P140B Chevrolet – Fluxo de Recirculação dos Gases de Escape (EGR) – Insuficiente
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Exhaust Gas Recirculation (EGR) Flow Insufficient
Definição em Português: Fluxo de Recirculação dos Gases de Escape (EGR) – Insuficiente
Definição em Português: Fluxo de Recirculação dos Gases de Escape (EGR) – Insuficiente
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O P140B sinaliza que o sistema de Recirculação dos Gases de Escape (EGR) está entregando menos fluxo de gases do que o valor solicitado pela ECU. A central de injeção comanda eletronicamente a válvula EGR e acompanha o retorno de pressão através de um sensor diferencial (DPFE) ou, em alguns projetos, pelo conjunto MAF/MAP.
Quando a ECU detecta que:
• A temperatura do líquido de arrefecimento supera o limiar de autodiagnóstico (por exemplo, > 70 °C)
• A rotação do motor está dentro da faixa ativa para EGR (por exemplo, 800–3.500 rpm)
• A carga do motor e a posição da borboleta indicam condições de malha fechada
• A pressão do coletor e o sensor DPFE fornecem leitura estável
ela passa a comparar, em tempo real, a pressão diferencial entre a entrada e a saída do coletor de admissão com o valor calibrado para o comando de abertura da válvula. Se, durante vários segundos e em número definido de ciclos de condução, a diferença entre fluxo solicitado e fluxo medido permanecer abaixo do limite de tolerância da calibração, a ECU seta o DTC P140B.
Em termos práticos, ao revisar dados em modo diagnóstico, você verá:
• Comando da válvula EGR acima de zero (aberta)
• Leitura do DPFE aquém do esperado para aquele comando
• Registro de tempo em que ficou fora da faixa antes do disparo do DTC
Portanto, o P140B reflete uma inconsistência duradoura entre o fluxo de gases recirculados demandado e o efetivamente detectado pela central de injeção.
Sua explicação:
O P140B sinaliza que o sistema de Recirculação dos Gases de Escape (EGR) está entregando menos fluxo de gases do que o valor solicitado pela ECU. A central de injeção comanda eletronicamente a válvula EGR e acompanha o retorno de pressão através de um sensor diferencial (DPFE) ou, em alguns projetos, pelo conjunto MAF/MAP.
Quando a ECU detecta que:
• A temperatura do líquido de arrefecimento supera o limiar de autodiagnóstico (por exemplo, > 70 °C)
• A rotação do motor está dentro da faixa ativa para EGR (por exemplo, 800–3.500 rpm)
• A carga do motor e a posição da borboleta indicam condições de malha fechada
• A pressão do coletor e o sensor DPFE fornecem leitura estável
ela passa a comparar, em tempo real, a pressão diferencial entre a entrada e a saída do coletor de admissão com o valor calibrado para o comando de abertura da válvula. Se, durante vários segundos e em número definido de ciclos de condução, a diferença entre fluxo solicitado e fluxo medido permanecer abaixo do limite de tolerância da calibração, a ECU seta o DTC P140B.
Em termos práticos, ao revisar dados em modo diagnóstico, você verá:
• Comando da válvula EGR acima de zero (aberta)
• Leitura do DPFE aquém do esperado para aquele comando
• Registro de tempo em que ficou fora da faixa antes do disparo do DTC
Portanto, o P140B reflete uma inconsistência duradoura entre o fluxo de gases recirculados demandado e o efetivamente detectado pela central de injeção.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Redução de potência
– Engasgos na aceleração
– Aumento do consumo de combustível
– Emissão de fumaça escura
– Cheiro forte de gases no escapamento
– Marcha lenta irregular
– Redução de potência
– Engasgos na aceleração
– Aumento do consumo de combustível
– Emissão de fumaça escura
– Cheiro forte de gases no escapamento
Causas Possíveis
– Válvula EGR com defeito (travada fechada)
– Atuador EGR (solenoide) com defeito
– Chicote elétrico da EGR danificado ou curto
– Conector elétrico da EGR com mau contato
– Sensor de pressão diferencial EGR (DPFE) com defeito
– Tubulação de recirculação de gases obstruída por carbono
– Mangueira de vácuo rasgada ou vazando
– Filtro de vácuo entupido ou bloqueado
– Sensor MAP com defeito afetando comando EGR
– Sensor de pressão do turbo (DP) com defeito
– PCM desatualizado ou com defeito
– Conversor catalítico excessivamente restritivo
– Contaminação de óleo no corpo da válvula EGR
– Válvula de bypass EGR com defeito
– Atuador EGR (solenoide) com defeito
– Chicote elétrico da EGR danificado ou curto
– Conector elétrico da EGR com mau contato
– Sensor de pressão diferencial EGR (DPFE) com defeito
– Tubulação de recirculação de gases obstruída por carbono
– Mangueira de vácuo rasgada ou vazando
– Filtro de vácuo entupido ou bloqueado
– Sensor MAP com defeito afetando comando EGR
– Sensor de pressão do turbo (DP) com defeito
– PCM desatualizado ou com defeito
– Conversor catalítico excessivamente restritivo
– Contaminação de óleo no corpo da válvula EGR
– Válvula de bypass EGR com defeito
By Madalozzo



