáticos de tensão de carga, fica registrada a falha do circuito de monitoramento e pode alterar a estratégia de controle de alternador até que o sinal retorne à faixa válida.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Luz da bateria acesa
– Dificuldade ou falha na partida
– Voltagem do painel oscilando ou alta demais
– Carga da bateria incompleta
– Marcha lenta instável
– Luz da bateria acesa
– Dificuldade ou falha na partida
– Voltagem do painel oscilando ou alta demais
– Carga da bateria incompleta
– Marcha lenta instável
Causas Possíveis
– Sensor de corrente da bateria com defeito
– Chicote elétrico do sensor com curto ou aberto
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado no sensor
– Alternador com regulador de tensão com defeito
– Fusível de alimentação do sensor queimado ou de valor incorreto
– Bateria com célula interna em curto
– Módulo de controle de bateria (BCM/BMS) com defeito
– Relé de alimentação do circuito do sensor com defeito
– Sistema start-stop com módulo de controle com defeito
– ECU (PCM) com defeito no circuito de leitura de corrente
– Ponto de massa do módulo de controle solto ou corroído
– Dispositivo eletrônico aftermarket causando picos de corrente
– Chicote elétrico do sensor com curto ou aberto
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado no sensor
– Alternador com regulador de tensão com defeito
– Fusível de alimentação do sensor queimado ou de valor incorreto
– Bateria com célula interna em curto
– Módulo de controle de bateria (BCM/BMS) com defeito
– Relé de alimentação do circuito do sensor com defeito
– Sistema start-stop com módulo de controle com defeito
– ECU (PCM) com defeito no circuito de leitura de corrente
– Ponto de massa do módulo de controle solto ou corroído
– Dispositivo eletrônico aftermarket causando picos de corrente
By Madalozzo



