C1416 Toyota – Sensor de Velocidade Traseiro LH – Mau Funcionamento na Saída
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Rear Speed Sensor LH Output Malfunction
Definição em Português: Sensor de Velocidade Traseiro LH – Mau Funcionamento na Saída
Definição em Português: Sensor de Velocidade Traseiro LH – Mau Funcionamento na Saída
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Significado técnico: a ECU de freio/ABS detecta que o sinal de velocidade do sensor traseiro esquerdo (LH) não está dentro dos parâmetros elétricos esperados na saída do sensor.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condição de monitoramento: veículo em movimento (velocidade acima de aproximadamente 5 km/h) ou rotor da roda girando.
– A ECU espera receber pulsos elétricos de frequência proporcional à rotação da roda por meio do chicote elétrico e conector elétrico do sensor.
– Se o sinal permanecer ausente, com tensão fora da faixa (muito alta ou muito baixa) ou sem variação de pulso durante um tempo pré-definido (normalmente alguns segundos), a ECU interpreta falha no circuito de saída do sensor e gera C1416.
– É necessário que a condição persista em duas ignições consecutivas para a DTC ser mantida em memória.
Condições exatas para acionamento
1. Ignição ligada ou motor em funcionamento.
2. Roda traseira esquerda girando (acima de rotações mínimas).
3. Ausência de pulso ou pulso fora de faixa elétrica (tipicamente abaixo de 0,3 V ou acima de 12 V, dependendo do modelo).
4. Tempo de detecção excede limiar programado (por exemplo, 1–2 segundos de sinal inválido).
5. Falha confirmada em duas partidas consecutivas.
Reflexo na operação
– A ausência de sinal de velocidade correto leva a ECU de ABS a suspender controle de frenagem individual nessa roda e acionar luz de alerta no painel.
– Sistemas dependentes do sinal (controle de tração, VSC e EBD) também perdem referência dessa roda, entrando em modo de proteção até a falha ser resolvida.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condição de monitoramento: veículo em movimento (velocidade acima de aproximadamente 5 km/h) ou rotor da roda girando.
– A ECU espera receber pulsos elétricos de frequência proporcional à rotação da roda por meio do chicote elétrico e conector elétrico do sensor.
– Se o sinal permanecer ausente, com tensão fora da faixa (muito alta ou muito baixa) ou sem variação de pulso durante um tempo pré-definido (normalmente alguns segundos), a ECU interpreta falha no circuito de saída do sensor e gera C1416.
– É necessário que a condição persista em duas ignições consecutivas para a DTC ser mantida em memória.
Condições exatas para acionamento
1. Ignição ligada ou motor em funcionamento.
2. Roda traseira esquerda girando (acima de rotações mínimas).
3. Ausência de pulso ou pulso fora de faixa elétrica (tipicamente abaixo de 0,3 V ou acima de 12 V, dependendo do modelo).
4. Tempo de detecção excede limiar programado (por exemplo, 1–2 segundos de sinal inválido).
5. Falha confirmada em duas partidas consecutivas.
Reflexo na operação
– A ausência de sinal de velocidade correto leva a ECU de ABS a suspender controle de frenagem individual nessa roda e acionar luz de alerta no painel.
– Sistemas dependentes do sinal (controle de tração, VSC e EBD) também perdem referência dessa roda, entrando em modo de proteção até a falha ser resolvida.
Sintomas Possíveis
– Luz do ABS acesa
– Luz do VSC acesa
– Luz do TRAC acesa
– Sistema ABS sem funcionar
– Controle de tração desativado
– Velocímetro sem indicação ou instável
– Luz do VSC acesa
– Luz do TRAC acesa
– Sistema ABS sem funcionar
– Controle de tração desativado
– Velocímetro sem indicação ou instável
Causas Possíveis
– Sensor de velocidade traseiro LH com defeito
– Chicote elétrico danificado ou em curto
– Conector elétrico solto, corroído ou com pinos tortos
– Anel fônico (coroa) de roda danificado, sujo ou desalinhado
– Módulo ABS com defeito
– Unidade de controle ABS (ECU) com defeito
– Aterramento do módulo ABS oxidado ou mal fixo
– Fusível do circuito ABS queimado ou com mau contato
– Rolamento de roda desgastado alterando distância sensor-anel
– Suporte do sensor empenado deslocando leitura
– Entrada de água ou sujeira na caixa de roda afetando sensor
– Ruído elétrico gerado pelo motor do ar-condicionado interferindo no sinal
– Chicote elétrico danificado por roedores gerando curto intermitente
– Falha no módulo de controle de tração (VSC) refletindo no ABS
– Bateria com tensão instável causando flutuação no circuito do sensor
– Chicote elétrico danificado ou em curto
– Conector elétrico solto, corroído ou com pinos tortos
– Anel fônico (coroa) de roda danificado, sujo ou desalinhado
– Módulo ABS com defeito
– Unidade de controle ABS (ECU) com defeito
– Aterramento do módulo ABS oxidado ou mal fixo
– Fusível do circuito ABS queimado ou com mau contato
– Rolamento de roda desgastado alterando distância sensor-anel
– Suporte do sensor empenado deslocando leitura
– Entrada de água ou sujeira na caixa de roda afetando sensor
– Ruído elétrico gerado pelo motor do ar-condicionado interferindo no sinal
– Chicote elétrico danificado por roedores gerando curto intermitente
– Falha no módulo de controle de tração (VSC) refletindo no ABS
– Bateria com tensão instável causando flutuação no circuito do sensor
By Madalozzo



