P1167 Nissan – Sensor de Oxigênio Aquecido 2-2 – Monitoramento de Mudança para Rico (Banco 2)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: HO2S-22 (Bank 2 Sensor 2) Rich Shift Monitoring (Bank 2)
Definição em Português: Sensor de Oxigênio Aquecido 2-2 – Monitoramento de Mudança para Rico (Banco 2)
Definição em Português: Sensor de Oxigênio Aquecido 2-2 – Monitoramento de Mudança para Rico (Banco 2)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O P1167 indica que o sensor de oxigênio aquecido secundário (banco 2, sensor 2) não registrou a transição esperada de condição pobre para rica dentro dos parâmetros de monitoramento da ECU. Esse sensor é do tipo comutador (switch) que alterna a tensão em torno de ~0,45 V: abaixo desse ponto o motor é considerado pobre, acima, rico. A ECU monitora essa troca de estado em regime de malha fechada, após o motor e o elemento de aquecimento do sensor estarem aquecidos (normalmente Tª de operação > 600 °C no sensor e Tª do líquido de arrefecimento acima do limiar).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condições de partida da verificação: motor em rotação estável, carga e fluxo de ar estáveis, sensores de temperatura liberados.
– Pré-aquecimento do sensor concluído: resistência interna do circuito de aquecimento atinge valor nominal e mantém o sensor na faixa de operação.
– Início do monitor: após alguns ciclos de combustível em malha fechada, a ECU conta as “passagens” – as vezes que o sinal do sensor muda de pobre para rico.
– Falha de comutação: se a quantidade mínima de trocas pobre→rico não ocorrer dentro do número de ciclos ou tempo máximo programado, o P1167 é registrado.
Condições que provocam esse reflexo
Sem listar diagnósticos, pode envolver anomalias no circuito de aquecimento do sensor (ignora tempo de aquecimento), no chicote elétrico ou no conector elétrico de sinal (impede leitura de variações), ou deficiência na resposta do próprio elemento sensor (resposta lenta ou bloqueada). A ECU assume que, se não detecta a tensão rica a tempo, o sensor não está cumprindo sua função de medir pós-catalisador adequadamente, e então acende a DTC P1167.
Sua explicação:
O P1167 indica que o sensor de oxigênio aquecido secundário (banco 2, sensor 2) não registrou a transição esperada de condição pobre para rica dentro dos parâmetros de monitoramento da ECU. Esse sensor é do tipo comutador (switch) que alterna a tensão em torno de ~0,45 V: abaixo desse ponto o motor é considerado pobre, acima, rico. A ECU monitora essa troca de estado em regime de malha fechada, após o motor e o elemento de aquecimento do sensor estarem aquecidos (normalmente Tª de operação > 600 °C no sensor e Tª do líquido de arrefecimento acima do limiar).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condições de partida da verificação: motor em rotação estável, carga e fluxo de ar estáveis, sensores de temperatura liberados.
– Pré-aquecimento do sensor concluído: resistência interna do circuito de aquecimento atinge valor nominal e mantém o sensor na faixa de operação.
– Início do monitor: após alguns ciclos de combustível em malha fechada, a ECU conta as “passagens” – as vezes que o sinal do sensor muda de pobre para rico.
– Falha de comutação: se a quantidade mínima de trocas pobre→rico não ocorrer dentro do número de ciclos ou tempo máximo programado, o P1167 é registrado.
Condições que provocam esse reflexo
Sem listar diagnósticos, pode envolver anomalias no circuito de aquecimento do sensor (ignora tempo de aquecimento), no chicote elétrico ou no conector elétrico de sinal (impede leitura de variações), ou deficiência na resposta do próprio elemento sensor (resposta lenta ou bloqueada). A ECU assume que, se não detecta a tensão rica a tempo, o sensor não está cumprindo sua função de medir pós-catalisador adequadamente, e então acende a DTC P1167.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Consumo de combustível elevado
– Marcha lenta irregular
– Aceleração hesitante
– Motor com falhas ou engasgos
– Emissão de fumaça escura ou odor forte de combustível
– Consumo de combustível elevado
– Marcha lenta irregular
– Aceleração hesitante
– Motor com falhas ou engasgos
– Emissão de fumaça escura ou odor forte de combustível
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do sensor de oxigênio aquecido 2-2 com curto ou ruptura
– Sensor de oxigênio aquecido 2-2 com defeito
– Conector elétrico do sensor de oxigênio aquecido 2-2 com terminal corroído ou mal contato
– Fusível do circuito de aquecimento do sensor de oxigênio queimado
– Relé do aquecimento do sensor de oxigênio com defeito
– ECU (módulo de controle do motor) com saída do sensor de oxigênio aquecido com defeito
– Aterramento do motor solto ou corroído influenciando leitura do sensor
– Vazamento de escape no coletor do banco 2 falseando leitura rica
– Injetor de combustível do banco 2 vazando gerando mistura rica
– Regulador de pressão de combustível com defeito elevando excesso de combustível
– Bomba de combustível com pressão excessiva
– Filtro de ar entupido causando mistura rica
– Válvula PCV travada gerando recirculação incorreta de gases
– Catalisador do banco 2 obstruído retardando resposta do sensor
– Sensor MAP com defeito afetando controle de mistura
– Tubulação de vácuo com vazamento alterando proporção ar/combustível
– Sensor de temperatura de líquido de arrefecimento com defeito influenciando ajuste de mistura
– Sistema de evaporação (canister) com válvula de purga com defeito
– Sonda lambda do banco 1 com defeito interferindo no banco 2
– Sensor de oxigênio aquecido 2-2 com defeito
– Conector elétrico do sensor de oxigênio aquecido 2-2 com terminal corroído ou mal contato
– Fusível do circuito de aquecimento do sensor de oxigênio queimado
– Relé do aquecimento do sensor de oxigênio com defeito
– ECU (módulo de controle do motor) com saída do sensor de oxigênio aquecido com defeito
– Aterramento do motor solto ou corroído influenciando leitura do sensor
– Vazamento de escape no coletor do banco 2 falseando leitura rica
– Injetor de combustível do banco 2 vazando gerando mistura rica
– Regulador de pressão de combustível com defeito elevando excesso de combustível
– Bomba de combustível com pressão excessiva
– Filtro de ar entupido causando mistura rica
– Válvula PCV travada gerando recirculação incorreta de gases
– Catalisador do banco 2 obstruído retardando resposta do sensor
– Sensor MAP com defeito afetando controle de mistura
– Tubulação de vácuo com vazamento alterando proporção ar/combustível
– Sensor de temperatura de líquido de arrefecimento com defeito influenciando ajuste de mistura
– Sistema de evaporação (canister) com válvula de purga com defeito
– Sonda lambda do banco 1 com defeito interferindo no banco 2
By Madalozzo



