C1726 Nissan – Voltagem da Bateria do Transmissor Traseiro Direito – Queda.
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Battery Voltage of RR Transmitter Drops.
Definição em Português: Voltagem da Bateria do Transmissor Traseiro Direito – Queda.
Definição em Português: Voltagem da Bateria do Transmissor Traseiro Direito – Queda.
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
Indica que a unidade de controle detectou queda anormal na voltagem da bateria interna do transmissor (sensor) do sistema de monitoramento da roda traseira direita. Esse transmissor envia dados por rádio frequência (RF) à ECU de freios/ESC, incluindo a tensão da própria bateria. A ECU compara esse valor a um limiar pré-definido.
Quando e por que a ECU ativa C1726:
– Ignição em ON e condições normais de condução (velocidade acima de ~20 km/h).
– Monitor de tensão do transmissor rear direito em serviço, após estabilização de temperatura e velocidade.
– Em sequência de X transmissões RF recebidas, a tensão decodificada fica consistentemente abaixo do valor de referência (por exemplo 2,0 V).
– Ultrapassado o contador de ciclos com falha, a ECU armazena C1726 e inicia o bit de alerta interno.
Condições para ativação:
1. Recepção de pacote de dados RF do transmissor traseiro direito.
2. Decodificação da tensão interna da bateria no sinal.
3. Valores lidos abaixo do limite por número de ciclos pré-programado.
O que reflete nessa DTC:
– Queda gradual ou súbita na tensão interna do transmissor.
– Falha na alimentação interna do sensor (perda de energia no circuito).
– Atenuação excessiva do sinal RF (impede a medição correta da voltagem).
– Desconexão intermitente de componentes internos ao transmissor.
Sua explicação:
Indica que a unidade de controle detectou queda anormal na voltagem da bateria interna do transmissor (sensor) do sistema de monitoramento da roda traseira direita. Esse transmissor envia dados por rádio frequência (RF) à ECU de freios/ESC, incluindo a tensão da própria bateria. A ECU compara esse valor a um limiar pré-definido.
Quando e por que a ECU ativa C1726:
– Ignição em ON e condições normais de condução (velocidade acima de ~20 km/h).
– Monitor de tensão do transmissor rear direito em serviço, após estabilização de temperatura e velocidade.
– Em sequência de X transmissões RF recebidas, a tensão decodificada fica consistentemente abaixo do valor de referência (por exemplo 2,0 V).
– Ultrapassado o contador de ciclos com falha, a ECU armazena C1726 e inicia o bit de alerta interno.
Condições para ativação:
1. Recepção de pacote de dados RF do transmissor traseiro direito.
2. Decodificação da tensão interna da bateria no sinal.
3. Valores lidos abaixo do limite por número de ciclos pré-programado.
O que reflete nessa DTC:
– Queda gradual ou súbita na tensão interna do transmissor.
– Falha na alimentação interna do sensor (perda de energia no circuito).
– Atenuação excessiva do sinal RF (impede a medição correta da voltagem).
– Desconexão intermitente de componentes internos ao transmissor.
Sintomas Possíveis
– Luz do ABS acesa
– Luz do VDC acesa
– Sistema de freio ABS desativado
– Sistema de controle de tração desativado
– Aviso de falha de sensor traseiro direito no painel
– Travamento das rodas em frenagem brusca
– Luz do VDC acesa
– Sistema de freio ABS desativado
– Sistema de controle de tração desativado
– Aviso de falha de sensor traseiro direito no painel
– Travamento das rodas em frenagem brusca
Causas Possíveis
– Bateria interna do transmissor traseiro direito com defeito
– Chicote elétrico do transmissor traseiro direito danificado ou rompido
– Conector elétrico do transmissor traseiro direito oxidado ou solto
– Fusível do circuito TPMS queimado ou com mau contato
– Módulo receptor TPMS com defeito
– ECU de carroceria (BCM) com defeito gerando tensão de referência incorreta
– Aterramento inadequado no módulo receptor TPMS
– Bateria principal do veículo com tensão baixa ou instável
– Acessórios eletrônicos aftermarket drenando o barramento de alimentação TPMS
– Interferência eletromagnética de módulo ABS ou ECU próximo ao sensor traseiro
– Braço de suspensão pressionando ou danificando o chicote elétrico do sensor
– Sensor traseiro direito trocado por modelo incompatível com voltagem diferente
– Válvula interna do pneu metálica corroída afetando a alimentação do transmissor
– Software da ECU desatualizado não reconhecendo corretamente o transmissor traseiro
– Conector elétrico do módulo de câmbio com pinos corroídos afetando o barramento CAN
– Chicote elétrico do transmissor traseiro direito danificado ou rompido
– Conector elétrico do transmissor traseiro direito oxidado ou solto
– Fusível do circuito TPMS queimado ou com mau contato
– Módulo receptor TPMS com defeito
– ECU de carroceria (BCM) com defeito gerando tensão de referência incorreta
– Aterramento inadequado no módulo receptor TPMS
– Bateria principal do veículo com tensão baixa ou instável
– Acessórios eletrônicos aftermarket drenando o barramento de alimentação TPMS
– Interferência eletromagnética de módulo ABS ou ECU próximo ao sensor traseiro
– Braço de suspensão pressionando ou danificando o chicote elétrico do sensor
– Sensor traseiro direito trocado por modelo incompatível com voltagem diferente
– Válvula interna do pneu metálica corroída afetando a alimentação do transmissor
– Software da ECU desatualizado não reconhecendo corretamente o transmissor traseiro
– Conector elétrico do módulo de câmbio com pinos corroídos afetando o barramento CAN
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