B1436 Hyundai – Circuito de Resistência do Airbag Lateral Traseiro-Passageiro – Curto para a Bateria
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Side Airbag Rear-Passenger Resistance Circuit Short to Battery
Definição em Português: Circuito de Resistência do Airbag Lateral Traseiro-Passageiro – Curto para a Bateria
Definição em Português: Circuito de Resistência do Airbag Lateral Traseiro-Passageiro – Curto para a Bateria
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Ela indica que a ECU do SRS detectou uma resistência anormalmente baixa no circuito do ignitor do airbag lateral traseiro-passageiro, compatível com um curto para a bateria.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Na chave ON→RUN, logo após o autoteste do SRS, a ECU aplica um pulso de corrente conhecido (ex.: 1 A) no circuito do squib lateral traseiro-passageiro e mede a tensão resultante.
– A resistência real (R = V/I) deve ficar dentro de um intervalo pré-definido (tipicamente entre 2,2 Ω e 3,9 Ω).
– Se a tensão medida se mantiver próxima da tensão da bateria (>≈10,5 V) e a resistência calculada cair abaixo do limite inferior, a ECU assume que houve curto positivo (“para a bateria”) e gera a DTC B1436.
Condições para disparo
– O gatilho é o autoteste inicial a cada partida.
– A leitura de tensão/ resistência fora de faixa deve persistir por algumas medições sequenciais (normalmente 2–3 ciclos de diagnóstico) antes de fixar a falha em memória.
– A DTC permanece até que o circuito retorne à faixa correta e a ignição seja desligada por um curto período, permitindo um novo ciclo de autoteste sem detecção de anomalia.
O que gera reflexo nessa DTC (visão geral)
Qualquer situação que faça a tensão no pino de medição do squib não cair na faixa esperada — ou seja, mantenha-se elevada igual à bateria — será vista como “curto para a bateria”. Isso pode ocorrer sempre que a resistência aparente do conjunto módulo-chicote-conector for inferior ao mínimo tolerado, levando a ECU a interpretar o sinal como defeituoso.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Na chave ON→RUN, logo após o autoteste do SRS, a ECU aplica um pulso de corrente conhecido (ex.: 1 A) no circuito do squib lateral traseiro-passageiro e mede a tensão resultante.
– A resistência real (R = V/I) deve ficar dentro de um intervalo pré-definido (tipicamente entre 2,2 Ω e 3,9 Ω).
– Se a tensão medida se mantiver próxima da tensão da bateria (>≈10,5 V) e a resistência calculada cair abaixo do limite inferior, a ECU assume que houve curto positivo (“para a bateria”) e gera a DTC B1436.
Condições para disparo
– O gatilho é o autoteste inicial a cada partida.
– A leitura de tensão/ resistência fora de faixa deve persistir por algumas medições sequenciais (normalmente 2–3 ciclos de diagnóstico) antes de fixar a falha em memória.
– A DTC permanece até que o circuito retorne à faixa correta e a ignição seja desligada por um curto período, permitindo um novo ciclo de autoteste sem detecção de anomalia.
O que gera reflexo nessa DTC (visão geral)
Qualquer situação que faça a tensão no pino de medição do squib não cair na faixa esperada — ou seja, mantenha-se elevada igual à bateria — será vista como “curto para a bateria”. Isso pode ocorrer sempre que a resistência aparente do conjunto módulo-chicote-conector for inferior ao mínimo tolerado, levando a ECU a interpretar o sinal como defeituoso.
Sintomas Possíveis
– Luz do airbag acesa no painel
– Airbag lateral traseiro-passageiro inoperante
– Alarme sonoro de falha no SRS ao ligar a ignição
– Mensagem de falha de airbag no painel de instrumentos
– Airbag lateral traseiro-passageiro inoperante
– Alarme sonoro de falha no SRS ao ligar a ignição
– Mensagem de falha de airbag no painel de instrumentos
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do sensor de resistência do airbag lateral traseiro danificado com curto para a bateria
– Conector elétrico do sensor lateral traseiro com pinos corroídos ou com defeito provocando curto
– Sensor de resistência do airbag lateral traseiro com defeito interno gerando curto para a bateria
– Módulo de controle do airbag (SRS) com placa de circuito interna com defeito causando tensão fixa no circuito do sensor
– Emenda no chicote elétrico junto à estrutura do banco rompida e em contato com massa
– Trilho do banco pinçando o chicote elétrico e rompendo a isolação, criando curto
– Umidade acumulada no conector elétrico do sensor criando ponte condutora entre positivo e sinal
– Equipamento pós-venda (alarme, sistema de som) instalado próximo afetando o chicote do airbag
– Fita isolante ou emenda mal feita no chicote elétrico danificando o isolamento e permitindo curto
– Deterioração do revestimento interno do assento provocando contato elétrico entre fios do chicote
– Conector elétrico do sensor lateral traseiro com pinos corroídos ou com defeito provocando curto
– Sensor de resistência do airbag lateral traseiro com defeito interno gerando curto para a bateria
– Módulo de controle do airbag (SRS) com placa de circuito interna com defeito causando tensão fixa no circuito do sensor
– Emenda no chicote elétrico junto à estrutura do banco rompida e em contato com massa
– Trilho do banco pinçando o chicote elétrico e rompendo a isolação, criando curto
– Umidade acumulada no conector elétrico do sensor criando ponte condutora entre positivo e sinal
– Equipamento pós-venda (alarme, sistema de som) instalado próximo afetando o chicote do airbag
– Fita isolante ou emenda mal feita no chicote elétrico danificando o isolamento e permitindo curto
– Deterioração do revestimento interno do assento provocando contato elétrico entre fios do chicote
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