P1163 Honda – Sensor de mistura ar/combustível pobre – Resposta lenta (Banco 1 Sensor 1)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Lean A/F Sensor (Bank 1 Sensor 1) Slow Response
Definição em Português: Sensor de mistura ar/combustível pobre – Resposta lenta (Banco 1 Sensor 1)
Definição em Português: Sensor de mistura ar/combustível pobre – Resposta lenta (Banco 1 Sensor 1)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Seu código P1163 indica que, no Banco 1 Sensor 1 (sensor de mistura ar/combustível), a resposta a uma condição de mistura pobre ficou fora do tempo esperado pela ECU. Tecnicamente, a unidade de controle monitora a tensão do sensor de oxigênio que deve oscilar entre patamares pré-definidos (por exemplo, abaixo de ≈0,45 V para pobre e acima de ≈0,45 V para rico). Quando a ECU manda uma correção de combustível para enriquecer ou empobrecer, ela mede quanto tempo o sinal leva para cruzar essas tensões de corte. Se, após n tentativas ou n ciclos de injeção em malha fechada, o ΔV/ΔT do sensor ficar abaixo do limite estabelecido (velocidade de subida ou descida muito lenta), o P1163 é gravado.
Condições para ativação:
• Temperatura de motor acima do limiar de malha fechada (normalmente +70 °C).
• Modo de operação em malha fechada estabilizado.
• Tensão do sensor dentro da faixa de operação (cerca de 0,1 V a 0,9 V).
• Comando de correção de combustível aplicado e mantido por um período mínimo.
• Falha no critério de resposta de rampa (tempo de mudança de pobre para rico ou vice-versa maior que o especificado).
O “reflexo” dessa DTC está na análise do gráfico de voltagem do sensor: você verá uma curva de resposta achatada, sem transição rápida entre os níveis de tensão de corte. Esse atraso no cruzamento da tensão de referência é o que aciona o código P1163.
Condições para ativação:
• Temperatura de motor acima do limiar de malha fechada (normalmente +70 °C).
• Modo de operação em malha fechada estabilizado.
• Tensão do sensor dentro da faixa de operação (cerca de 0,1 V a 0,9 V).
• Comando de correção de combustível aplicado e mantido por um período mínimo.
• Falha no critério de resposta de rampa (tempo de mudança de pobre para rico ou vice-versa maior que o especificado).
O “reflexo” dessa DTC está na análise do gráfico de voltagem do sensor: você verá uma curva de resposta achatada, sem transição rápida entre os níveis de tensão de corte. Esse atraso no cruzamento da tensão de referência é o que aciona o código P1163.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Aceleração lenta ou hesitação ao acelerar
– Perda de potência em baixa rotação
– Aumento no consumo de combustível
– Emissões de escape escurecidas ou fumaça preta
– Engasgo ou falha de ignição
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Aceleração lenta ou hesitação ao acelerar
– Perda de potência em baixa rotação
– Aumento no consumo de combustível
– Emissões de escape escurecidas ou fumaça preta
– Engasgo ou falha de ignição
Causas Possíveis
– Sensor de oxigênio (B1S1) com defeito
– Aquecedor interno do sensor com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou com curto
– Conector elétrico do sensor com mau contato
– Fusível ou relê do aquecedor do sensor queimado
– Vazamento de escape a montante do sensor
– Junta do coletor de escape com vazamento
– Válvula PCV com vazamento causando mistura pobre
– Mangueiras de vácuo ressecadas ou soltas
– Sensor MAF com defeito subestimando fluxo de ar
– Sensor MAP com defeito subestimando pressão
– Sensor IAT com defeito influenciando correção de combustível
– Filtro de combustível entupido reduzindo fluxo
– Bomba de combustível com defeito gerando baixa pressão
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Injetores parcialmente entupidos ou com defeito
– Catalisador obstruído retardando resposta do sensor
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito
– Solenóide do sistema de evap com defeito (vazamento secundário)
– Válvula EGR presa aberta alterando mistura
– Aquecedor interno do sensor com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou com curto
– Conector elétrico do sensor com mau contato
– Fusível ou relê do aquecedor do sensor queimado
– Vazamento de escape a montante do sensor
– Junta do coletor de escape com vazamento
– Válvula PCV com vazamento causando mistura pobre
– Mangueiras de vácuo ressecadas ou soltas
– Sensor MAF com defeito subestimando fluxo de ar
– Sensor MAP com defeito subestimando pressão
– Sensor IAT com defeito influenciando correção de combustível
– Filtro de combustível entupido reduzindo fluxo
– Bomba de combustível com defeito gerando baixa pressão
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Injetores parcialmente entupidos ou com defeito
– Catalisador obstruído retardando resposta do sensor
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito
– Solenóide do sistema de evap com defeito (vazamento secundário)
– Válvula EGR presa aberta alterando mistura
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