P1675 Chevrolet – Circuito de Controle do Solenoide de Ventilação da Emissão Evaporativa (EVAP).
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Evaporative Emission (EVAP) Vent Solenoid Control Circuit
Definição em Português: Circuito de Controle do Solenoide de Ventilação da Emissão Evaporativa (EVAP).
Definição em Português: Circuito de Controle do Solenoide de Ventilação da Emissão Evaporativa (EVAP).
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Sua explicação:
A DTC P1675 indica que a Unidade de Controle Eletrônico (ECU) detectou um desvio no circuito de comando do solenóide de ventilação do sistema EVAP. Internamente, ao comandar a purga de vapor de combustível, a ECU aplica tensão ao solenóide e monitora o comportamento elétrico do circuito. Ela compara a corrente real ou resistência elétrica medida com um valor de referência pré-programado.
Condicionantes para ativação da DTC:
1. Ciclo de verificação: ocorre com motor em funcionamento e temperatura de operação próxima ao normal, após determinado tempo de marcha-lenta.
2. Tempo mínimo de atuação: a ECU energiza o solenóide por alguns segundos para teste.
3. Leitura fora de faixa: se a corrente consumida ou a variação de tensão no solenóide estiver acima ou abaixo dos limites estipulados pelo fabricante.
4. Número de ocorrências: a anomalia deve se repetir em duas ou mais tentativas de piloto automático antes de gravar o código.
O que reflete nesta DTC:
– Resistência medida no solenóide diferente do especificado (circuito aberto ou muito baixa).
– Variação de tensão na saída de comando da ECU fora do padrão.
– Oscilações no valor de corrente durante o teste de purga que a ECU não reconhece como válidas.
Em resumo, sempre que o comando elétrico do solenóide EVAP não se enquadrar nos parâmetros de corrente/tensão definidos, a ECU entende que o circuito está com defeito e gera o P1675.
A DTC P1675 indica que a Unidade de Controle Eletrônico (ECU) detectou um desvio no circuito de comando do solenóide de ventilação do sistema EVAP. Internamente, ao comandar a purga de vapor de combustível, a ECU aplica tensão ao solenóide e monitora o comportamento elétrico do circuito. Ela compara a corrente real ou resistência elétrica medida com um valor de referência pré-programado.
Condicionantes para ativação da DTC:
1. Ciclo de verificação: ocorre com motor em funcionamento e temperatura de operação próxima ao normal, após determinado tempo de marcha-lenta.
2. Tempo mínimo de atuação: a ECU energiza o solenóide por alguns segundos para teste.
3. Leitura fora de faixa: se a corrente consumida ou a variação de tensão no solenóide estiver acima ou abaixo dos limites estipulados pelo fabricante.
4. Número de ocorrências: a anomalia deve se repetir em duas ou mais tentativas de piloto automático antes de gravar o código.
O que reflete nesta DTC:
– Resistência medida no solenóide diferente do especificado (circuito aberto ou muito baixa).
– Variação de tensão na saída de comando da ECU fora do padrão.
– Oscilações no valor de corrente durante o teste de purga que a ECU não reconhece como válidas.
Em resumo, sempre que o comando elétrico do solenóide EVAP não se enquadrar nos parâmetros de corrente/tensão definidos, a ECU entende que o circuito está com defeito e gera o P1675.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Odor de combustível no compartimento do motor
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência ocasional
– Aumento no consumo de combustível
– Ruído de clique no compartimento do motor
– Odor de combustível no compartimento do motor
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência ocasional
– Aumento no consumo de combustível
– Ruído de clique no compartimento do motor
Causas Possíveis
– Solenoide de ventilação EVAP com defeito
– Chicote elétrico do solenoide EVAP danificado ou rompido
– Conector elétrico do solenoide mal encaixado ou oxidado
– Fusível queimado do circuito de controle EVAP
– Relé de alimentação EVAP com defeito
– Aterramento do circuito EVAP com mau contato
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito ou falha de software
– Sensor de pressão do tanque de combustível com defeito
– Válvula de retenção EVAP obstruída ou travada
– Bomba de vácuo do sistema EVAP com defeito
– Interferência ou falha no barramento CAN afetando sinais EVAP
– Módulo de controle da carroceria (BCM) com defeito interferindo no comando
– Sensor de temperatura do ar de admissão fora de especificação influenciando estratégia EVAP
– Conexão de aterramento da carroceria corroída no tanque de combustível
– Contaminação de combustível ou vapores obstruindo o sistema EVAP
– Chicote elétrico do solenoide EVAP danificado ou rompido
– Conector elétrico do solenoide mal encaixado ou oxidado
– Fusível queimado do circuito de controle EVAP
– Relé de alimentação EVAP com defeito
– Aterramento do circuito EVAP com mau contato
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito ou falha de software
– Sensor de pressão do tanque de combustível com defeito
– Válvula de retenção EVAP obstruída ou travada
– Bomba de vácuo do sistema EVAP com defeito
– Interferência ou falha no barramento CAN afetando sinais EVAP
– Módulo de controle da carroceria (BCM) com defeito interferindo no comando
– Sensor de temperatura do ar de admissão fora de especificação influenciando estratégia EVAP
– Conexão de aterramento da carroceria corroída no tanque de combustível
– Contaminação de combustível ou vapores obstruindo o sistema EVAP
By Madalozzo



