P1122 Honda – Entrada do Sensor de Posição do Acelerador – Maior que o Esperado
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: TP Sensor Input Higher Than Expected
Definição em Português: Entrada do Sensor de Posição do Acelerador – Maior que o Esperado
Definição em Português: Entrada do Sensor de Posição do Acelerador – Maior que o Esperado
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
A DTC P1122 identifica que o sinal do Sensor de Posição do Acelerador (TPS1) está acima do valor máximo programado pela ECU. Internamente, o TPS1 recebe referência de 5 V e retorna entre ~0,5 V (totalmente fechado) e ~4,5 V (totalmente aberto). Quando esse valor ultrapassa a faixa esperada, a ECU entende que há “alto nível” no circuito.
Condições de ativação da DTC:
1. Motor ligado e em régime estável (acima de rotação mínima de cruzeiro).
2. Sensor TPS1 sem alteração mecânica significativa (borboleta parada ou fluindo dentro do esperado).
3. Leitura de tensão do TPS1 maior que o limite calibrado (geralmente acima de 4,8 V) por um período definido (ex.: 0,5 s).
4. Falha no cruzamento de dados entre TPS1 (principal) e TPS2 (secundário), quando aplicável.
Por que a ECU gera o código:
– A ECU compara a entrada de tensão do TPS1 com os valores de referência internos e com o TPS2 para validar coerência.
– Se o TPS1 exibir leitura mais alta que o limite máximo, a ECU registra o P1122 para sinalizar “alto nível de entrada”.
– Esse monitoramento ocorre em loop contínuo sempre que a ignição está ligada e o motor em funcionamento normal.
Como se manifesta o reflexo dessa DTC no sistema:
– Gravação do código P1122 na memória de falhas (histórico e falha atual).
– A ECU pode desconectar comandos eletrônicos associados ao acelerador (modo de segurança), limitando o controle da borboleta.
– Os parâmetros de diagnóstico ficam disponíveis via scanner para consulta em tempo real (valor de tensão TPS1, tempo de manutenção acima do limite, status de cruzamento TPS1/TPS2).
Sua explicação:
A DTC P1122 identifica que o sinal do Sensor de Posição do Acelerador (TPS1) está acima do valor máximo programado pela ECU. Internamente, o TPS1 recebe referência de 5 V e retorna entre ~0,5 V (totalmente fechado) e ~4,5 V (totalmente aberto). Quando esse valor ultrapassa a faixa esperada, a ECU entende que há “alto nível” no circuito.
Condições de ativação da DTC:
1. Motor ligado e em régime estável (acima de rotação mínima de cruzeiro).
2. Sensor TPS1 sem alteração mecânica significativa (borboleta parada ou fluindo dentro do esperado).
3. Leitura de tensão do TPS1 maior que o limite calibrado (geralmente acima de 4,8 V) por um período definido (ex.: 0,5 s).
4. Falha no cruzamento de dados entre TPS1 (principal) e TPS2 (secundário), quando aplicável.
Por que a ECU gera o código:
– A ECU compara a entrada de tensão do TPS1 com os valores de referência internos e com o TPS2 para validar coerência.
– Se o TPS1 exibir leitura mais alta que o limite máximo, a ECU registra o P1122 para sinalizar “alto nível de entrada”.
– Esse monitoramento ocorre em loop contínuo sempre que a ignição está ligada e o motor em funcionamento normal.
Como se manifesta o reflexo dessa DTC no sistema:
– Gravação do código P1122 na memória de falhas (histórico e falha atual).
– A ECU pode desconectar comandos eletrônicos associados ao acelerador (modo de segurança), limitando o controle da borboleta.
– Os parâmetros de diagnóstico ficam disponíveis via scanner para consulta em tempo real (valor de tensão TPS1, tempo de manutenção acima do limite, status de cruzamento TPS1/TPS2).
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha-lenta instável
– Aceleração lenta ou hesitante
– Rpm alto em marcha-lenta
– Perda de potência ao pisar no acelerador
– Consumo de combustível elevado
– Entrada em modo de segurança
– Marcha-lenta instável
– Aceleração lenta ou hesitante
– Rpm alto em marcha-lenta
– Perda de potência ao pisar no acelerador
– Consumo de combustível elevado
– Entrada em modo de segurança
Causas Possíveis
– Sensor de posição do acelerador com defeito
– Chicote elétrico do sensor de posição do acelerador com curto ou fuga
– Conector elétrico do sensor de posição do acelerador corroído ou mal encaixado
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no circuito de referência 5 V
– Motor de passo do corpo de borboleta preso ou com defeito
– Pedal do acelerador eletrônico com desajuste interno
– Bateria com tensão acima do especificado (sobretensão na alimentação do sensor)
– Alternador com regulador de tensão com defeito
– Ponto de aterramento do motor ou da ECU mal conectado ou corroído
– Interferência eletromagnética induzida pelo chicote perto de bobinas de ignição
– Corpo de borboleta contaminado por acúmulo de carbono alterando a posição real
– Módulo de controle da caixa de fusíveis fornecendo tensão irregular ao sensor
– Chicote elétrico do sensor de posição do acelerador com curto ou fuga
– Conector elétrico do sensor de posição do acelerador corroído ou mal encaixado
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no circuito de referência 5 V
– Motor de passo do corpo de borboleta preso ou com defeito
– Pedal do acelerador eletrônico com desajuste interno
– Bateria com tensão acima do especificado (sobretensão na alimentação do sensor)
– Alternador com regulador de tensão com defeito
– Ponto de aterramento do motor ou da ECU mal conectado ou corroído
– Interferência eletromagnética induzida pelo chicote perto de bobinas de ignição
– Corpo de borboleta contaminado por acúmulo de carbono alterando a posição real
– Módulo de controle da caixa de fusíveis fornecendo tensão irregular ao sensor
By Madalozzo



