P1361 Honda – Sensor do Ponto Morto Superior – Sinal Intermitente
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Top Dead Center Sensor Intermittent Signal
Definição em Português: Sensor do Ponto Morto Superior – Sinal Intermitente
Definição em Português: Sensor do Ponto Morto Superior – Sinal Intermitente
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico: P1361 indica que a ECU identificou intermitência no sinal do sensor de Ponto Morto Superior (PMS) do cilindro 1. Esse sensor, geralmente do tipo Hall ou efeito magnético, gera um sinal digital (nível alto e baixo) sempre que o pistão atinge o PMS. A ECU espera um pulso limpo, com amplitude típica de 0–5 V e tempo de subida/descida dentro de tolerâncias pré-definidas.
Quando e por que a ECU ativa P1361:
– Motor em rotação acima do limiar de monitoramento (por exemplo, >600 rpm) por tempo mínimo (normalmente alguns segundos).
– Durante esse período, a ECU monitora a cada ciclo de ignição se o pulso de PMS ocorre no momento correto (dentro de uma janela angular especificada, p.ex. ±3° em torno do ponto de referência).
– Se o pulso estiver ausente ou apresentar variação de tempo entre transições maior que o tolerado (por exemplo, jitter acima de 0,5 ms ou amplitude fora de 4,5–5 V para nível alto e abaixo de 0,5 V para nível baixo), cada ocorrência é contada.
– Ao exceder o número de eventos permitidos (geralmente 2 falhas em 3 ciclos de validação), a ECU seta P1361 e memoriza em histórico.
Reflexos que geram essa DTC:
– Alterações momentâneas na forma de onda (ex.: distorção de duty-cycle ou tensão).
– Ruídos elétricos que provocam flutuações rápidas nos níveis de sinal.
– Falhas de comunicação interna na ECU que resultem em leitura irregular dos pulsos.
Significado técnico: P1361 indica que a ECU identificou intermitência no sinal do sensor de Ponto Morto Superior (PMS) do cilindro 1. Esse sensor, geralmente do tipo Hall ou efeito magnético, gera um sinal digital (nível alto e baixo) sempre que o pistão atinge o PMS. A ECU espera um pulso limpo, com amplitude típica de 0–5 V e tempo de subida/descida dentro de tolerâncias pré-definidas.
Quando e por que a ECU ativa P1361:
– Motor em rotação acima do limiar de monitoramento (por exemplo, >600 rpm) por tempo mínimo (normalmente alguns segundos).
– Durante esse período, a ECU monitora a cada ciclo de ignição se o pulso de PMS ocorre no momento correto (dentro de uma janela angular especificada, p.ex. ±3° em torno do ponto de referência).
– Se o pulso estiver ausente ou apresentar variação de tempo entre transições maior que o tolerado (por exemplo, jitter acima de 0,5 ms ou amplitude fora de 4,5–5 V para nível alto e abaixo de 0,5 V para nível baixo), cada ocorrência é contada.
– Ao exceder o número de eventos permitidos (geralmente 2 falhas em 3 ciclos de validação), a ECU seta P1361 e memoriza em histórico.
Reflexos que geram essa DTC:
– Alterações momentâneas na forma de onda (ex.: distorção de duty-cycle ou tensão).
– Ruídos elétricos que provocam flutuações rápidas nos níveis de sinal.
– Falhas de comunicação interna na ECU que resultem em leitura irregular dos pulsos.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor falhando
– Dificuldade de partida
– Funcionamento irregular em marcha lenta
– Motor morrendo ao desacelerar
– Perda de potência ao acelerar
– Motor falhando
– Dificuldade de partida
– Funcionamento irregular em marcha lenta
– Motor morrendo ao desacelerar
– Perda de potência ao acelerar
Causas Possíveis
– chicote elétrico danificado
– conector elétrico corroído ou com mau contato
– sensor do Ponto Morto Superior com defeito
– aterramento do sensor ruim
– módulo de ignição gerando ruído eletromagnético
– interferência eletromagnética de fiação de alta tensão
– tensão de alimentação da bateria baixa ou instável
– sincronismo de comando das válvulas fora de fase
– roda fônica (reluctor) com dentes danificados
– parafuso ou suporte do sensor solto
– ECU com defeito interno
– falha no alternador causando flutuação de tensão
– conector elétrico corroído ou com mau contato
– sensor do Ponto Morto Superior com defeito
– aterramento do sensor ruim
– módulo de ignição gerando ruído eletromagnético
– interferência eletromagnética de fiação de alta tensão
– tensão de alimentação da bateria baixa ou instável
– sincronismo de comando das válvulas fora de fase
– roda fônica (reluctor) com dentes danificados
– parafuso ou suporte do sensor solto
– ECU com defeito interno
– falha no alternador causando flutuação de tensão
By Madalozzo



