P106A Toyota – Sensor de Pressão do Sistema de Emissão Evaporativa – Correlação com Pressão Absoluta do Coletor
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Evaporative Emission System Pressure Sensor – Manifold Absolute Pressure Correlation
Definição em Português: Sensor de Pressão do Sistema de Emissão Evaporativa – Correlação com Pressão Absoluta do Coletor
Definição em Português: Sensor de Pressão do Sistema de Emissão Evaporativa – Correlação com Pressão Absoluta do Coletor
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Ela indica uma falha na correlação entre a pressão medida pelo sensor de pressão do sistema de emissão evaporativa (EVAP) e a pressão absoluta do coletor (MAP).
A ECU só ativa P106A durante o autoteste de vedação do EVAP, com as seguintes condições obrigatórias:
– Motor em marcha lenta estável (rotação e carga dentro da calibragem).
– Temperatura do combustível e do motor dentro da faixa de operação definida (por exemplo, 20 °C a 50 °C).
– Válvula de purga fechada e saída do canister selada.
– Barramento elétrico com tensão estável.
Nesse teste a ECU aciona internamente um pequeno vácuo, mede pressionamentos nos dois sensores a cada ~100 ms e compara os valores. Se a diferença instantânea ultrapassar o limiar pré-definido (normalmente ±2 kPa) durante pelo menos seis medições consecutivas, o módulo considera que a dinâmica de pressão do EVAP não acompanha a do coletor e registra o código. Para confirmação definitiva, essa condição precisa persistir por dois ciclos completos de verificação, após o que P106A é armazenado como latente (com ou sem acendimento da luz de avaria, conforme parâmetro de severidade).
O código é retirado da memória somente quando, em ciclos subsequentes, todas as leituras de correlação retornam dentro do intervalo aceitável por um número mínimo de medições contínuas.
A ECU só ativa P106A durante o autoteste de vedação do EVAP, com as seguintes condições obrigatórias:
– Motor em marcha lenta estável (rotação e carga dentro da calibragem).
– Temperatura do combustível e do motor dentro da faixa de operação definida (por exemplo, 20 °C a 50 °C).
– Válvula de purga fechada e saída do canister selada.
– Barramento elétrico com tensão estável.
Nesse teste a ECU aciona internamente um pequeno vácuo, mede pressionamentos nos dois sensores a cada ~100 ms e compara os valores. Se a diferença instantânea ultrapassar o limiar pré-definido (normalmente ±2 kPa) durante pelo menos seis medições consecutivas, o módulo considera que a dinâmica de pressão do EVAP não acompanha a do coletor e registra o código. Para confirmação definitiva, essa condição precisa persistir por dois ciclos completos de verificação, após o que P106A é armazenado como latente (com ou sem acendimento da luz de avaria, conforme parâmetro de severidade).
O código é retirado da memória somente quando, em ciclos subsequentes, todas as leituras de correlação retornam dentro do intervalo aceitável por um número mínimo de medições contínuas.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Mau desempenho do motor
– Cheiro de combustível
– Consumo de combustível aumentado
– Variação irregular de marcha lenta
– Dificuldade na partida a quente
– Falha no teste de emissões
– Mau desempenho do motor
– Cheiro de combustível
– Consumo de combustível aumentado
– Variação irregular de marcha lenta
– Dificuldade na partida a quente
– Falha no teste de emissões
Causas Possíveis
– Sensor de pressão do sistema EVAP com defeito
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito
– Chicote elétrico do sensor EVAP com curto, aberto ou mal contato
– Conector elétrico do sensor EVAP com corrosão ou pinos tortos
– Válvula de purga do canister com defeito
– Mangueira do sistema EVAP com vazamento ou obstrução
– Canister de carvão ativado saturado ou trincado
– Filtro de respiração do tanque de combustível obstruído
– Tampa de combustível com vedação comprometida
– Junta do coletor de admissão com vazamento
– Mangueira do PCV entupida ou com vazamento
– Válvula de alívio de pressão do sistema EVAP com defeito
– Sensor de temperatura do ar de admissão (IAT) com defeito interferindo no MAP
– Módulo de controle do EVAP com defeito
– ECU com falha interna ou software corrompido
– Vazamento no circuito de vácuo do servofreio afetando a pressão do coletor
– Turbocompressor com vazamento de pressão ou válvula de descarga com defeito
– Pressão de combustível fora da faixa no trilho influenciando a pressão de admissão
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com defeito alterando a leitura de MAP
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito
– Chicote elétrico do sensor EVAP com curto, aberto ou mal contato
– Conector elétrico do sensor EVAP com corrosão ou pinos tortos
– Válvula de purga do canister com defeito
– Mangueira do sistema EVAP com vazamento ou obstrução
– Canister de carvão ativado saturado ou trincado
– Filtro de respiração do tanque de combustível obstruído
– Tampa de combustível com vedação comprometida
– Junta do coletor de admissão com vazamento
– Mangueira do PCV entupida ou com vazamento
– Válvula de alívio de pressão do sistema EVAP com defeito
– Sensor de temperatura do ar de admissão (IAT) com defeito interferindo no MAP
– Módulo de controle do EVAP com defeito
– ECU com falha interna ou software corrompido
– Vazamento no circuito de vácuo do servofreio afetando a pressão do coletor
– Turbocompressor com vazamento de pressão ou válvula de descarga com defeito
– Pressão de combustível fora da faixa no trilho influenciando a pressão de admissão
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com defeito alterando a leitura de MAP
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