B1088 Nissan – Circuito do Pré-Tensionador do Cinto de Segurança Dianteiro Esquerdo
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: LF Seat Belt Pre-Tensioner Circuit
Definição em Português: Circuito do Pré-Tensionador do Cinto de Segurança Dianteiro Esquerdo
Definição em Português: Circuito do Pré-Tensionador do Cinto de Segurança Dianteiro Esquerdo
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. B1088 indica que o módulo SRS detectou comportamento elétrico fora do valor de referência no circuito do pré-tensionador do cinto de segurança dianteiro esquerdo.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Na chave ON a SRS faz autoteste interno no chicote elétrico e no conector elétrico do pirotensionador.
– Aplica tensão de teste (cerca de 12 V) e mede a corrente/resistência do circuito.
– Compara o valor medido com o parâmetro pré-definido (resistência nominal típica em torno de 1,5 Ω a 3,0 Ω).
– Se o valor permanecer acima do limite superior (indicação de circuito aberto ou alta resistência) ou abaixo do limite inferior (indicação de curto à massa ou à bateria) por tempo maior que o programado (geralmente alguns décimos de segundo), grava o DTC.
Condições para registro
– Ignição ligada e módulo SRS em modo de vigilância.
– Leitura de resistência fora da faixa estipulada por mais de 0,1–0,2 s.
– Falha persistente em mais de um ciclo de ignição (dependendo do veículo, geralmente 2 partidas).
O que gera esse reflexo na ECU
– Valor de corrente abaixo do mínimo, indicando circuito em alta resistência ou aberto.
– Corrente acima do máximo, sugerindo curto interno ao pirotensionador ou no chicote elétrico.
– Flutuações de tensão no barramento de ignição que impeçam leitura estável da resistência.
– Ruído elétrico superior ao limiar de filtragem da ECU SRS, causando leitura inválida.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Na chave ON a SRS faz autoteste interno no chicote elétrico e no conector elétrico do pirotensionador.
– Aplica tensão de teste (cerca de 12 V) e mede a corrente/resistência do circuito.
– Compara o valor medido com o parâmetro pré-definido (resistência nominal típica em torno de 1,5 Ω a 3,0 Ω).
– Se o valor permanecer acima do limite superior (indicação de circuito aberto ou alta resistência) ou abaixo do limite inferior (indicação de curto à massa ou à bateria) por tempo maior que o programado (geralmente alguns décimos de segundo), grava o DTC.
Condições para registro
– Ignição ligada e módulo SRS em modo de vigilância.
– Leitura de resistência fora da faixa estipulada por mais de 0,1–0,2 s.
– Falha persistente em mais de um ciclo de ignição (dependendo do veículo, geralmente 2 partidas).
O que gera esse reflexo na ECU
– Valor de corrente abaixo do mínimo, indicando circuito em alta resistência ou aberto.
– Corrente acima do máximo, sugerindo curto interno ao pirotensionador ou no chicote elétrico.
– Flutuações de tensão no barramento de ignição que impeçam leitura estável da resistência.
– Ruído elétrico superior ao limiar de filtragem da ECU SRS, causando leitura inválida.
Sintomas Possíveis
– Luz do airbag acesa no painel
– Luz do airbag piscando após ligar a ignição
– Som de bip de aviso de airbag
– Cinto de segurança dianteiro esquerdo não travando
– Cinto de segurança travando sem motivo
– Luz do airbag piscando após ligar a ignição
– Som de bip de aviso de airbag
– Cinto de segurança dianteiro esquerdo não travando
– Cinto de segurança travando sem motivo
Causas Possíveis
– Chicote elétrico danificado no pré-tensionador do cinto dianteiro esquerdo
– Conector elétrico com pinos corroídos ou soltos no pré-tensionador do cinto dianteiro esquerdo
– Fusível do circuito SRS queimado ou com mau contato
– Módulo SRS com defeito
– Sensor de colisão frontal com defeito interferindo no circuito do pré-tensionador
– Bateria com tensão insuficiente para o sistema SRS
– Conector elétrico do módulo SRS com umidade gerando mau contato
– Ponto de massa corroído provocando alta resistência no circuito
– Chicote elétrico em atrito com a carroceria causando curto intermitente
– Alteração ou falha de software no módulo SRS gerando diagnóstico incorreto
– Instalação de cinto ou módulo não original com resistência elétrica inadequada
– Conector elétrico do airbag do passageiro com defeito interferindo na malha SRS
– Conector elétrico com pinos corroídos ou soltos no pré-tensionador do cinto dianteiro esquerdo
– Fusível do circuito SRS queimado ou com mau contato
– Módulo SRS com defeito
– Sensor de colisão frontal com defeito interferindo no circuito do pré-tensionador
– Bateria com tensão insuficiente para o sistema SRS
– Conector elétrico do módulo SRS com umidade gerando mau contato
– Ponto de massa corroído provocando alta resistência no circuito
– Chicote elétrico em atrito com a carroceria causando curto intermitente
– Alteração ou falha de software no módulo SRS gerando diagnóstico incorreto
– Instalação de cinto ou módulo não original com resistência elétrica inadequada
– Conector elétrico do airbag do passageiro com defeito interferindo na malha SRS
By Madalozzo



