P1155 Hyundai – Sistema de TBI Eletrônico – Mau Funcionamento no Circuito da Válvula de Emergência
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Electronic Throttle System Limp Home Valve Circuit Malfunction
Definição em Português: Sistema de TBI Eletrônico – Mau Funcionamento no Circuito da Válvula de Emergência
Definição em Português: Sistema de TBI Eletrônico – Mau Funcionamento no Circuito da Válvula de Emergência
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O P1155 sinaliza que a ECU detectou discrepância entre o comando de acionamento e o retorno elétrico da válvula de emergência do corpo de borboleta eletrônico (TBI). Essa válvula é um solenóide que regula uma via de ar secundária em situações de ralenti ou emergência de bloqueio da borboleta. A ECU envia um pulso de comando (tensão/PWM) e monitora a corrente interna ou a tensão de feedback do solenóide.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condições de monitor: tensão de bateria adequada (>10,5 V), motor em funcionamento normal, temperatura de líquido de arrefecimento na faixa de injeção de ralenti e velocidade de motor estabilizada em marcha lenta.
– A ECU compara o sinal medido (corrente ou tensão da bobina) contra os limites de especificação definidos no software (por exemplo, resistência interna típica de 10–30 Ω).
– Se durante o tempo de verificação (cerca de 1,6 s) o valor permanecer acima do limite alto (circuito aberto) ou abaixo do limite baixo (curto) ou ausente, a ECU registra o P1155.
Condições de ativação
1. Comando de abertura/fechamento da válvula solicitado pela estratégia de ralenti.
2. Análise do sinal de retorno da válvula fora da janela de tolerância programada.
3. Persistência da falha por tempo mínimo de diagnóstico.
Reflexo no sistema
A detecção de mau funcionamento no circuito faz com que a ECU coloque o controle de ar de emergência em modo de segurança, mantendo a válvula desativada para evitar ação errática e registrando o código até que o sinal retorne dentro das faixas especificadas.
Sua explicação:
O P1155 sinaliza que a ECU detectou discrepância entre o comando de acionamento e o retorno elétrico da válvula de emergência do corpo de borboleta eletrônico (TBI). Essa válvula é um solenóide que regula uma via de ar secundária em situações de ralenti ou emergência de bloqueio da borboleta. A ECU envia um pulso de comando (tensão/PWM) e monitora a corrente interna ou a tensão de feedback do solenóide.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condições de monitor: tensão de bateria adequada (>10,5 V), motor em funcionamento normal, temperatura de líquido de arrefecimento na faixa de injeção de ralenti e velocidade de motor estabilizada em marcha lenta.
– A ECU compara o sinal medido (corrente ou tensão da bobina) contra os limites de especificação definidos no software (por exemplo, resistência interna típica de 10–30 Ω).
– Se durante o tempo de verificação (cerca de 1,6 s) o valor permanecer acima do limite alto (circuito aberto) ou abaixo do limite baixo (curto) ou ausente, a ECU registra o P1155.
Condições de ativação
1. Comando de abertura/fechamento da válvula solicitado pela estratégia de ralenti.
2. Análise do sinal de retorno da válvula fora da janela de tolerância programada.
3. Persistência da falha por tempo mínimo de diagnóstico.
Reflexo no sistema
A detecção de mau funcionamento no circuito faz com que a ECU coloque o controle de ar de emergência em modo de segurança, mantendo a válvula desativada para evitar ação errática e registrando o código até que o sinal retorne dentro das faixas especificadas.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Motor morrendo em baixa rotação
– Redução de potência (modo de emergência)
– Aceleração lenta ou sem resposta
– Consumo de combustível elevado
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Motor morrendo em baixa rotação
– Redução de potência (modo de emergência)
– Aceleração lenta ou sem resposta
– Consumo de combustível elevado
Causas Possíveis
– chicote elétrico da válvula de emergência com fio rompido ou curto
– conector elétrico da válvula de emergência oxidado ou mal encaixado
– válvula de emergência (válvula IAC) com defeito
– ECM com defeito na saída de comando da válvula de emergência
– fusível ou relê do circuito da válvula de emergência queimado
– mau aterramento do ECM ou da válvula de emergência
– sensor de posição da borboleta (TPS) com defeito
– sensor de pressão de coletor (MAP) com defeito
– sensor de massa de ar (MAF) com defeito afetando controle de ar de marcha lenta
– vazamento de vácuo nas mangueiras de admissão
– válvula PCV com defeito causando instabilidade de vácuo
– válvula EGR com defeito causando variação na pressão do coletor
– sensor de temperatura do ar de admissão (IAT) com defeito
– alternador ou bateria com tensão baixa afetando alimentação da válvula
– interruptor de ignição com mau contato na alimentação do circuito da válvula
– conector elétrico da válvula de emergência oxidado ou mal encaixado
– válvula de emergência (válvula IAC) com defeito
– ECM com defeito na saída de comando da válvula de emergência
– fusível ou relê do circuito da válvula de emergência queimado
– mau aterramento do ECM ou da válvula de emergência
– sensor de posição da borboleta (TPS) com defeito
– sensor de pressão de coletor (MAP) com defeito
– sensor de massa de ar (MAF) com defeito afetando controle de ar de marcha lenta
– vazamento de vácuo nas mangueiras de admissão
– válvula PCV com defeito causando instabilidade de vácuo
– válvula EGR com defeito causando variação na pressão do coletor
– sensor de temperatura do ar de admissão (IAT) com defeito
– alternador ou bateria com tensão baixa afetando alimentação da válvula
– interruptor de ignição com mau contato na alimentação do circuito da válvula
By Madalozzo



