P150B Chevrolet – Circuito do Sensor de Velocidade de Saída da Transmissão – Intermitente
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Transmission Output Speed Sensor Circuit Intermittent
Definição em Português: Circuito do Sensor de Velocidade de Saída da Transmissão – Intermitente
Definição em Português: Circuito do Sensor de Velocidade de Saída da Transmissão – Intermitente
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Significado técnico: o P150B indica que o sinal do sensor de velocidade de saída da transmissão (VSS) está chegando à ECU de modo intermitente, ou seja, o pulso elétrico que informa a rotação da saída da caixa apresenta falhas periódicas.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
A ECU exige um fluxo regular de pulsos do VSS para calcular mudanças de marcha, controle de torque e acerto de injeção. Se, após ligar a ignição e exceder uma rotação mínima pré-definida (por exemplo, acima de 600 rpm), o módulo não receber um número mínimo de pulsos por segundo ou registrar quedas de sinal dentro de um intervalo cronometrado (por exemplo, menos de 10 pulsos em 2 segundos), ela entende que há intermitência e acende o código P150B.
Condições para acionamento
• Tempo de detecção: pulso instável durante um período contínuo programado (ex.: 2–5 s após atingir rotação mínima).
• Frequência de falhas: número de quedas ou oscilações de pulso acima do limite tolerado no período de verificação.
• Sinal fora de janela: tensão de referência ou retorno do sensor apresentando variações abruptas que fogem à faixa esperada (tipicamente 0,5 V a 5 V).
O que gera reflexo nesta DTC
Quaisquer irregularidades que comprometam a leitura contínua de pulsos vão “refletir” como intermitência no circuito do VSS. Ruído elétrico, variação de tensão de alimentação, mau contato no conector elétrico ou oscilações internas do sensor alteram o padrão de pulso e simularão uma falha intermitente, levando a ECU a registrar o P150B.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
A ECU exige um fluxo regular de pulsos do VSS para calcular mudanças de marcha, controle de torque e acerto de injeção. Se, após ligar a ignição e exceder uma rotação mínima pré-definida (por exemplo, acima de 600 rpm), o módulo não receber um número mínimo de pulsos por segundo ou registrar quedas de sinal dentro de um intervalo cronometrado (por exemplo, menos de 10 pulsos em 2 segundos), ela entende que há intermitência e acende o código P150B.
Condições para acionamento
• Tempo de detecção: pulso instável durante um período contínuo programado (ex.: 2–5 s após atingir rotação mínima).
• Frequência de falhas: número de quedas ou oscilações de pulso acima do limite tolerado no período de verificação.
• Sinal fora de janela: tensão de referência ou retorno do sensor apresentando variações abruptas que fogem à faixa esperada (tipicamente 0,5 V a 5 V).
O que gera reflexo nesta DTC
Quaisquer irregularidades que comprometam a leitura contínua de pulsos vão “refletir” como intermitência no circuito do VSS. Ruído elétrico, variação de tensão de alimentação, mau contato no conector elétrico ou oscilações internas do sensor alteram o padrão de pulso e simularão uma falha intermitente, levando a ECU a registrar o P150B.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Velocímetro oscilando ou sem marcação
– Trocas de marcha bruscas ou irregulares
– Demora ou dificuldade no engate das marchas
– Ativação do modo de emergência (modo de segurança)
– Motor acelera sem aumentar a velocidade do veículo
– Velocímetro oscilando ou sem marcação
– Trocas de marcha bruscas ou irregulares
– Demora ou dificuldade no engate das marchas
– Ativação do modo de emergência (modo de segurança)
– Motor acelera sem aumentar a velocidade do veículo
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do sensor de velocidade com fios rompidos ou em curto
– Conector elétrico do sensor de velocidade corroído ou mal encaixado
– Sensor de velocidade de saída da transmissão com defeito
– Unidade de controle da transmissão (TCM) com falha no circuito interno
– Módulo de controle do motor (ECM) com leitores de sinal instáveis
– Engrenagem de excitação do sensor de velocidade desgastada ou desalinhada
– Relé de alimentação do sensor com contatos intermitentes
– Fusível do circuito do sensor parcialmente danificado
– Sistema de aterramento do módulo com defeito causando flutuação de tensão
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição ou chicote de alta tensão próximo
– Parafuso de fixação do sensor frouxo causando mau contato mecânico
– Fluido da transmissão contaminado com partículas metálicas gerando ruído no sinal
– Conector elétrico do sensor de velocidade corroído ou mal encaixado
– Sensor de velocidade de saída da transmissão com defeito
– Unidade de controle da transmissão (TCM) com falha no circuito interno
– Módulo de controle do motor (ECM) com leitores de sinal instáveis
– Engrenagem de excitação do sensor de velocidade desgastada ou desalinhada
– Relé de alimentação do sensor com contatos intermitentes
– Fusível do circuito do sensor parcialmente danificado
– Sistema de aterramento do módulo com defeito causando flutuação de tensão
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição ou chicote de alta tensão próximo
– Parafuso de fixação do sensor frouxo causando mau contato mecânico
– Fluido da transmissão contaminado com partículas metálicas gerando ruído no sinal
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