P1138 Nissan – Válvula de Controle de Turbulência – Desempenho Insatisfatório
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Swirl Control Valve Control Performance
Definição em Português: Válvula de Controle de Turbulência – Desempenho Insatisfatório
Definição em Português: Válvula de Controle de Turbulência – Desempenho Insatisfatório
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Essa DTC indica que a ECU detectou desempenho insatisfatório da válvula de controle de turbulência (VCT). Tecnicamente, a ECU comanda a VCT para alterar o fluxo de ar no coletor de admissão e, em seguida, monitora a resposta por meio do sensor MAP (pressão absoluta do coletor) ou de um sinal de feedback interno de posição. Se, após o comando de abertura ou fechamento, a variação de pressão ou de corrente/tensão no circuito da válvula ficar fora das faixas pré-definidas (diferença ΔP mínima ou ΔI/ΔV mínima), a ECU entende que a válvula não respondeu corretamente e registra P1138.
Condições de ativação da DTC:
1. Temperatura do motor acima de ponto de operação normal (por ex., > 60 °C).
2. Rotação do motor dentro de faixa de teste (tipicamente 2.000–3.500 rpm).
3. Carga parcial, sem acelerador totalmente acionado nem ocioso.
4. Sensor MAP estável antes do comando (variação de pressão mínima).
5. Comando de abertura/fechamento enviado pela ECU por tempo determinado (segundos).
Critério de gravação:
– Se, em dois ciclos de condução nas mesmas condições, a resposta medida não atingir o delta mínimo de pressão ou sinal, o código passa de pendente a confirmado e acende o MIL.
O “reflexo” dessa DTC é justamente a discrepância entre o valor esperado (pressão ou sinal) e o valor real medido logo após o comando. Quando essa diferença cai abaixo do limite de tolerância definido pela Nissan, a ECU conclui que o circuito de atuação/feedback da VCT não está entregando performance satisfatória e dispara P1138.
Essa DTC indica que a ECU detectou desempenho insatisfatório da válvula de controle de turbulência (VCT). Tecnicamente, a ECU comanda a VCT para alterar o fluxo de ar no coletor de admissão e, em seguida, monitora a resposta por meio do sensor MAP (pressão absoluta do coletor) ou de um sinal de feedback interno de posição. Se, após o comando de abertura ou fechamento, a variação de pressão ou de corrente/tensão no circuito da válvula ficar fora das faixas pré-definidas (diferença ΔP mínima ou ΔI/ΔV mínima), a ECU entende que a válvula não respondeu corretamente e registra P1138.
Condições de ativação da DTC:
1. Temperatura do motor acima de ponto de operação normal (por ex., > 60 °C).
2. Rotação do motor dentro de faixa de teste (tipicamente 2.000–3.500 rpm).
3. Carga parcial, sem acelerador totalmente acionado nem ocioso.
4. Sensor MAP estável antes do comando (variação de pressão mínima).
5. Comando de abertura/fechamento enviado pela ECU por tempo determinado (segundos).
Critério de gravação:
– Se, em dois ciclos de condução nas mesmas condições, a resposta medida não atingir o delta mínimo de pressão ou sinal, o código passa de pendente a confirmado e acende o MIL.
O “reflexo” dessa DTC é justamente a discrepância entre o valor esperado (pressão ou sinal) e o valor real medido logo após o comando. Quando essa diferença cai abaixo do limite de tolerância definido pela Nissan, a ECU conclui que o circuito de atuação/feedback da VCT não está entregando performance satisfatória e dispara P1138.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência do motor
– Aumento no consumo de combustível
– Dificuldade na partida a frio
– Engasgos ao acelerar
– Fumaça preta no escapamento
– Ruídos de assobio no coletor
– Resposta lenta do acelerador
– Oscilação de rotação em marcha lenta
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência do motor
– Aumento no consumo de combustível
– Dificuldade na partida a frio
– Engasgos ao acelerar
– Fumaça preta no escapamento
– Ruídos de assobio no coletor
– Resposta lenta do acelerador
– Oscilação de rotação em marcha lenta
Causas Possíveis
– Válvula de controle de turbulência com defeito
– Atuador de vácuo da válvula de turbulência com defeito
– Vazamento de vácuo na mangueira do atuador
– Mangueira de vácuo ressecada ou rachada
– Válvula solenóide de vácuo com defeito
– Chicote elétrico danificado no atuador da válvula de turbulência
– Conector elétrico com defeito no atuador da válvula de turbulência
– Sensor de pressão do coletor (MAP) com defeito
– Coletor de admissão trincado causando perda de pressão
– Válvula PCV com defeito gerando fluxo de ar irregular
– Sensor de posição da borboleta (TPS) com defeito
– ECM com defeito na saída de controle da válvula de turbulência
– Atuador de vácuo da válvula de turbulência com defeito
– Vazamento de vácuo na mangueira do atuador
– Mangueira de vácuo ressecada ou rachada
– Válvula solenóide de vácuo com defeito
– Chicote elétrico danificado no atuador da válvula de turbulência
– Conector elétrico com defeito no atuador da válvula de turbulência
– Sensor de pressão do coletor (MAP) com defeito
– Coletor de admissão trincado causando perda de pressão
– Válvula PCV com defeito gerando fluxo de ar irregular
– Sensor de posição da borboleta (TPS) com defeito
– ECM com defeito na saída de controle da válvula de turbulência
By Madalozzo



